Convocatória aos PUEBLOS de NUESTRA AMERICA

lunes, 31 de octubre de 2011

QUEM TEM MEDO DA REVOLUÇÃO?

Um espectro ronda a esquerda: o  espectro da revolução.

Pelo mundo inteiro pipocam manifestações contra a ganância, essência do capitalismo -- com uma força e abrangência que não se viam desde as primaveras de 1968.

E, quando as rodas da História começam de novo a girar, após quatro décadas de marasmo e consumismo, a esquerda  moldada na fase do refluxo revolucionário  não consegue acompanhar os ventos de mudança.

Continua defendendo com unhas e dentes os regimes híbridos que sustentaram nossa fé nos anos difíceis, sem acordar para a realidade de que estamos ingressando numa época na qual podemos novamente sonhar com -- e devemos novamente lutar por -- uma revolução nos moldes clássicos.

Ou seja, internacional e desencadeada de baixo para cima, tendo os explorados como sujeito e não como objeto. 

Chega de abençoarmos aquelas ditaduras instauradas por quarteladas que, qual fazendas modelos,  cuidavam bem do seu gado enquanto não tugisse nem mugisse! Não são e nunca foram o que, marxistas e anarquistas, tínhamos como meta, mas, aos olhos dos cidadãos despolitizados e manipulado pelas indústria cultural, acabam se identificando conosco, como se fôssemos totalitários e carniceiros. 

O panorama que hoje se vislumbra é muito mais grandioso. Como Vandré cantou em 1968, temos de novo a certeza na frente e a História na mão.

BECO  SEM SAÍDA

Já faz quase um século que os movimentos revolucionários desviaram por atalho que acabou conduzindo a um beco sem saída.

O desvio foi decidido às vésperas da revolução soviética, quando o Partido Bolchevique discutiu dramaticamente se valia a pena tomar-se o poder num país atrasado, contrariando duas premissas marxistas: a da revolução internacional e a da construção do socialismo a partir das nações economicamente mais pujantes (e não o contrário!).

Foi uma avaliação arguta ou um dom profético que levou Marx a pregar uma tomada de poder em escala global?  A História comprovaria ser o capitalismo tão poderoso que, se nações isoladas tentam edificar uma sociedade mais justa, ou são por ele esmagadas, ou sobrevivem ao preço da descaracterização de suas propostas originais..

"...embora a Rússia não estivesse pronta para o
socialismo, serviria como estopim da revolução mundial..."
Em 1917, prevaleceu o argumento de que, embora a Rússia não estivesse pronta para o socialismo, serviria como estopim da revolução mundial, começando pela revolução alemã, prevista para questão de meses. Então, o atraso econômico russo seria contrabalançado pela prosperidade alemã; juntas, efetuariam uma transição mais suave para o socialismo.

Deu tudo errado. A reação venceu na Alemanha, a nova república soviética só pôde depender de si mesma e, após rechaçar bravamente as tropas estrangeiras que tentaram restabelecer o regime antigo, viu-se obrigada a erguer uma economia moderna a partir do nada.

Quando o ardor revolucionário das massas arrefeceu -- não dura indefinidamente, em meio à penúria --, a mobilização de esforços para superação do atraso econômico acabou se dando por meio da ditadura e do culto à personalidade.

A Alemanha nazista era o espantalho que impunha urgência: mais dia, menos dia haveria o grande confronto e a URSS precisava estar preparada. O stalinismo foi engendrado em circunstâncias dramáticas.

A república soviética acabou salvando o mundo do nazismo -- foi ela que quebrou as pernas de Hitler, sem dúvida! --, mas perdeu sua alma: já não eram os trabalhadores que estavam no poder, mas sim uma odiosa  nomenklatura.

Concretizara-se a profecia sinistra de Trotsky: primeiro, o partido substitui o proletariado; depois, o Comitê Central substitui o partido; finalmente, um tirano substitui o Comitê Central.

Com uma ou outra nuance, acabou sendo este o destino das revoluções que tentaram edificar o  socialismo num só país: foram  isoladas, tornaram-se autoritárias e não tiveram pujança econômica para competir com o mundo capitalista, acabando por sucumbir ou por se tornarem modelos híbridos (como o chinês, que mescla capitalismo de estado na economia com despotismo stalinista na política).

E AGORA, JOSÉ?

Agora, só nos resta voltarmos ao princípio de tudo: Marx.

Reassumirmos a tarefa de engendrar  a onda revolucionária que varrerá o mundo.

Esquecermos a heresia de solapar o capitalismo a partir dos seus elos mais fracos, pois o velho barbudo estava certíssimo: as nações economicamente mais poderosas é que determinam a direção para a qual as demais seguirão, e não o contrário.

Isto, claro, se tivermos como meta a condução da humanidade a um estágio superior de civilização. Pois o cerco das nações prósperas pelos rústicos e atrasados já vingou uma vez, quando Roma sucumbiu aos bárbaros... e o resultado foi um milênio de trevas.

