Convocatória aos PUEBLOS de NUESTRA AMERICA

jueves, 31 de mayo de 2012

IMPEACHMENT PARA GILMAR MENDES

"Admito que o ex-presidente pudesse estar preocupado com a realização do julgamento no mesmo semestre das eleições. Isso aí é aceitável. Primeiro, porque é um leigo na área do Direito. Segundo, porque integra o PT. Portanto, se o processo envolve pessoas ligadas ao PT, obviamente, se ocorrer uma condenação, repercutirá nas eleições municipais."

A avaliação, simples mas correta, foi do ministro Marco Aurélio Mello, que sempre considerei o mais lúcido dos integrantes do Supremo Tribunal Federal.

Sim, é da natureza humana tentarmos convencer juízes a tomarem as decisões que nos convêm. O destrambelhado Gilmar Mendes só teria motivos para fazer a tempestade em copo d'água que fez:
  • se Lula o tivesse procurado para tentar influir na sentença do processo do mensalão;
  • se Lula lhe houvesse oferecido alguma forma de recompensa ou feito alguma ameaça, para tangê-lo a aceitar a postergação do julgamento para depois das eleições municipais.
Ora, nem em suas declarações mais furibundas à imprensa Mendes ousou acusar Lula de estar pressionando pela absolvição dos réus.

E, mesmo se acreditarmos na versão que Mendes deu do encontro e ninguém confirmou, a referência de Lula a (mais) uma  ligação perigosa  do seu interlocutor é insuficiente para caracterizar uma ameaça. Lula não teria dito nada parecido com "a militância do PT trombeteará dia e noite que é o Carlinhos Cachoeira quem custeia vossas viagens", mas, apenas, sugerido que convinha ao próprio Mendes deixar esses assuntos melindrosos para mais tarde.

É inadequado alguém falar nestes termos a um ministro do Supremo? Sem dúvida! Mas, o que Mendes esperava, ao aceitar um encontro a portas fechadas com Lula sem ter nada de pertinente a tratar com ele?

Se Mendes é tão sensível a hipotéticas insinuações, certamente não as ouvirá atendo-se à liturgia do cargo.

Como explica Joaquim Falcão, professor de Direito Constitucional da FGV/RJ:
"...no STF há hoje dois perfis distintos. De um lado ministros mais discretos, que não se pronunciam, exceto nas audiências, e que mantêm distância de Executivo, Legislativo e representantes de interesses em julgamento. Vida pessoal recatada.

Por outro lado há ministros que se pronunciam fora dos autos, estão diariamente na mídia, mantêm contatos políticos, participam de seminários e reuniões com grupos de interesse.

A questão crucial, dizem uns, não é se o ministro deve falar fora dos julgamentos, estar na mídia ou se relacionar social e politicamente. A questão é haver transparência antes, durante e depois dos relacionamentos. E que não faça política. As agendas, os encontros, as atividades dos ministros deveriam ser publicados de antemão.

Em alguns países o juiz não recebe uma parte sem a presença da outra, tão grande é a preocupação com a imparcialidade. O que alguns ministros praticam aqui no STF. Ou grava-se a conversa para assegurar a fidelidade do que ocorreu e proteger o ministro de propostas inadequadas".
Mendes é o pior exemplo de  ministro pop star: pronuncia-se o tempo todo fora dos autos, só falta pendurar uma melancia no pescoço para aparecer mais na mídia, mantém contatos políticos a torto e direito, não recusa convites para eventos de poderosos que têm óbvio interesse em decisões do STF.

Pior, FAZ POLÍTICA (e sempre com viés direitista) --como quando produziu irresponsável alarmismo acerca de um estado policial que nem remotamente se configurava, ou quando contrapôs à frase da então ministra Dilma Rousseff, de que "tortura é crime imprescritível", a estapafúrdia afirmação de que "terrorismo também é" (esquecendo  não só a diferença jurídica entre terrorismo e resistência à tirania, como também o fato de que a imprescritibilidade do terrorismo só viria a ser introduzida nas leis brasileiras depois dos  anos de chumbo).

E nunca tem gravações para apresentar, que comprovassem suas denúncias delirantes e bombásticas.

O veterano jornalista Jânio de Freitas (vide íntegra aqui) nos brinda com uma constatação explícita e uma sugestão implícita:
"O excesso de raiva e a aparente perda de controle em Gilmar Mendes talvez expliquem, mas não tornam aceitável, que um ministro do Supremo Tribunal Federal faça, para a opinião pública, afirmações tão descabidas.

...Com muita constância, somos chamados a discutir o decoro parlamentar. Não são apenas os congressistas, no entanto, os obrigados a preservar o decoro da função".
Eu não insinuo, afirmo: já passou da hora de Gilmar Mendes ser submetido a impeachment.

Menos pela comédia de pastelão que está encenando agora e mais por haver, em duas diferentes ocasiões, privado da liberdade Cesare Battisti em função não das leis e da jurisprudência existentes, mas da esperança que nutria de as alterar.

Quando o ministro da Justiça Tarso Genro concedeu refúgio ao escritor italiano, cabia ao presidente do STF suspender o processo de extradição e colocá-lo em liberdade, como sempre se fizera. Mas decidiu mantê-lo preso, confiante em que convenceria seus colegas ministros a detonarem a lei e a instituição do refúgio, passando por cima do Legislativo e usurpando prerrogativa do Executivo. Conseguiu.

Da segunda vez, quando o então presidente Lula negou a extradição, exatamente como o Supremo o autorizara a fazer, o relator Mendes e o presidente Cezar Peluso apostaram de novo numa virada de mesa legal... E PERDERAM!

O desfecho do caso os tornou responsáveis pelo SEQUESTRO de Battisti durante os cinco meses seguintes --e nada existe de mais grave para um magistrado do que dispor tendenciosamente da liberdade alheia, cometendo abuso gritante de autoridade.

Se Mendes sofrer o impeachment agora, Deus estará escrevendo certo por linhas tortas.

miércoles, 30 de mayo de 2012

Organizan complot contrarrevolucionario contra Cuba en Ginebra

Por El Topo de Miami Miércoles, 30 de Mayo de 2012

A principios de junio de 2012 se desarrollará la Sesión General de la Conferencia Anual de la OIT en Ginebra,  y con fecha 31 de mayo (mañana) se realizará  un supuesto evento de solidaridad  con la llamada Coalición Sindical, en  las que las agrupaciones anticubanas radicadas en Miami “Comité Pro Sindicalismo Libre” y “Grupo Internacional para la Responsabilidad Social Corporativa en Cuba”, pretenden boicotear a la delegación cubana que participará en ese evento.

Según los organizadores, se pretende montar una campaña mediática contra nuestra nación denunciando supuestas violaciones y arbitrariedades en contra de los derechos laborales y sindicales de la masa trabajadora cubana.

Un correo electrónico circulado entre varios de estos mercenarios internos da fe de las orientaciones emitidas desde el exterior y su participación en  esta nueva maniobra anticubana.