Se, pelo contrário, quisermos cumprir as promessas originais do marxismo, as condições hoje são bem propícias do que um século atrás:
"...crises tão agudas que só unidos e 
solidários conseguiremos sobreviver..."
  • o capitalismo já cumpriu seu papel histórico no desenvolvimento das forças produtivas e está tendo sobrevida cada vez mais parasitária, perniciosa e destrutiva -- tanto que mantém a parcela pobre da humanidade sob o jugo da necessidade quando já estão criadas todas as premissas para o  reino da liberdade, e o 1º mundo sob o jugo da competitividade obsessiva, estressante e neurótica, quando já estão criadas todas as premissas para uma existência fraternal, harmoniosa e criativa;
  • os meios de comunicação que ele desenvolveu, como a internet, facilitam a disseminação e coordenação dos movimentos revolucionários em escala mundial, de forma que um novo 1968, p. ex., hoje seria muito mais abrangente (está longe de ser utópica, agora, a possibilidade de uma onda revolucionária varrer o mundo);
  • a necessidade de adotarmos como prioridade máxima a colaboração dos homens para promover o bem comum, em lugar da ganância e da busca de diferenciação e privilégio, será dramatizada pelas consequências das alterações climáticas e da má gestão dos recursos imprescindíveis à vida humana, gerando crises tão agudas que só unidos e solidários conseguiremos sobreviver.
Nem preciso dizer que a forte componente libertária original do marxismo tem de ser reassumida, pois os melhores seres humanos, aqueles dos quais precisamos, jamais nos acompanharão de outra forma (esta é uma das conclusões mais óbvias a serem tiradas dos acontecimentos das últimas décadas).

A bandeira da liberdade deve ser empunhada de novo pelos que realmente a podem concretizar, não pelos que só têm a oferecer um cativeiro com as grades introjetadas, pois a indústria cultural as martela dia e noite na cabeça dos  videotas.

É este o edifício sólido que podemos começar a construir com os tijolos do muro de Berlim e tantos outros muros tombados.

E é esta a postura com que poderemos nos afirmar como o que devemos e temos a obrigação de ser: a vanguarda dos  indignados  de todos os quadrantes.

sábado, 29 de octubre de 2011

De la Cumbre Iberoamericana dos noticias y video de Correa

Esperamos poder difundir el texto íntegro de la declaración en breve:


Firman declaración de Asunción en Cumbre Iberoamericana
Correa twittea: “primero habla la burocracia internacional y luego los presidentes. Absurdo!”



Asunción, 29 oct (PL) Los Jefe de Estado y de Gobierno asistentes a la XXI cumbre Iberoamericana firmaron hoy aquí la Declaración de Asunción, en la cual se consensuaron los principales temas de debate de la reunión.

Correa llama a vencer neocolonialismo en Cumbre Iberoamericana
Cumbre Iberoamericana: Correa rechazó intervención Banco Mundial
Presidente paraguayo destaca necesidad de rediseñar el Estado

Ver más imágenes en FotosPL


Al anunciar la firma del documento, el presidente paraguayo, Fernando Lugo, destacó la diversidad de opiniones y el haber podido llegar a la unidad de criterios de los participantes.

En la mañana el canciller local, Jorge Lara, señaló que antes de este cónclave hubo reuniones en las cuales se compartieron experiencias en diversos sectores, que contribuyeron a debatir los problemas del mundo actual.

Lara dijo que en ese proceso de diálogo se encontraron coincidencias y se avanzó "en la construcción del documento de la conferencia".

Este texto consta de 57 puntos, producto de las coincidencias y compromisos, resaltando el renovado consenso sobre el rol actual del Estado para el desarrollo efectivo de los pueblos.

Lara apuntó que también se elaboraron 13 comunicados especiales, los cuales fueron elevados para su evaluación y aprobación.

Textos -destacó- que representan demandas históricas de nuestros pueblos, como la necesidad de poner fin al bloqueo económico a Cuba, el tema de las Islas Malvinas, la migración en Iberoamérica y el apoyo a la lucha contra el terrorismo en todas sus formas y manifestaciones.

El canciller paraguayo mencionó la aprobación de los programas de cooperación, relacionados a las fronteras, integración de las áreas de la salud, la cultura, seguridad social, y en lo económico.

Otros programas aprobados tienen que ver con el área de los adultos mayores, propiedad intelectual, fomento de la música iberoamericana y bibliotecas.

En el discurso de inauguración de la cumbre Lugo reclamó que la solidaridad de los países más poderosos no quede en los discursos sino que se plasme en la realidad.

rr/jcd
http://www.prensa-latina.cu/index.php?option=com_content&task=view&id=441135&Itemid=1

Ausencias y preocupación por crisis marcan cita iberoamericana
Por Silvia Gao, Xinhua

Con marcadas ausencias de mandatarios y en medio de la incertidumbre por el desempeño de las economías europeas y de Estados Unidos, quedó inaugurada la XXI Cumbre Iberoamericana.

Aunque América Latina muestra un dinamismo económico por su intercambio comercial con China y otros países asiáticos, el presidente paraguayo, Fernando Lugo, y el secretario iberoamericano, Enrique Iglesias, expresaron preocupación por la tensión que se vive a nivel económico en los países desarrollados.

Lugo destacó que esta cumbre se celebra en momentos de crisis internacional y cuando a ese panorama se suma un nuevo elemento que son "las movilizaciones ciudadanas", en alusión a los movimientos de "indignados" y protestas estudiantiles en Chile, Colombia y otros países.

Por diversos motivos, justificaron su ausencia los otros mandatarios del Mercosur: Argentina, Brasil y Uruguay, así como los presidentes de Venezuela, Cuba, El Salvador, Costa Rica, República Dominicana, Nicaragua y Colombia.

Ha sido la cumbre menos concurrida de gobernantes de la Comunidad Iberoamericana desde que se creó en 1991 con todos los países latinoamericanos de habla española y portuguesa, junto a España y Portugal.
En su discurso de bienvenida, Lugo explicó el contenido del tema central de esta Cumbre, que es "Transformación del Estado y Desarrollo", cuyo objetivo es fortalecer la economía con un Estado más transparente que logre un mayor acercamiento a los ciudadanos.

Argumentó la necesidad de que exista en la región un Estado que "sea garantía de sociedad más equitativa, sin excluidos, sin hambre, con derecho a la salud y a la educación".

El mandatario recordó a que en la década de los 90 "nuestros países fueron conducidos a graves crisis sociales por los movimientos neoliberales", los cuales propugnaban la reducción del Estado y preponderante del mercado.

"Hemos aprendido la lección, nuestros pueblos democráticamente eligieron reconstruir nuestros Estados y hoy tenemos gobiernos con gran vocación social, que rescataron la soberanía económica y nuestra dignidad como pueblo", comentó.

Destacó que "los pueblos iberoamericanos apuntamos a construir un espacio donde el Estado ofrezca participación social", indicando que sea un Estado donde las inversiones y el mercado se rijan por organismos estatales.

Además, dijo, ese Estado debe garantizar el acceso a la salud y la educación, formando una alianza estratégica entre la sociedad y el mercado. Opinó que "hay que adecuar las estructuras del Estado en función de la sociedad", y llevar a cabo su gestión de una manera eficiente.
Previamente, en la inauguración habló el secretario general iberoamericano, Enrique Iglesias, quien también hizo referencia a la crisis internacional y esbozó una propuesta para evitar el famoso contagio a los países de Iberoamérica.

"Ahora nos enfrentamos a una crisis de mayores proporciones" que pudiera afectar a los países emergentes y en desarrollo, manifestó.

Por ello, sugirió "tener cuidado de que no se nos vayan algunas variables macroeconómicas, cuidado con la inflación, del desbalance financiero; impulsar una educación de calidad, dar una batalla por la equidad y modernizar las instituciones públicas".

En la reunión de cancilleres surgió la propuesta de felicitar a las máximas autoridades españoles por el anuncio que puso fin a las actividades de ETA, calificada en España como terrorista, pero finalmente se decidió que fuera Iglesias, a título personal que hiciera, que lo expresara en la inauguración, como lo hizo.
Durante el debate del proyecto de "Declaración de Asunción", propuesto de Paraguay, se produjo una fuerte discusión entre los representantes de Chile y Bolivia.

El texto hacía referencia a la situación de Paraguay como país "en desarrollo sin litoral (marítimo) con necesidades y vulnerabilidades en su economía", lo cual fue aprovechado por Bolivia para proponer que se incluyera a países "privados de su acceso marítimo", lo que generó el rechazo de Chile.

Bolivia mantiene una histórica demanda por recuperar el litoral que le fue arrebatado por Chile durante la Guerra del Pacífico (1879-1883), donde también perdió territorios Perú.

El canciller paraguayo propuso una salida alternativa a ambos países, consistente en destacar la "situación especial de los países en desarrollo sin litoral", propuesta que deberá ser revisada por las otras naciones.
Fuentes de la conferencia confirmaron que también hay un proyecto de documento que pide el fin del bloqueo económico de Estados Unidos contra Cuba, tras la aprobación mayoritaria que obtuvo recientemente en la Asamblea de las Naciones Unidas.

En el marco de la cumbre, se efectuó el Foro Empresarial Iberoamericano, donde se dedicó una sesión a analizar las perspectivas de las relaciones de esta comunidad con China, que fueron valoradas altamente por los hombres de negocios de varios países.

Entre los presentes estaban el rey de España, Juan Carlos I; los presidentes y jefes de gobierno José Luis Rodríguez Zapatero (España); Antoni Martí Petit (Andorra); Ricardo Martinelli (Panamá); Aníbal Cavaco Silva (Portugal); Ollanta Humala (Perú); Leonel Fernández (República Dominicana); Alvaro Colom (Guatemala); Evo Morales (Bolivia); Sebastián Piñera (Chile) y Felipe Calderón (México).

También están los vicepresidentes Michel Temer (Brasil), Alfio Piva (Costa Rica), Angelino Garzón (Colombia) y María Antonieta Guillén (Honduras), y los cancilleres Nicolás Maduro (Venezuela), Hugo Martínez Bonilla (El Salvador), Bruno Rodríguez (Cuba), Samuel Santos (Nicaragua) y Héctor Timerman (Argentina).

El ministro de Relaciones Exteriores de Haití, Laurent Lamothe, asiste a la cumbre en calidad de invitado.
Mañana comienza la plenaria de la cumbre, donde los jefes de delegaciones pronunciaran sus discursos en torno al tema de la cumbre y seguramente habrá menciones a la crisis que afecta a Europa y Estados Unidos.

Al concluir los trabajos de esta cita iberoamericana, se realizará una cumbre de los 12 países que conforman la Unión de Naciones Sudamericanas (Unasur), cuya secretaría pro tempore asumirá Paraguay.

http://spanish.china.org.cn/international/txt/2011-10/29/content_23759362.htm

viernes, 28 de octubre de 2011

Mientan, mientan, que ya sabemos que son mentiras...

Ayer denunciábamos cómo, solapadamente, Amnistía Internacional y AVAAZ estaban creando una matriz, un estado de opinión, favorable a la invasión a Siria, tal como ocurrio con las supuestas armas de exterminio masivo en Irak o las falsas masacres en Libia: Hoy compartimos este texto que nos demuestra que también "se cuecen habas", como decíamos, alrededor de varios estados de Suramérica, sin olvidar, por supuesto, la constante agresión mediática contra Cuba:

Libertad de expresión como pretexto para agredir a Ecuador y Venezuela con falsas acusaciones de la CIDH


Venezuela y Ecuador rechazaron las acusaciones de la Comisión Interamericana de Derechos Humanos (CIDH) a las que calificaron de manipuladoras y carecer de veracidad.

La organización con sede en Washington acogió una audiencia esta semana en la que los dos países latinoamericanos fueron objeto de falsas acusaciones por violación de la libertad de expresión, obstaculizar el acceso de los medios independientes a las fuentes de información pública e impedir el trabajo de organizaciones financiadas desde el exterior.


En una entrevista concedida tras la sesión, el presidente ecuatoriano Rafael Correa señaló que solo aceptará las recomendaciones de la CIDH que sean "razonables", pero no si están basadas en "mentiras".