Esta acción responde al interés de desacreditar nuestro sistema político y social, de trasladar una imagen interna de caos, violación, represión, etc., donde juega un papel preponderante la mafia anticubana de Miami.
 En este sentido, se destaca el cubano emigrado Joel Brito Delgado, quien durante los años en que residió en la isla ocupó cargos de dirección de departamento en la CTC nacional de Cuba. Desertó en 1997 en Bolivia, trasladándose posteriormente a Miami donde reside actualmente.
A su llegada,  comienza a vincularse con directivos de la agrupación contrarrevolucionaria “Federación Sindical en Exilio Gas y Agua” (FESPEGA), ascendiendo en su nomenclatura estructural, ocupando el cargo de asesor económico y laboral. En su trayectoria mercenaria se vinculó con directivos de la FNCA y con congresistas cubanos americanos con tendencia reaccionaria, estuvo relacionado con la organización de planes de sabotaje a la termoeléctrica de “Tallapiedra”,  en La Habana.

Actualmente cuenta con su propio proyecto sindical denominado “Grupo por la Responsabilidad Social Corporativa”, dirigido a asesorar y financiar a engendros contrarrevolucionarios en nuestro país como es la “Coalición Sindical Independiente de Cuba” (CSIC) que agrupa a tres grupúsculos internos fantasmas que no cuentan con representación, ni membrecía real en el país, dedicándose fundamentalmente a denunciar y trasmitir al exterior supuestas violaciones de los derechos sindicales y laborales de la masa trabajadora cubana por parte de las autoridades cubanas, pero a cambio reciben de forma mensual más de 3 000 dólares, teléfonos celulares, cámaras fotográficas y de videos, laptos y memorias flash que son pagadas por el contribuyente norteamericano a través de los 20 millones que el gobierno de ese país destina para lograr un cambio de sistema político en la isla.

Entre los principales privilegiados de estos financiamientos se encuentran los mercenarios María Elena Mir Marrero, Maybel Padilla Pérez e Iván Hernández Carrillo, este último excarcelado el pasado año como parte de la mediación entre la Iglesia, el Estado cubano y el anterior gobierno español,  encabezado por José Luis Zapatero. Cuenta con el apoyo incondicional de diplomáticos de la SINA, Reino Unido de Inglaterra, República Checa, Reino de Suecia y Países Bajos.

Este nuevo complot evidencia una vez más el interés de  las organizaciones anticubanas de Miami financiadas por el gobierno de ese país en tratar de manchar la imagen de la Revolución cubana y sus organizaciones sociales y sindicales que si responden al interés de la clase trabajadora cubana desde el triunfo revolucionario en el año 1959.

Fotocopia de la invitación que se está circulando para la provocación en Ginebra
 

Firmado:
El Topo de Miami.


Fuente El Blog de Yohandry

Yoani Sánchez: ‘portavoz del pueblo cubano’ que calla... a los cubanos

El mismo diario El País que nos expulsara al bloguero cubano Yohandri Paz y a una servidora, hoy brinda espacio a la super bloff-era gUSAna... (¿Tal vez una nueva forma de lavado de dinero?) demostrando -como si aún hiciera falta- el irrespeto total de ese medio hacia Cuba y los cubanos, hacia esa gran mayoría que defiende la Revolución y que sólo le interesan las calandracas... para pescar!

 

Yoani Sánchez: ‘portavoz del pueblo cubano’ que calla... a los cubanos

Por Vincenzo Basile

Yoani Sánchez, la bloguera autora de una cuenta milionaria en twitter (hasta hoy ha enviado mensajes por un valor superior a 10 mil dólares) y de dos blogs (uno cubano y otro nuevo que acaba de lanzar), mientras se queja de la escasez de recursos y agradece a supuestos ‘generosos benefactores’ que le recargan el móvil, es el manifesto emblema de la que puede considerarse una auténtica paradoja de la disidencia cubana, ya que, citando al presidente Rafael Correa, “es increíble que en un país donde supuestamente no hay libertad de expresión, alguien pueda hacer tales afirmaciones”.

Días atras, la citada bloguera ‘publicó’ la primera entrada en su nuevo blog Cuba Libre (en el periódico español El País), una entrada que -más que crítica- se puede considerar un ultraje al pueblo de Cuba. Entre otras cosas, escribía: “Los cubanos nos quejamos por dentro, susurramos la inconformidad por temor a que los aguzados oídos de la policía política puedan escucharla. No practicamos lemas apasionados para corear en una manifestación, sino que somos diestros en la apatía, en las máscaras. Nuestra acción más rebelde se limita a practicar la doble moral, evadir la excesiva propaganda ideológica”.

Por esas líneas queda muy claro que la ‘superbloguera’ no se ha dado cuenta de lo que es Cuba. Mientras ella sigue intentando dibujar el país caribeño como una dote no deseada de la guerra fría, rígidamente dividida en dos frentes distintos y antagonistas, Cuba se presenta a sí misma, y quiere presentarse al mundo, como una gigantesca mezcla de opiniones, valores, estilos e ideas, juntados en un imprescindible amor a la Patria, un auténtico sentido de Revolución y un irrenunciable deseo de independencia. 
 
Jóvenes voces cubanas, diariamente, se levantan por todos los lados del país, apoyando, criticando y, sobre todo, pidiendo que se cambie todo lo que debe ser cambiado, enseñando así todo su carácter de concientes revolucionarios.

Claramente esto es un aspecto de la cotidianidad cubana que no le cuadra a Yoani Sánchez. Para ella mejorar Cuba significa destruir el pasado, tal vez olvidarlo y borrarlo definitivamente. En este sentido, la bloguera cierra los ojos y se tapa las orejas para no darse cuenta, por ejemplo, de una naciente blogósfera cubana -crítica, irreverente y revolucionaria- que quiere que urgentemente se hagan cambios, que se queja animadamente de la carencia de recursos materiales, que lamenta la falta de conectividad, que pretende que se perfeccione el socialismo. El problema, para Yoani Sánchez, es precisamente esto: ella no quiere perfeccionar o mejorar. La suya es una voz destructora que pretende una destrucción. 
 
Teniéndole miedo a todo eso, la bloguera cubana que no anda por Cuba, que no sale de las mazmorras de su fortaleza de premios de oro, que ella llama ‘edificio yugoslavo’ (como si eso fuera una ofensa), vuelve a calificar a más de once millones de cubanos como ‘apáticos asustados’, mientras que sólo ella -junto a un ínfimo grupo anhelante que la circunda como hienas que esperan un pedazo de carne que se caiga olvidado de las mordazas de la fiera- es capaz de encontrar la valentía necesaria para quejarse, expresando con una sola voz el pensamiento de un pueblo ‘subyugado’, que a lo mejor la desconoce y -a lo peor- encuentra formas más coloridas para calificarla a su vez.

Tomado de Capítulo Cubano

Sociedad Civil cubana aboga por desarme nuclear: Incluye Declaración final en esp. e inglés

 

Descargue aquí texto completo de la intervención de Leyde E. Rodríguez Hernández

Una-vision-desde-las-Relaciones-Internacionales.pdf

La Habana, 24 may (PL) Representantes de la sociedad civil cubana y de organizaciones regionales con sede en la isla, aprobaron hoy aquí una declaración conjunta sobre paz y desarme nuclear, en la cual abogaron por un orden mundial justo y equitativo.

  En un encuentro en la sede de la Asociación Cubana de Naciones Unidas (ACNU), los participantes expresaron su preocupación por el peligro que representa para la especie humana la existencia de más de 20 mil armas nucleares.

Asimismo, subrayaron que la eliminación total de las mismas es la única garantía contra su uso, por lo cual instaron a los gobiernos a avanzar hacia ese propósito.

"Resulta inaceptable que en el mundo actual se gaste la cifra de 1,74 millones de millones de dólares en la producción de armamentos, mientras que mil 20 millones de personas padecen hambruna, y 11 millones de niños mueren anualmente por enfermedades prevenibles", señala la declaración.

Durante el encuentro, el profesor titular del Instituto de Relaciones Internacionales Raúl Roa, Leyde Rodríguez, alertó que el mundo se encuentra frente a dos grandes desafíos: el cambio climático y la proliferación de armas nucleares.

Al respecto, explicó que el desarme es el sistema de medidas cuya aplicación debe conducir a eliminar la amenaza de una guerra mundial.

Para Rodríguez, mitigar la carrera armamentista sigue siendo una aspiración de la humanidad.

En la cita de la ACNU estuvieron representadas unas 25 organizaciones de la sociedad civil cubana, así como miembros del Centro de Investigaciones de la Economía Mundial y funcionarios del Ministerio de Relaciones Exteriores.

Fuente Prensa Latina

Declaración final del Encuentro de Organizaciones de la Sociedad Civil Cubana sobre Paz y Desarme Nuclear. (Al final, en inglés)

Reunidos en La Habana, representantes de 80 organizaciones de la  Sociedad Civil Cubana y de organizaciones internacionales con sede en Cuba,

Conscientes de la necesidad de suprimir todos los actos de agresión y promover la paz y un orden mundial justo y equitativo basado en la Carta de las Naciones Unidas y el Derecho Internacional, enfatizamos nuestra profunda preocupación por el peligro para la supervivencia de la humanidad que representa la existencia en el mundo de más de 20 000 armas nucleares, y expresamos nuestro más firme apoyo a las acciones de los gobiernos que conduzcan al logro del desarme nuclear y la prohibición y eliminación total de la faz de la tierra de tales armas.

Las organizaciones de la Sociedad Civil Cubana participantes en el Encuentro sobre Paz y Desarme Nuclear declaramos los siguiente:


  1. Desde hace 60 años la Organización de las Naciones Unidas instó a “eliminar de los armamentos nacionales las armas atómicas, así como todas las demás armas principales capaces de causar destrucción colectiva de importancia”.
  2. La eliminación total de las armas nucleares es la única garantía absoluta contra su uso o amenaza de uso. Es por eso necesario y urgente lograr cuanto antes el desarme nuclear.
  3. Resulta inaceptable que en el mundo actual, impactado por una profunda  y galopante crisis económica global,  se gaste  la astronómica cifra de 1,74 millones de millones de dólares en la producción de armamentos, mientras que 1020 millones de personas padecen hambruna y 11 millones de niños mueren anualmente por enfermedades prevenibles.
  4. Se debe abandonar definitivamente la inaceptable doctrina de la “disuasión nuclear”, que lejos de contribuir al desarme nuclear, estimula la perpetua posesión de esos armamentos.
  5. Se debe avanzar con acciones concretas para alcanzar el Desarme Nuclear general y la eliminación total de las armas nucleares, de acuerdo con un cronograma multilateral, transparente, irreversible y verificable.
  6. Apoyamos la propuesta del Movimiento de Países No Alineados de establecer un calendario concreto para la reducción gradual de las armas nucleares hasta su total eliminación y prohibición, a más tardar en el año 2025.
  7. Expresamos igualmente nuestro apoyo a la Declaración adoptada en el marco de la Cumbre de la Comunidad de Estados Latinoamericanos y Caribeños (CELAC) celebrada en diciembre pasado, mediante la cual se enfatizó el firme compromiso de todos los países de nuestra región de trabajar en la convocatoria de una conferencia internacional de alto nivel para identificar las vías y métodos de eliminar las armas nucleares en la fecha más pronta posible.
  8. Las organizaciones no gubernamentales cubanas se suman a este esfuerzo internacional y hacen un llamado a todas las personas de buena voluntad en el mundo y amantes de la paz  a redoblar sus esfuerzos para alcanzar un  mundo libre de  armas nucleares. Las presentes y  futuras generaciones tenemos derecho a vivir en paz.
  9. Esta declaración queda abierta a la firma de todas las personas y organizaciones  que concuerden con los principios y propósitos que en la misma se expresan.

La Habana, 24 de mayo de 2012
     "Año 54 de la Revolución"