Correa alertó de que la CIDH "no es el oráculo de Delfos", aunque dijo que su Gobierno sí aceptaría una visita de una delegación de la Comisión.


El martes grupos de periodistas denunciaron presión por parte del Ejecutivo ecuatoriano, "estigmatización" y ataques "sistemáticos".


En respuesta, Correa acusó a ciertos medios de prensa, que no mencionó, de ser corruptos y formar una mafia. "No defienden la libertad de expresión, defienden la libertad de empresa, sus intereses", dijo.


Las ONG en Venezuela


El comisionado Paulo Sergio Pinheiro, relator para Venezuela, acusó el martes a ese país de interferir en el trabajo de las organizaciones internacionales pro derechos humanos que trabajan en su territorio.


El representante venezolano ante la CIDH, Germán Saltrón, respondió al comisionado y alegó que la democracia venezolana es una democracia participativa que permite a todos los ciudadanos defender libremente los derechos sin necesidad de crear una ONG. "Pero queremos que las organizaciones de derechos humanos sean objetivas e imparciales", añadió Saltrón.


Aseguró que las acusaciones de la Comisión "están sustentadas en suposiciones, presunciones, hechos hipotéticos e inciertos que intentan suplantar a las autoridades venezolanas".


Intervención humanitaria


El analista político Basem Tajeldine propone prestar atención a las fuentes de financiación de las ONG que trabajan en estos países para entender los fines de su funcionamiento.


"Yo creo que tanto la CIDH como las ONG responden a los intereses de Estados Unidos y también estamos todavía esperando por parte de esa Comisión porque no se ha pronunciado en contra del golpe de Estado en Venezuela que ocurrió en 2002", dijo el experto.


"Ni siquiera se ha pronunciado contra el golpe de Estado en Honduras ni contra las bases de EE. UU. en Guantánamo", sostuvo el experto.


Tal selectividad de esa organización, según el analista, además de mostrar su clara dependencia de EE. UU. "nos muestra también que se pretende aprobar un formato de intervención humanitaria tal como se está dando en Libia y en otros países, un formato legalizado con estos instrumentos regionales que están más que desfasados y desprestigiados".
[Con informe de RT]





Publicado por Norelys Morales Aguilera

jueves, 27 de octubre de 2011

QUEREM AS VÍTIMAS DA DITADURA FORA DA COMISSÃO DA VERDADE

Aprovada pelo Senado, a instituição da Comissão Nacional da Verdade será agora sancionada pela presidente Dilma Rousseff, que vai definir os sete conselheiros nas próximas semanas.

Quando me voluntariei para integrá-la, agi exatamente como procedo quando órgãos de imprensa violentam as boas práticas jornalísticas e eu reivindico direito de resposta e/ou de apresentar o  outro lado, sabendo de antemão que, apesar de pertinente, o pedido será ignorado: faço o que é certo, independentemente das chances de êxito. Se outros não cumprirem o seu papel, os problemas de consciência serão deles. Nunca me omito.

Então, como desde 2008 vinha reivindicando algo assim, senti-me responsável pelo êxito da iniciativa -- ainda mais quando tantos companheiros levantavam dúvidas sobre a determinação governamental de ir até o fim na apuração e exposição das atrocidades perpetradas pela ditadura militar (que deverá ser o foco real dos trabalhos, pois nada de gravidade remotamente equiparável aconteceu nos demais períodos que, por exigência direitista, serão também -- inutilmente -- abrangidos).

Segundo a Folha de S. Paulo, as cartas já teriam sido embaralhadas de outra forma:
"Em reunião no mês passado, Dilma concordou com os perfis gerais propostos: um religioso, um político conservador, um artista, dois intelectuais (um moderado e outro de esquerda), um defensor histórico dos direitos humanos e um jurista. Não deve haver militares nem notórios perseguidos políticos".
Não me surpreenderei nem vou ficar pessoalmente decepcionado se a informação for correta. Desde o começo falei em anticandidatura. Sabia muito bem que era quase impossível a política oficial reconhecer a credibilidade que adquiri nas redes sociais, na contramão da indústria cultural, que me mantém em suas listas negras tanto como profissional quanto como personagem do noticiário.

E, mesmo dentre os "notórios perseguidos políticos", há companheiros com mais méritos do que eu, como o incansável Ivan Seixas, que tanto fez para que investigações como a das ossadas do cemitério de Perus (SP) resultassem.

Mas, o critério de excluir algozes e vítimas, como se fossem grandezas equivalentes, seria aberrante e inaceitável, constituindo-se no pior de todos os defeitos até agora apontados na Comissão da Verdade.

Trata-se da mesmíssima equiparação de desiguais que a ditadura impôs quando da anistia de 1979. Só que, daquela vez, tivemos de aceitá-la sob chantagem, já que era o preço da liberdade de companheiros e da volta de exilados..

Se for para nos enfiarem goela adentro um sapo desses em pleno Estado de Direito, para que Comissão da Verdade, afinal?

Repito a ressalva: isto pode ser apenas algo  plantado  pela direita midiática na esperança de que se torne realidade.

Pelo sim, pelo não, lembro à presidente Dilma que o  direito à memória e à verdade  está vindo como uma espécie de prêmio de consolação, depois de nos ter sido negado o direito de ver punidos criminosos da pior espécie: torturadores, assassinos, estupradores, ocultadores de cadáveres.