ORGANIZACIONES FIRMANTES / SIGNATORY ORGANIZATIONS


  •     Movimiento Cubano por la Paz y la soberanía de los pueblos
  •     Federación de Mujeres Cubanas
  •     Centro Félix Varela
  •     Unión Nacional de Juristas de Cuba
  •     Unión Nacional de Escritores y Artistas de Cuba
  •     Organización de Solidaridad de los Pueblos de Asia, África y América Latina
  •      Centro de Estudios sobre la Juventud
  •      Asociación Médica del Caribe
  •     Sociedad Cultural José Martí
  •     Fundación Antonio Núñez Jiménez de la Naturaleza y el Hombre
  •     Asociación Cubana de las Naciones Unidas
  •     Filial Cubana de la Internacional de Médicos contra la Guerra Nuclear
  •     Asociación de Pedagogos de Cuba
  •     Asociación Hermanos Saíz
  •     Central de Trabajadores de Cuba
  •     Centro Memorial "Dr. Martin Luther King Jr
  •     Consejo de Sociedades Científicas de la Salud
  •     Unión de Jóvenes Comunistas
  •     Academia de Ciencias de Cuba
  •     Federación Estudiantil Universitaria
  •     Sociedad Cubana de Alergia
  •     Sociedad Cubana de Anatomía Patológica
  •     Sociedad Cubana de Anestesiología y Reanimación
  •     Sociedad Cubana de Angiología y Cirugía Cardiovascular
  •     Sociedad Cubana de Ateroesclerosis
  •     Sociedad Cubana de Bioingeniería
  •     Sociedad Cubana de Cardiología y Cirugía Cardiovascular
  •     Sociedad Cubana de Ciencias Farmacéuticas
  •     Sociedad Cubana de Ciencias Fisiológicas
  •     Sociedad Cubana de Ciencias Morfológicas
  •     Sociedad Cubana de Cirugía Endoscópica
  •     Sociedad Cubana de Cirugía General
  •     Sociedad Cubana de Cirugía Maxilofacial
  •     Sociedad Cubana de Cirugía Pediátrica
  •     Sociedad Cubana de Cirugía Plástica y Caumatología
  •     Sociedad Cubana de Coloproctología
  •     Sociedad Cubana de Dermatología
  •     Sociedad Cubana de Endocrinología y Metabolismo
  •     Sociedad Cubana de Enfermería
  •     Sociedad Cubana de Estomatología
  •     Sociedad Cubana de Estudios Ortodóncicos
  •     Sociedad Cubana de Farmacología
  •     Sociedad Cubana de Gastroenterología
  •     Sociedad Cubana de Gerontología y Geriatría
  •     Sociedad Cubana de Hematología
  •     Sociedad Cubana de Higiene y Epidemiología
  •     Sociedad Cubana de Historia de la Medicina
  •     Sociedad Cubana de Imagenología
  •     Sociedad Cubana de Informática Médica
  •     Sociedad Cubana de Inmunología
  •     Sociedad Cubana de Medicina Bioenergética y naturalista
  •     Sociedad Cubana de Medicina Familiar
  •     Sociedad Cubana de Medicina Física y Rehabilitación
  •     Sociedad Cubana de Medicina Intensiva y de Emergencia
  •     Sociedad Cubana de Medicina Interna
  •     Sociedad Cubana de Medicina Legal
  •     Sociedad Cubana de Microbiología y Parasitología
  •     Sociedad Cubana de Nefrología
  •     Sociedad Cubana de Neumología
  •     Sociedad Cubana de Neurología y Neurocirugía
  •     Sociedad Cubana de Nutrición
  •     Sociedad Cubana de Obstetricia y Ginecología
  •     Sociedad Cubana de Oncología, Radioterapia  y Medicina Nuclear
  •     Sociedad Cubana de Ortopedia y Traumatología
  •     Sociedad Cubana de Otorrinolaringología
  •     Sociedad Cubana de Patología Clínica
  •     Sociedad Cubana de Pediatría
  •     Sociedad Cubana de Periodontología
  •     Sociedad Cubana de Prótesis Estomatológica
  •     Sociedad Cubana de Psicología de la Salud
  •     Sociedad Cubana de Psiquiatría
  •     Sociedad Cubana de Retinosis Pigmentaria
  •     Sociedad Cubana de Reumatología
  •     Sociedad Cubana de Salud Pública
  •     Sociedad Cubana de Toxicología
  •     Sociedad Cubana de Trabajadores Sociales de la Salud
  •     Sociedad Cubana de Urología
  •     Sociedad Cubana en Ciencias de la Salud.
  •     Sociedad Cubana Oftalmología
  •     Sociedad de Neurociencias de Cuba

FINAL DECLARATION

MEETING HELD BY ORGANIZATIONS OF THE CUBAN CIVIL SOCIETY ON PEACE AND NUCLEAR DISARMAMENT  

Convened in Havana, the representatives of 80 organizations of the Cuban Civil Society and international organizations based in Cuba,

Aware of the need to suppress all acts of aggression and to promote peace and a just and equitable world order based on the Charter of the United Nations and the International Law, highlight our deep concern about the peril to the survival of mankind posed by the existence in the world of over 20 000 nuclear weapons and express our strong support to governments’ actions leading to the achievement of nuclear disarmament as well as to the prohibition and total elimination of said weapons off the face of the earth.

THE ORGANIZATIONS OF THE CUBAN CIVIL SOCIETY PARTICIPATING IN THE MEETING ON PEACE AND NUCLEAR DISARMAMENT STATE THE FOLLOWING:


  1. Sixty years ago, the United Nations Organization urged to: “eliminate from national armaments of atomic weapons and all other major weapons adaptable to mass destruction.”
  2. The total elimination of nuclear weapons is the only and absolute guarantee against their use or threat of use. It is therefore necessary and urgent to achieve nuclear disarmament as soon as possible.
  3. It is unacceptable that in the present world, shocked by a profound and increasing global economic crisis, the astronomical amount of 1.74 billion dollars are spent in the production of armaments , while 1020 million people suffer from hunger and 11 million children die annually from preventable diseases.
  4. The unacceptable doctrine of “nuclear deterrence” must be definitely abandoned, which far from contributing to nuclear disarmament stimulates the everlasting possession of such weapons.  
  5. We should move forward by means of concrete actions to achieve a comprehensive Nuclear Disarmament and the total elimination of nuclear weapons in accordance with a multilateral, transparent, irreversible and verifiable timetable.
  6. We support the proposal made by the Non-Aligned Movement to establish a specific timetable to gradually reduce nuclear weapons until its total elimination and prohibition by not later than 2025.
  7. We also express our support to the Declaration adopted in the context of the Summit of the Community of the Latin-American and Caribbean States (ECLAC), held last December, which stressed the strong commitment of all the countries of our region to work in the announcement of a high- level international conference aimed at identifying ways and methods to eliminate nuclear weapons on the earliest possible date.  
  8. Cuban non-governmental organizations join this international effort and call upon all people of goodwill worldwide and peace lovers to redouble their efforts to achieve a world free from nuclear weapons free. The present and future generations have the right to live in peace.
  9. This declaration is open to be signed by all persons and organizations who agree with the principles and purposes stated herewith.

Havana, May 24th, 2012
     "54th year of the Revolution"



martes, 29 de mayo de 2012

A Capriles no le echaron su polvo royal

Por Raúl Bracho

El polvo facial, sí se lo echan a diario y aparece en todas las actividades de la campaña con su cara de carajito, pero aun así no levanta nada. Sus asesores se desesperan porque el majunche mayor les salio maluco, no levanta ni polvo cuando camina por toda Venezuela. Ni siquiera es capaz de levantar las carcajadas con las que nos divertía su antecesor en sus dislexias orales, Rosales lo supera con creces.

Es en verdad preocupante  lo que está pasando con este niñito de la burguesía, cree que solo porque  gano cinco elecciones, todo el país se parece a Chacao.. Cree que Miranda lo nombraría gobernador nuevamente,  si de esa contienda se tratara, es un problema que tiene para darse cuenta de lo obvio.No ve lo que tiene enfrente: un país enamorado de Hugo Chávez, lleno de amor revolucionario, de la fuerza de 13 años de victorias.

Ojalá y quienes sacaron a este niñito a la carrera por la Presidencia encuentren a alguien que le eche un polvo mágico a Capriles y por lo menos sepa hacer mejor su trabajo.

Ya a partir de hoy nuestro presidente Chávez retoma la calle para
enfadar aun más a quienes lo daban por muerto, así que como me apremia el tiempo y debo ir a la chamba, solo quería escribir esta breve nota para decir: ¡pobrecito Caprilito, Chávez lo tiene loco!!!!

Viviremos y venceremos el 7 de Octubre, nojoda!!!