Então -- e aqui acredito falar por todos os veteranos da resistência -- constituiria uma gravíssima ofensa o Governo democrático brasileiro presumir que seríamos tendenciosos como os que têm esqueletos no armário e tudo vêm fazendo desde 1985 para impedir que a verdade seja totalmente conhecida pelos brasileiros.

miércoles, 26 de octubre de 2011

1968 É HOJE

Qualquer semelhança...
Tentando "entender os movimentos dos  indignados  americanos e da ocupação de Wall Street", Delfim Netto, no artigo Origem da Crise, alinhou fatos que nos fazem, isto sim, perceber como o capitalismo agoniza (embora não possamos prever quanto tempo durarão seus estertores, nem quais malefícios ainda nos acarretará nesta sua agonia final):
  1. A renda per capita não cresce desde 1996;
  2. A distribuição dessa renda tem piorado há duas décadas;
  3. O nível de desemprego em abril de 2008 era de 4,8% da população economicamente ativa, o que, em parte, compensava aqueles efeitos;
  4. Em janeiro de 2010, o desemprego andava em torno de 10,6% e, desde então, permanece quase igual (9,2%);
  5. O colapso da Bolsa cortou pelo menos 40% da riqueza que os agentes  pensavam  que possuíam;
  6. A combinação da queda da Bolsa com a queda do valor dos imóveis residenciais fez boa parte do patrimônio das famílias evaporar-se;
  7. Ao menos 25% das famílias têm hoje menos da metade que  supunham  ter em 2008.
...não é mera coincidência.
Singelamente, o antigo serviçal de ditadores avalia:
"O grande problema é que a maioria dos cidadãos não entende como isso pode ter acontecido. Sentem que foram assaltados à luz do dia, sob os olhos complacentes das instituições em que confiavam: o poder Executivo e o Banco Central. Assistem confusos o comportamento do Legislativo".
Não chega à conclusão óbvia: os cidadãos foram mesmo assaltados à luz do dia, explorados, espoliados,  depenados, saqueados, esbulhados, manipulados, engambelados, logrados, iludidos -- f..., enfim.

Com sua distorcida visão de mundo, Delfim também passa longe de outra conclusão óbvia: a de que as vítimas do capitalismo estão finalmente começando a despertar de sua letargia, sob os golpes de recessões desnecessárias (sofrendo privações para pagar a conta de situações causadas em grande parte pela ganância desmedida dos bancos, os quais são magnanimamente socorridos pelos governos) e das ameaças que sabem estar sendo incumbadas para a própria sobrevivência de seus filhos e netos.

Não, segundo Delfim são apenas "pequenos grupos mais exaltados tentam reviver, com passeatas festivas de fim de semana, o espírito  revolucionário  de 1968, que deu no que deu".

Prefiro me fiar nos pensadores comprometidos com a felicidade do ser humano, como Karl Marx, para quem a nova onda revolucionária começa sempre no ponto mais alto atingido pela anterior.

É exatamente o que está ocorrendo agora, com grande chance de ser aquela que varrerá o mundo, livrando-nos de uma vez por todas da exploração do homem pelo homem e todas as iniquidades decorrentes.

martes, 25 de octubre de 2011

Por vigésima ocasión “nocaut” al bloqueo de EEUU contra Cuba. (+VIDEO Votación)

Por Sheyla Valladares Quevedo

http://www.youtube.com/watch?v=kI_FUzfFEwM

La comunidad internacional ha condenado nuevamente en el seno de la Asamblea General de Naciones Unidas y por vigésimo año consecutivo, el bloqueo impuesto por Estados Unidos contra Cuba.

186 naciones votaron a favor este martes del proyecto de resolución presentada por la isla caribeña en este foro sobre la “Necesidad de poner fin al bloqueo económico, comercial y financiero impuesto por los Estados Unidos de América contra Cuba”. El documento detalla los daños sufridos por este pueblo a causa del cerco norteamericano y que ascienden a un estimado de 975 mil millones de dólares.

Las abstenciones de este año fueron protagonizadas por Islas Marshall, Micronesia y Palau, mientras se declararon en contra Estados Unidos y su sempiterno aliado Israel.
En las intervenciones previas a la votación los países denunciaron que el bloqueo viola el Derecho Internacional y es contrario a los propósitos y principios de la Carta de las Naciones Unidas. Al mismo tiempo declararon que es una medida coercitiva, unilateral, que viola la soberanía e impide el desarrollo de un país, provocando grandes daños económicos y humanos en el pueblo cubano.

El canciller cubano Bruno Rodríguez, en su discurso declaró que el gobierno de Estados Unidos “nunca ha ocultado que su objetivo es derrocar al gobierno revolucionario y destruir el orden constitucional que el pueblo soberanamente defiende, lo que el ex presidente George W. Bush llamó ‘cambio de régimen’ y que ahora alcanza nuevas dimensiones”.

Pero lo que el gobierno norteamericano no ha entendido es que “Cuba cambia
y cambiará resueltamente todo lo que deba ser cambiado dentro de la Revolución y del socialismo”.

Tal como aseguró el Canciller, Cuba tendrá “más Revolución y mejor socialismo.”
Esta nueva batalla ganada en la ONU no sólo ha puesto de manifiesto la necesidad de poner fin al bloqueo contra Cuba, como ha dicho el comandante en Jefe Fidel en sus reflexiones, sino que ha evidenciado una vez más la urgencia de transformar el “sistema que engendra la injusticia en nuestro planeta, dilapida sus recursos naturales y pone en riesgo la supervivencia humana”.

En ese sentido el representante de Bolivia se cuestionó: “¿Cuántas veces más la comunidad internacional tendrá que votar para que el bloqueo contra Cuba se suspenda?

Esta es una pregunta válida si se tiene en cuenta que las primeras votaciones datan de 1992 cuando en la 47 sesión ordinaria de la Asamblea, 59 naciones se mostraron a favor de la eliminación del bloqueo estadounidense contra Cuba, mientras tres estuvieron en contra y 71 se abstuvieron.

En los años sucesivos la comunidad internacional ha reclamado invariable y sostenidamente por diversas vías que se ponga fin al bloqueo económico, comercial y financiero de los Estados Unidos contra Cuba; un mecanismo que ha quedado obsoleto y es la muestra más fehaciente de la política hostil y agresiva de este gobierno contra la isla.

CONFESSO: SOU AGENTE DA U.N.C.L.E.

Há alguns anos, quando eu era ainda inexperiente na web, um internauta que frequenta grupos de discussão de esquerda aproximou-se de mim oferecendo ajuda. Para não proporcionar-lhe a notoriedade que tanto almeja, vou chamá-lo apenas de  Provocador.

Como sempre dou um crédito de confiança às pessoas, até que demonstrem não o merecer, aceitei seus préstimos. De concreto, o  Provocador  só apontou algumas tribunas em que eu poderia publicar meus artigos, como o CMI.

Logo percebi que seu verdadeiro foco era atacar genericamente o Partido dos Trabalhadores e, individualmente, figuras mais importantes do que ele, para pegar uma carona no seu prestígio, como  o antagonista do famoso. Naquele momento, sua  vítima  era o companheiro Laerte Braga.

Fiquei na minha. Por considerar que o PT agrupava tanto militantes de esquerda quanto cidadãos direitistas, centristas e carreiristas, eu preferia estimular a ala do partido que se mantinha fiel às propostas originais de 1980, combatendo apenas os alinhados com o sistema.

Isto porque algumas vitórias a ala esquerda do PT ainda obtém, como a decisão do ex-presidente Lula sobre Battisti. E, havendo novos rachas, seus integrantes serão nossos aliados naturais, podendo até militar conosco. Por que empurrá-los para o outro lado e, ainda por cima, fechar portas? Sectarismo é a doença infantil do esquerdismo.

Também não tinha motivo nenhum para juntar-me ao  Provocador  em sua cruzada contra o companheiro Laerte Braga, com quem até cheguei a travar polêmicas ásperas mas, como eu, defende as posições que considera justas e às vezes se choca com quem sustenta outras posições. Entre um homem de esquerda e um mero exibicionista, jamais optarei pelo segundo.

Isto azedou minhas relações com o  Provocador. E chegamos à ruptura no curso do Caso Battisti, pois ele insistia em priorizar o desgaste do PT e não a liberdade do companheiro italiano.

Recusou-se a integrar o Comitê de Solidariedade para não ficar submetido a suas decisões, mas, de fora, multiplicava as tentativas de criar constrangimentos para Lula.

A gota d'água foi quando o caso estava no Supremo Tribunal Federal e ele tentou lançar campanha para que Lula atropelasse o STF, libertando imediatamente Battisti.

Saltava aos olhos que Lula não agiria assim. Se o exigíssemos, além de sairmos com as mãos abanando e angariarmos antipatia para nossa causa nos círculos governamentais, ainda daríamos um forte trunfo propagandístico aos inimigos. Poderiam trombetear que temíamos a decisão do Supremo e, antidemocraticamente, estávamos tentando virar a mesa. Resumindo: perda total.

Fiquei sem outra opção que não a de jogar todo meu peso político contra tal proposta. E isto tornou o Provocador  meu inimigo figadal.

Desde então, ele fez de mim seu alvo principal. E chegou ao cúmulo de publicar um e-mail que lhe havia escrito em tempos idos, no qual era citado o nome dos companheiros que me procuraram para pedir que denunciasse os sites das  viúvas da ditadura.

Ou seja, assumi sozinho a denúncia porque, sendo pessoa conhecida, os fascistas virtuais pensariam duas vezes antes de tentarem alguma represália direta. Aí o  Provocador, por mera picuínha, expôs quem estava ao meu lado nessa empreitada.

Meses e anos se passaram, com o  Provocador  sempre me atacando com um estoque inesgotável de falácias e eu apenas respondendo laconicamente, para ficar registrado que não calo nem consinto, mas evitando dar quilometragem às suas puerilidades.


Até que, nesta 2ª feira (24/10), ele postou no CMI esta aberração: Será Celso Lungaretti um agente da CIA?

Embora se trate apenas de uma elocubração não lastreada em fato nenhum e o  Provocador  careça da mais remota credibilidade, um boato desses, à custa da repetição, torna-se potencialmente perigoso. E, claro, é a quintessência da política de esgoto.

Daí eu ter decidido divulgar amplamente esta última provocação, o que não fiz com nenhuma das anteriores (e foram dezenas!). Pois, nada como a luz para espantar quem se move nas trevas.

Por último: o  Provocador  está equivocado. Integro, isto sim, os quadros da U.N.C.L.E., tanto que meu verdadeiro nome é Napoleon Solo. E faço dupla com o agente Illya Kuryakin, que finge chamar-se Carlos Lungarzo...

lunes, 24 de octubre de 2011

Ni Cuba es un asunto interno de Estados Unidos, ni el bloqueo es una cuestión bilateral



RCBaez y Tomy vs bloqueoMañana es el debate del tema bloqueo. Estados Unidos siempre aduce que la denuncia contra esa criminal política que le impone a Cuba no es asunto apropiado para discutirse en las Naciones Unidas, pues cada gobierno tiene derecho de seleccionar con quiénes desea tener relaciones y por eso, como la Isla es para ellos un asunto interno, lo que tienen establecido contra ella es un embargo.

Ciertamente, las relaciones bilaterales no deben ser discutidas en las Naciones Unidas, pero el asunto entre Cuba y Estados Unidos no es un problema semántico. No es que uno hable de bloqueo y otro de embargo.