El plattista idilio de Estado de SATS

Jorge Ángel Hernández



Se le atribuye a Nicolás Guillén —el nuestro, bueno también sin exclusiones— la anécdota de haberse aparecido a un sitio que se presumía de rango acompañado por una prostituta. Ante la negativa de que entrase, por tratarse de una persona “de dudosa moral”, el poeta respondió: “Por el contrario, señor, ¡se trata de una prostituta!”. El lance revela, en una clave humorística aplastante, dónde se halla el verdadero conflicto “dudoso” ante la ética y la moral social. Y he recordado esa anécdota leyendo los descargos que Estado de SATS lanza sobre la posición de la Iglesia católica cubana luego de la visita del Papa Benedicto XVI a Cuba.

Lo primero que se advierte es una reacción furibunda a lo que llaman nacionalismo, en nombre de la democracia y la “creciente sociedad civil”. Y se presenta un supuesto panorama equitativo en medio de una “puja entre el poder totalitario y las fuerzas democratizadoras”. 

La realidad es construida por la percepción del escribiente, para que así sea retransmitida por las verdaderas fuerzas de injerencia que tras la democratización camuflan sus acciones. Se cumple además, disciplinadamente, el patrón de negar méritos al proceso revolucionario cubano, desde su surgimiento hasta el momento actual, y el de proclamar inviable la dirección de la revolución por obsoleta. Los giros fraseológicos abundan en lugares comunes que marcan la esencia propagandística de lo que se sostiene como verdades absolutas. 

Tampoco reconocen, a partir de una “caprichosa impresión”, la legitimidad política de un sistema de gobierno refrendado por el 97,7 de la población en voto libre, directo y secreto. Ni le atribuyen ejercicio de soberanía a esa masa, desde luego. Se consideran a sí mismos los únicos soberanos del país. Se adjudican, también “caprichosamente”, las manifestaciones críticas de la sociedad cubana, —que, agrego por mi parte, se da sobre todo desde el arte, la literatura y ciertos foros de debate profesional, es decir, en un legítimo ejercicio de democratización revolucionaria—, como “espacios abiertos” que “evaden señalar a la cúpula gobernante como los principales causantes de la debacle nacional.”

Según Jardines y Rodiles, editorialistas de Estado de SATS, desde los foros eclesiásticos se ha lanzado el presupuesto de que “solo el Gobierno goza de legitimidad y poder para llevar a cabo un proceso de transformaciones y que, por consiguiente, todos debemos entregarles un cheque en blanco”. He ahí un foco de escozor, de intolerancia política que, por supuesto, no va a admitir al otro desde ningún punto de vista. Y adviértase además la expresión desiderativa subliminal de entregar un cheque en blanco al presunto solucionador.

¿Dónde está “la creciente sociedad civil”, de acuerdo con los editorialistas de Estado de SATS? En quienes comparten su plattista visión acerca del cambio que debe asimilar la sociedad cubana. Por tanto, dentro del escuálido porciento que no refrendó la constitución. La masa de votantes no constituye, para ellos, sociedad civil, por cuanto no cumplen con el requisito imprescindible, a saber: mantener el bloqueo; apoyar la condena, por espías, de los cinco; y entregar el “cheque en blanco” a un sistema de Partidos políticos que ceda la plaza al electoralismo local, el injerencismo y la dominación económica. Para ellos, el cese del bloqueo debe venir porque se instaura el principio de la dominación y se hipoteca la soberanía bajo el patrón de lo que se considera, desde el pensamiento liberal, la democracia

Ese es el futuro perfecto que un grupo de personajes, tan reducido que ni siquiera cuenta como minoría, pretenden legitimar en carácter de oposición.

Pero, según Rodiles y Jardines, el derrocamiento del sistema conduciría a un idilio de reconocimiento internacional, de inversión extranjera y cubanoamericana, de cese de persecuciones de disidentes y, más no faltaba, por fin al cese del bloqueo y el advenimiento de “la verdadera reconciliación entre cubanos de fuera y de dentro” de la Isla. Todo un programa de promesas electorales cuyas insólitas bases fuesen risibles si no se tratara de un comendo de infantería de un proyecto mayor imperialista que no ha dejado de erogar millonarios presupuestos aún en medio de la mayor crisis económica de su historia. No se considera apoyo internacional la abrumadora votación anual de Naciones Unidas en contra del bloqueo, ni se estiman como relaciones comerciales las de las compañías, en nada sospechosas de propugnar el socialismo, que aun así las leyes norteamericanas someten a millonarias multas por comerciar productos con Cuba. Desde luego que no; pues estas se dan desde un poder al que no reconocen los activos radicales del idilio plattista.

No es de extrañar, por tanto, que la Iglesia católica, y sus pensadores más activos, hayan comprendido la naturaleza de sus acciones y, sobre todo, sus pretensiones de usar a la institución religiosa como bastión de la injerencia política. De ahí que los haya convocado a asumir una agenda de mayor independencia, cambios sustanciales y posturas menos excluyentes. O sea, que la Iglesia católica no se comporta como un actor reproductivo de la política revolucionaria, sino, en la esfera política, como socio que reconoce la legitimidad de las fuerzas del poder y su apoyo popular y, acaso, lo errado de su hostilidad pasada. Tampoco es de extrañar, entonces, que la Iglesia reciba el anatema y se le llame, por parte de estos excluyentes “actores políticos” a emprender la retirada justo en el momento en que consigue un verdadero salto.

La participación en el diálogo de intelectuales, empresarios y diversos actores de la sociedad cubana de la diáspora, se debe, nada menos, siempre según estos airados analistas, que al efecto del “hechizo” del “elixir castrista”. Todo un despliegue de análisis, ¿verdad? O acaso, y en rigor, un coletazo de agonía ante el hecho irreversible de que su soledad se hace visible, pierden la buscada complicidad de actores dispuestos a ser eje de manipulación injerencista y se revela la para nada dudosa moral de ese plattismo, intolerable para el más simple de los imaginarios cubanos, que proyectos como el de Estado de SATS pretenden propugnar.

Confronte además:


Foto: Antonio G Rodiles, creador visible de Estado de SATS, espera la verificación de la lista para ingresar a una dependencia de la SINA, en un cónclave plattista de cínico injerencismo político y soberano. Foto: blog cambiosencuba

Fuente: Blog Ogunguerrero

Los Lineamientos y la estructura socio-clasista en Cuba. Una opinión

Por su extensión y profundidad del tema, les brindamos aca el resumen del trabajo y su acápite introductorio, adjuntando en formato pdf el trabajo íntegro:



Descargalo aquí:


Los Lineamientos  [1] y la estructura socio-clasista en Cuba. Una opinión
Por Darío Machado Rodríguez [2 ]

RESUMEN

Los cambios en curso en Cuba como resultado de la aplicación de los Lineamientos de la Política Económica y Social del Partido y de la Revolución, aprobados por el VI Congreso del PCC, si bien tienen claridad y coherencia y su aplicación es un requisito indispensable para avanzar, no están enmarcados en un programa fundamentado en una teoría general de la transición socialista en Cuba que indique además de los argumentos, los alcances y desafíos generales de las transformaciones.