Cuando se dice bloqueo no se trata de que Estados Unidos no quiera comerciar con Cuba y los cubanos estemos en la pretensión de obligarlo a hacerlo; se trata de la impedimenta constante, para lo cual ha establecido un conjunto de leyes congresionales, decretos y enmiendas presidenciales, algo insólito en las relaciones internacionales, para estrangular a un país con el cual no tiene una declaración de guerra, cuyas medidas alcanzan a terceros países con diversas presiones, mediante disímiles procedimientos de chantaje, tanto a las empresas gubernamentales como a las privadas. Como expresión punitiva de esa política, bastaría solo mencionar las leyes Torricelli y Helms-Burton.

No es embargo, sino bloqueo, porque de forma extraterritorial se extiende la jurisdicción estadounidense a terceros países impidiendo sistemáticamente la exportación a Cuba de productos que contengan procesos y tecnologías originados en los Estados Unidos, se prohíbe a las subsidiarias que operan con capital estadounidense en terceros países, a establecer lazos comerciales y económicos con Cuba, y se proscribe la importación a Estados Unidos de productos cubanos, incluso en los casos en que son simples componentes de manufacturas y semi manufacturas producidas también por terceros países y, además, esa política ilegal e incivilizada boicotea cualquier gestión ante las instituciones financieras y crediticias, a quienes les imponen severas sanciones.

En innumerables ocasiones la posibilidad para Cuba de importar productos dirigidos a satisfacer necesidades básicas humanas han sido bloqueadas no solo en Estados Unidos. Las presiones norteamericanas han sido muy fuertes sobre otros países para impedirlo, o lo han imposibilitado las propias regulaciones del bloqueo que impiden la comercialización con Cuba de productos de origen norteamericano o que contengan componentes o materias primas norteamericanas en más de un diez por ciento, sin que para ello se establezca ningún tipo de excepción.

Acorde a las regulaciones del bloqueo, Estados Unidos prohíbe la exportación a Cuba directa o indirectamente de cualquier producto que contenga componentes o materiales norteamericanos, aún en el caso de que esa parte componente o materia prima se haya transformado completamente en el nuevo producto y a pesar de que este haya sido manufacturado por completo en un tercer país.

No existe en este sentido ninguna excepción expresa en el caso de los medicamentos, desde que en mayo de 1964 quedaron sujetos a la emisión de licencias específicas validadas por parte del Departamento de Comercio de Estados Unidos.

Es más, la sección 385.1 dispuso que, como parte de la política exterior del Gobierno de Estados Unidos, se requería de aprobación previa del Departamento de Comercio para exportar o reexportar virtualmente cualquier producto o información técnica de origen norteamericano a Cuba, agregando que la política general de dicho Departamento era la de rechazar todas las solicitudes o peticiones en este sentido, excepto en el caso de ciertas transacciones de tipo humanitario.

Pero, ¿qué entiende Estados Unidos por transacciones de tipo humanitario? Nuevamente Cuba puede presentar innumerables ejemplos en este sentido, y mostrar la imposibilidad de adquirir equipamientos médicos y de laboratorios, incluso para el diagnóstico de enfermedades como el cáncer, así como de medicamentos y reactivos producidos por laboratorios norteamericanos, entre otros.

Está claro que esto de las relaciones bilaterales es un sesgo evasivo, tratan de eludir la discusión del tema por las implicaciones negativas que puede tener el debate para ellos en el plano internacional, dado lo impopular, irracional e inefectiva que resulta esta política genocida, y que es bloqueo.

Tomado de Granma
Imagen agregada RCBáez sobre caricatura de Tomy


Cuba vs EEUU: este 25 de octubre otro NO al BLOQUEO

http://youtu.be/X7RhbgistIc

 

domingo, 23 de octubre de 2011

INSTITUTO ADELINO RAMOS-INFCAR: Para que serve o Estado, de fato?

INSTITUTO ADELINO RAMOS-INFCAR: Para que serve o Estado, de fato?Quando se fala em sem terra ou em movimento sem terra, vem logo a nossa mente, um bando de pessoas, vestidas de vermelho, com enxadas e foices nas mãos e barracas de plásticos de lona pretos. Essa é a imagem que as mídias passam para nós.
Mas a verdade, não interessa mostrar!

O ocorrido em Corumbiara, Estado de Rondônia em 1995, mais conhecido como MASSACRE DE CORUMBIARA, onde 11 trabalhadores do campo foram mortos, acusados de serem invasores de terras, a mídia vendeu que era um bando de baderneiros, que invade e destrói o que é dos outros.

Mas a verdade é outra! Tanto o MASSACRE DE CORUMBIARA, quanto o julgamento foram uma verdadeira farsa. Os policiais que foram condenados tiveram direito a mais um julgamento e foram absolvidos. Já os camponeses, foram condenados e sem direito a um novo julgamento.

A CPT (Comissão Pastoral da Terra) prontamente acionou a OEA (Organização dos Estados Americanos) para que interviesse no caso. A apuração da OEA mostrou que houve falhas gravíssimas nas investigações feitas exclusivamente pela polícia de Rondônia.

O governo Brasileiro até hoje está com o Relatório da OEA engavetado. Isso porque o relatório solicita uma nova investigação sobre o caso do MASSACRE DE CORUMBIARA.

O Comitê Nacional em Defesa dos Camponeses buscou vários entendimentos para saber do Governo, o porquê nada fez sobre o relatório da OEA e até agora não obtivemos respostas!

Restou-nos procurar por parlamentares que pudesse ajudar e encontramos um companheiro Dep.Federal João Paulo Cunha PT-SP  que se dispôs a ajudar, protocolando na Câmara dos Deputados um PEDIDO DE ANISTIA POLÍTICA AOS TRABALHADORES CAMPONESES DE CORUMBIARA, projeto de número 2000/2011, que tramita na Câmara dos Deputados.

Essa foi o único caminho que encontramos para chamar a atenção da sociedade e buscar uma solução para o caso. Portanto, precisamos da sua ajuda!!!