Estos cambios están determinando la aceleración de la transformación de la estructura socio-clasista de la sociedad cubana, sin que estén explicitados suficientemente los impactos sociales y políticos que implican e implicarán.
El abordaje de esta importante arista dentro de una teoría general de la transición socialista en Cuba pasa por la necesidad de una comprensión dialéctica de lo que significan las clases sociales y de su complejidad dentro de la estructura socio-clasista, terreno en el que el pensamiento teórico de las experiencias socialistas se enfocó más en el lado estructural que en el funcional y no prestó suficiente atención a los factores culturales, subjetivos.
La diversificación de los tipos de propiedad no tiene que verse como una amenaza, sino que puede verse como una oportunidad, pero se necesita apoyar con más recursos humanos y materiales el seguimiento científico de los cambios en curso, de manera que se obtenga información sistemática que contribuya a las medidas correspondientes para asegurar el equilibrio en el funcionamiento del metabolismo socioeconómico de la sociedad.
Se exponen los argumentos acerca de la continuidad de los estudios sobre estructura socio-clasista de la sociedad cubana como parte integrante de una teoría general de la transición socialista en Cuba, así como líneas generales de su desarrollo.

INTRODUCCIÓN

Un análisis cuidadoso de los Lineamientos aprobados por el VI Congreso del Partido Comunista de Cuba, denota la existencia de una voluntad política de cambio en una determinada dirección con el objetivo declarado de hacer una economía más eficiente y estable y defender el rumbo socialista de la sociedad cubana. En su desarrollo se van observando incipientes resultados alentadores. Es preciso continuar con el proceso de aplicación y experimentación en curso, irreversible, tal como lo calificara recientemente el Dr. Eusebio Leal. Ser revolucionario hoy –vale reiterarlo- es aplicar los Lineamientos, pero también se aprecia que no queda resuelta integralmente la problemática de los cambios esperados en el modelo social hacia el cual nos encaminamos, en un proceso que -como también afirmara el Historiador de la Ciudad de La Habana-, debe ser profundizado.

Ahora bien, esa problemática tampoco la abordó la Conferencia celebrada meses después del congreso, ni existe hoy el debate, en mi criterio imprescindible, sobre este particular. Un debate que puede y debe tener lugar ahora junto con el proceso de cambios y para el cual no puede haber soluciones previas, y que tampoco puede ser resuelto de una vez, con un único momento de discusión y análisis, ni solamente por los militantes del partido, sino que de debe involucrar a todo el pueblo y ser abierto, organizado y sistemático, transcurrir junto con las experiencias de aplicación de los Lineamientos e involucrar a los ámbitos académico y político, a los medios de comunicación, a las organizaciones sociales y profesionales, etc. Sus premisas deben ser la observancia de los principios socialistas y el respeto a la Constitución socialista de la República de Cuba, sin detrimento que aspectos de ella resulten modificados como resultado del consenso que se alcance.

Solo en líneas muy generales puede construirse cierta imagen del futuro a partir de los Lineamientos. Los conceptos fundamentales del socialismo en Cuba se mantienen con toda claridad, cuando me refiero al modelo social estoy aludiendo al enfoque integral de lo económico, con lo político, con lo organizativo, con lo jurídico normativo, a los límites en diversificación de la propiedad, a la ampliación de las formas de participación ciudadana, a las formas de ejercicio del control popular, al papel que deben jugar los medios de comunicación, a la democracia socialista, al Estado socialista de Derecho, a las relaciones económicas, políticas y culturales con el mundo.
Los rasgos del estado futuro al que se aspira con los cambios en curso estarían delineados en un programa o plataforma programática actualizada. Un elemento fundamental como lo es, por ejemplo, el límite previsto en las proporciones de los diferentes tipos de propiedad y su enfoque global dentro del metabolismo socioeconómico de la sociedad cubana en transición socialista, sus posibles efectos, etc. es uno de esos rasgos indefinidos en la proyección general. Los Lineamientos no especifican la proporción que alcanzará a corto plazo la producción no gestionada por el Estado, tampoco quedó esclarecido por la Conferencia Nacional del Partido, y es algo que tendrá efectos importantes en la estructura socio-clasista de la sociedad cubana.
Otro de los rasgos, muy vinculado al anterior, es el que prefigura esa estructura socio-clasista a mediano y largo plazo, asunto precisamente de este breve ensayo. La estructura socio-clasista en Cuba y sus cambios han sido por años objeto de estudio sistemático por destacados investigadores sociales del Centro de Investigaciones Psicológicas y Sociológicas de Cuba, y su análisis ha sido también promovido por otras instituciones, como es el caso del taller convocado por la revista Cuba Socialista, cuyos contenidos fueron publicados por la Editorial de Ciencias Sociales de La Habana, en 2003 en un libro titulado “Los cambios en las estructuras socio-clasistas” y en la propia revista.  [3]

Las políticas económicas pueden contribuir a mantener relativamente estables la estructura socio-clasista o pueden impulsar sus cambios, propiciando una mayor diferenciación y una movilidad social mayor que es precisamente lo que está ocurriendo ahora. El proceso que tiene lugar hoy, promovido desde la superestructura política, que condiciona una creciente y acelerada movilidad social, no pocas veces traumática para quienes encarnan personalmente los cambios, hace oportuno volver acerca de la necesidad de promover el debate de este particular para actualizar los enfoques sobre tan importante aspecto de la teoría de la transición socialista en Cuba.
El tema es transversal para los ámbitos económico cultural, jurídico normativo, político, ideológico, e incluye tanto lo relativo al diagnóstico, como a la probable evolución de la estructura socio-clasista. Su estudio debe continuarse de modo sistemático, sujeto a  monitoreo y evaluación periódicos. El socialismo es una sociedad que se construye conscientemente, necesita del enfoque científico y experimental, el único que puede aportar la perspectiva más segura contra la improvisación y la disgregación y reducir el error.
Para la presente contribución considero indispensable una profundización en el concepto mismo de clase social y una aproximación a la caracterización de los cambios que hoy tienen lugar en Cuba y de sus efectos sociales y políticos, desde esa perspectiva, ejemplificando particularmente con los cuentapropistas y los usufructuarios del Decreto-Ley 259.


.Colombia: Paro Nacional, 30 de Mayo

Paro Nacional, Mayo 30
Por educación pública gratuita y de calidad; la construcción de un nuevo modelo de salud y el fortalecimiento económico y administrativo de la justicia.
El Comité Coordinador Nacional de Unidad Sindical Estatal, ante el impacto negativo que está causando la profundización de las políticas neoliberales del gobierno de Juan Manuel Santos en la vida de los colombianos-as, ha convocado la suspensión de labores de los empleados del Estado el 30 de mayo.
Por la grave situación que se registra en el sector estatal, tanto en lo educativo, como en salud, y justicia, el real deterioro de las condiciones laborales, de la calidad de vida de los trabajadores y empleados al servicio del Estado, las centrales obreras, las distintas federaciones de empleados estatales del país, maestros-as, estudiantes, padres y madres de familia, organizaciones sociales y políticas, anunciaron su participación en el paro nacional el próximo miércoles 30 de mayo.
Subrayan los convocantes que estos problemas se agravarán con la entrada en vigencia del TLC con los Estados Unidos, consecuencia a su vez de la implementación del modelo económico dominante, desarrollista, depredador, que todo lo convierte en mercancía, lo privatiza, incluyendo los derechos, el derecho a la educación, a la salud, a la justicia, en fin a la vida.
En consecuencia exigen, entre otros puntos: “La eliminación de la tercerización laboral, por la formalización del empleo público y la ampliación de las plantas de personal en todas las entidades estatales, iniciando en el Ministerio de Trabajo y en el SENA; Derogatoria de la Directiva Ministerial 02 de 2012, expedida por el Ministerio de Educación, que extiende la jornada laboral del magisterio y la jornada escolar y vigencia de la Directiva Ministerial 010 de 2009, acordada entre Fecode y el gobierno; La construcción de un nuevo modelo de salud, la defensa de los hospitales públicos y la derogatoria de la Ley 100 de 1993, en lo cual coinciden hoy desde la Corte Constitucional hasta el más humilde de los colombianos; El fortalecimiento económico y administrativo de la justicia, eliminando la privatización recientemente aprobada por el Congreso de la República y garantizando su autonomía frente a los otros poderes del Estado”.

Por su parte, el Congreso Educativo de los Pueblos, manifiesta su apoyo e invita al paro, a movilizarse y hacer realidad de forma contundente el cese de actividades en todo el país, así como reafirma el llamamiento a continuar con el proceso de construcción de una propuesta  política-educativa, que humanice la educación, que le imprima referentes de autonomía, solidaridad, dignidad, libertad y soberanía nacional en la  perspectiva de la conformación de una nueva nación, de un nuevo país posible. 
 
Congreso los Pueblos
Mayo 30 de 2012.
Enviado popr Sara Leukos

DEFESA DOS DIREITO HUMANOS É PRIORIDADE MÁXIMA EM SP

Cinco anos se passaram desde que, tentando enfiar goela adentro da comunidade uspiana quatro decretos autoritários, o então governador José Serra deu o pontapé inicial numa escalada de arbitrariedades que foi intensificando-se cada vez mais, até chegarmos às recentes e gravíssimas violações dos direitos humanos em São Paulo.

Então, ao promover um seminário sobre os DH em Sampa, o PSOL almeja algo bem maior do que o aprimoramento do seu programa, visando futuras disputas eleitorais: quer estimular os outros agrupamentos verdadeiramente de esquerda a também priorizarem a luta contra a barbárie e o retrocesso, inscrevendo-a em suas diretrizes e abrindo-se a iniciativas de união das forças progressistas para o enfrentamento do inimigo comum.


Há várias formas de avaliarmos tais episódios: podemos, p. ex., vê-los como consequência dos excessos e provocações dos remanescentes da ditadura militar até hoje enquistados na máquina governamental; como nova demonstração do despreparo de algumas autoridades para o exercício de suas funções numa democracia; e até como balões de ensaio golpistas, para se testar a resistência da sociedade brasileira ao restabelecimento do estado policial.

Todos sabem que eu fui o primeiro a alertar para a última possibilidade. Mas, qualquer que seja o motivo, NÃO PODEMOS, DE MANEIRA NENHUMA, CRUZAR OS BRAÇOS DIANTE DO QUE ESTÁ OCORRENDO! Tanto quanto nos  anos de chumbo, a defesa intransigente dos direitos humanos se tornou um imperativo para os militantes de esquerda em SP. 

Daí eu pedir a contribuição de todos os companheiros, no sentido de começarmos a construir a reação organizada do CAMPO DA ESQUERDA ao avanço da DIREITA SELVAGEM na cidade e no estado de São Paulo.


COMO DETERMOS A ESCALADA DE GRAVES
VIOLAÇÕES DOS DIREITOS HUMANOS EM SP?

O PSOL está abrindo a discussão sobre os problemas candentes da atualidade brasileira, em seminários que servem para a identificação de propostas a serem incorporadas ao programa do partido em relação a questões relacionadas à educação, saúde, meio ambiente, juventude, LGBT, etc.

Neste sentido, vai promover amanhã (4a. feira, 30), a partir das 19 horas, o Seminário de Programa: Direitos Humanos, que terá lugar no Sinsprev (rua Antonio de Godoy, 88, 2o. andar, ao lado do Largo do Paissandu, no centro velho de São Paulo).

Os debatedores já confirmados são o militante histórico da Anistia Internacional Carlos Lungarzo e o jornalista e ex-preso político Celso Lungaretti, que tiveram participação destacada na luta pela liberdade de Cesare Battisti; e Fabiana Leibl, da ONG Conectas Direitos Humanos.

Estão convidados não só os filiados ao PSOL, mas os militantes de DH e todos os interessados em darem uma contribuição positiva para o aclaramento e aprofundamento de assuntos que vão desde a persistência da tortura policial contra presos comuns até hoje e as condições de vida e de trabalho desumanas impostas a grande parte da população, até a escalada autoritária em curso na cidade e no Estado (repressão da Marcha da Maconha, faxina social na Cracolândia, barbárie no Pinheirinho, ocupação militar da USP, etc.).

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lunes, 28 de mayo de 2012

La intervención criminal de Estados Unidos en Honduras, México y América Central

LLAMADO URGENTE DEL MOPASSOL

La reciente masacre de integrantes de la comunidad miskita en el Río Patuca, en Honduras, el pasado 11 de mayo cuando dos helicópteros de la agencia antidrogas de Estados Unidos (DEA en sus siglas en ingles), dispararon sobre una canoa en la que viajaban los campesinos matando a dos mujeres embarazadas, dos hombres e hiriendo gravemente a otros cuatro, evidencia no sólo la continuidad del terrorismo de Estado impuesto por el golpe militar de junio de 2009 contra el presidente Manuel Zelaya, sino también la trágica ocupación militar norteamericana en ese país.

Detrás de este ataque que “se investiga” en Washington -según se informa- no sólo se advierte la militarización estadounidense de Honduras, con cinco bases y centros de operaciones además de Palmerola (estratégica para la IV Flota) sino que se trata de un ataque directo contra los miskitos, para facilitar la ocupación de la zona y la imposición del corredor mesoamericano de agrocombustibles.

Los asesinatos cotidianos de campesinos, dirigentes sindicales y políticos, maestros, estudiantes y periodistas – en este caso suman  25 asesinados desde principios de 2010- permiten comprobar que el actual gobierno de Porfirio Lobo, surgido de elecciones convocadas y digitadas por los militares golpistas de  junio de 2009, es sólo una continuidad de esa dictadura.  Los asesinatos cometidos por la fuerzas de ocupación en este país son cotidianos y evidencian que ése es el proyecto-guión de Estados Unidos para América Latina, si los dejamos avanzar. La tasa de crímenes alcanza al 86,5 por ciento por cada cien mil habitantes. Se estiman alrededor de 700  homicidios mensuales y unas  20 víctimas diarias.  El 55 por ciento de los homicidios ocurrieron en la zona norte del país (Atlántida, Cortés y Francisco Morazán). El 84,6 por ciento con armas de fuego, Y en casi el 28 por ciento de los asesinatos participaron sicarios.

Se conoce que hay asesores israelíes, paramilitares y sicarios colombianos, después de un acuerdo de los golpistas con el ex presidente  de Colombia Alvaro Uribe, así como ex militares argentinos y de la Fundación Uno América, que participó activamente en el golpe. Centenares de personas han sido detenidas y torturadas. Pero al no poder doblegar la resistencia y al entender que  no tienen posibilidad de ganar en nuevas elecciones, la represión aumenta cada día. No podemos dejar solo al pueblo hondureño. Es nuestro deber pronunciarnos solidariamente ante las enérgicas denuncias que realizan las organizaciones populares de Honduras, denuncias que la gran prensa silencia de manera sistemática.

Lo más grave, en el caso de los miskitos fue el intento de justificación de esos asesinatos  por parte del  Director de la Policía Nacional,  Ricardo Ramírez Cid, quien dijo que ”hubo un intercambio de disparos en la escena”. Aún  cuando se observó que las víctimas estaban desarmadas y los sobrevivientes hospitalizados en La Ceiba relataron que les dispararon a mansalva  con ametralladoras y  granadas.  Lo mismo sucede con los crímenes y amenazas contra los campesinos del Aguán. El pueblo miskito es uno de los más golpeados por la tragedia de la ocupación de ese país centroamericano, así como por la corrupción policial y militar en el tema del narcotráfico, además del  feudalismo imperante en esa zona del país, sumida  en una enorme pobreza. Hay más de  1700 lisiados y decenas de muertos en la comunidad miskita.

El diario New York Times en su edición del pasado 5 de mayo encabeza un artículo señalando que la “Armada de los  Estados Unidos, usando lecciones del conflicto de la década pasada (Irak) en la guerra que está siendo peleada en la selva miskita, ha construido un  campamento (centro operativo) con poca notoriedad pública pero con apoyo del gobierno hondureño”. El citado artículo reconoce la instalación de tres “bases de operaciones de avanzada” ubicadas en Mocorón, Puerto Castilla y El Aguacate”.

El Comando Sur del Pentágono está auspiciando en toda Centroamérica lo que llaman “estados fallidos” para justificar las intervenciones en nombre de la seguridad nacional, el viejo esquema con que sembraron dictaduras en todo el continente en el siglo XX. En esa dirección apuntan los “acuerdos de seguridad” que Estados Unidos viene estableciendo con los países de la región.

A la situación de Honduras que se agrava cada día sumando ya miles de muertos, se suma la tragedia mexicana, sobre la que se extiende un silencio cómplice. Desde que México firmó con Estados Unidos el Plan Mérida en el año 2006 (una réplica del Plan Colombia) y Washington envió armas y asesores para una supuesta guerra contra el narcotráfico, más de 55 mil personas han sido secuestradas y asesinadas en forma atroz, sembrando el terror en el norte de ese país. Existen unos diez mil desaparecidos. Las Fuerzas Armadas intervienen directamente en el conflicto y nadie ignora a esta altura de los acontecimientos que  la mayoría de esos muertos nada tienen que ver con el narcotráfico y que Estados Unidos entregó armas a los grupos paramilitares como los Zetas, como se ha descubierto investigando la Operación Castaway (Operación Náufrago ) o Rápido y Furioso.

Supuestamente, se trataba de una operación encubierta de la DEA para entregar armas y “conocer” las vías del contrabando. Pero esas armas fueron a  parar a manos de los paramilitares mexicanos, que se entrenan en tortura con la población civil, y con inmigrantes que van hacia Estados Unidos y son asesinados y despedazados, como se ha visto en la aparición de cadáveres en distintos lugares.

México ha sido convertido en un estado fallido, y caótico que según políticos republicanos amenaza ahora “la seguridad de Estados Unidos”, y por lo tanto podría ser pasible de una intervención, especialmente si en las elecciones próximas no ganan sus “elegidos” como gobernantes. Las armas de EE.UU también fueron para las “maras” creadas en ese país y luego enviadas a sus países de origen, tanto El Salvador como Honduras y Guatemala, con la finalidad de mantener el crimen y el caos.

Honduras bajo  terrorismo de Estado encubierto y Guatemala, donde el feminicidio y la violencia del viejo militarismo y paramilitarismo contrainsurgente se potencia con la llegada a la presidencia de un oficial de los “Kaibiles” la fuerza especial más brutal de todos los tiempos,  preparada en Estados Unidos y autora de crímenes de lesa humanidad y  de desaparición de aldeas enteras, cuyos pobladores fueron eliminados.

Estos integran la cifra de más de 90 mil desaparecidos durante las dictaduras militares guatemaltecas, la más alta de América Latina considerando además la población de poco más de diez millones de habitantes.

Esta es parte de la realidad centroamericana, a lo que se añade el gobierno derechista de Panamá, que ya ha producido matanzas indígenas, persecución de trabajadores y firmado con Estados Unidos la instalación de doce bases militares y centros operativos rodeando todo el país, que había logrado liberarse del Comando Sur a fines de 1999.

La tragedia ilimitada en Centroamérica se continúa con la virtual ocupación de Colombia con por lo menos ocho bases militares  extranjeras y un terrorismo de Estado encubierto desde hace años y ahora  en una supuesta “Democracia de Seguridad”, donde continúan las matanzas militares y paramilitares día por día y se impide cualquier proceso de paz que signifique  producir un verdadero cambio en ese país. Colombia es el país de América Latina que junto con Guatemala, tiene la mayor cifra de muertos y desaparecidos del continente a lo largo del siglo XX y  lo que va del XXI.

Ante esta realidad, a lo que se unen los tratados de libre comercio firmados con varios gobiernos de la región, la invasión de las agencias de Estados Unidos en el continente y la militarización de la región en ascenso, con las consecuencias sociales y políticas que estamos viendo, el Movimiento por la Paz, la Soberanía y la Solidaridad entre los Pueblos (Mopassol), llama a organizaciones populares a extender su solidaridad y realizar actos y demandas para detener la masacre de pueblos hermanos y denunciar los graves  peligros de una profundización de la intervención extranjera, que inevitablemente se extendería hacia todo el continente.

Es hora de decir basta al crimen y detener la guerra de baja intensidad, la invasión silenciosa de las fundaciones del poder imperial y la militarización que intenta una recolonización regional en el siglo XXI.

Buenos Aires, Argentina, 23 de mayo de 2012

 Fuente MOPASSOL



Imagen agregada RCBáez