Para maiores informações, temos alguns Blogs e páginas de internet que vocês podem acessar e saber que estamos falando para vocês. Ajude-nos, ajude o Brasil a corrigir este crime contra os trabalhadores do campo.






sábado, 22 de octubre de 2011

PCB e PCU FIRMAM DECLARAÇÃO CONJUNTA



PCB e PCU FIRMAM DECLARAÇÃO CONJUNTA

O Partido Comunista Brasileiro (PCB) e o Partido Comunista de Uruguai (PCU), reunidos em Montevidéu, nos marcos da expressiva e combativa comemoração do 91º aniversário do PCU, e após passarem em revista seus pontos de vista sobre a conjuntura internacional, em particular a da América Latina, declaram:
1 – Com o agravamento da crise sistêmica do capitalismo, o imperialismo torna-se cada vez mais agressivo, mentindo e manipulando fatos para impor guerras contra os países que não lhe são alinhados, para saquear suas riquezas naturais e manter a hegemonia. No mundo capitalista hoje, há uma tendência à fascistização, à repressão às lutas populares e à retirada de direitos políticos, sociais e trabalhistas, contra a qual os trabalhadores precisam insurgir-se com unidade e firmeza no âmbito mundial.
2 – No momento, a ofensiva do consórcio EUA/OTAN se concentra no Norte da África e no Oriente Médio, centrada nos países que, em graus diferentes, oferecem resistência aos ditames do imperialismo.
3 – Nossos Partidos expressam solidariedade internacionalista ao povo líbio, vítima de uma “rebeldia” midiática, apoiada por forças da OTAN, e aos povos sírio, libanês e iraniano, alvos atuais da ofensiva midiática que tem como objetivo invadir seus países para colocar no poder governos fantoches, com vistas à mudança do quadro geopolítico da região e ao controle de suas imensas fontes de energia. Assim como os iraquianos e afegãos, esses povos resistirão, recorrendo a todas as formas de luta. Destacamos, em especial, a emblemática luta do sofrido povo palestino contra o sionismo e pela criação do seu Estado, pela devolução dos territórios ocupados, pelo fim do “Muro da Vergonha” e dos assentamentos israelenses, pelo retorno dos exilados e pela libertação dos milhares de presos políticos.
4 – Nossos dois Partidos há décadas se identificam com a Revolução Cubana, solidarizando-se com seu povo, seu partido e sua revolução, que seguirá no caminho do socialismo. Reiteramos a imediata exigência da libertação dos 5 Heróis Cubanos.
5 – Na América Latina em geral, saudamos os heterogêneos processos de mudanças, que só transitarão para um caminho socialista se avançarem a organização e a mobilização popular, sobretudo entre os trabalhadores e a juventude, e se fortalecermos formas de exercício do poder popular e um processo de transformações de instâncias do estado burguês.
6 – Além da solidariedade aos processos de mudança mais avançados, como os que se dão na Venezuela, na Bolívia e no Equador, não nos são indiferentes as disputas que se dão em outros países contra a direita e o imperialismo.
7 – Nossos Partidos – que se comprometem a incentivar a unidade dos partidos comunistas e revolucionários - coincidem em destacar duas importantes lutas em nosso continente, que merecem amplas campanhas específicas:
            -  a retirada de todas as tropas estrangeiras do Haiti e sua substituição por profissionais que possam contribuir para a reconstrução do país;
            - o fortalecimento do movimento Latino-Americanos Pela Paz na Colômbia, que tem como objetivo a busca de uma solução política para um conflito militar que só poderá ser resolvido com um paz democrática, com justiça social e econômica, através de negociações que pressupõem o reconhecimento da insurgência como organização política beligerante.
8 – O PCB valoriza o honroso convite que recebemos do PCU, para participar das comemorações do seu 91º aniversário. Pudemos constatar, em reuniões com autoridades públicas ligadas ao PCU e com sua direção, os avanços sociais e políticos que o país experimenta nestes sete anos de governo da Frente Ampla, em meio a naturais disputas políticas. Junto com todas as demais delegações presentes ao evento, a delegação do PCB teve a oportunidade de dialogar com os dirigentes do sindicato nacional único dos metalúrgicos e participar de um ato de solidariedade aos trabalhadores de sua base, saudando-os, em uma visita a uma das dezenas de fábricas ocupadas pelo vigoroso movimento grevista que está em curso.
9 - Finalmente, os dois Partidos manifestam a emoção e a alegria por este reencontro, que renderá muitos frutos, lembrando o fato de que o PCU e o PCB são responsáveis pela vida de milhares de comunistas uruguaios e brasileiros que, durante as ditaduras em nossos países, atravessavam nossa fronteira comum, reciprocamente se entregando aos cuidados de mãos camaradas, carinhosas e internacionalistas que se estendiam em solidariedade militante.
Montevidéu, 17 de outubro de 2011
 
PARTIDO COMUNISTA BRASILEIRO                        
PARTIDO COMUNISTA URUGUAIO
Ivan Pinheiro                                                                                  
Eduardo Lorier
Secretário Geral                                                                 
 
Membros dos Comitês Centrais:
Oneider Vargas (PCB); Ana Vignoli e Daniel Coira (PCU) 
 
Enviado por Safrany
 

Que Libia Surgirá?

QUE LÍBIA SURGIRÁ??? A OTAN vai cobrar o contrato de guerra, que existiu mesmo, não foi verbal nem informal. FOI ESCRITO e assinado pelo “Conselho Revolucionário” ...A Líbia - seu povo, lógico - vão ter que pagar as despesas e gastos com os aviões, navios, bombas, balas, armas leves fornecidas aos rebeldes, metralhadoras pesadas das caminhonetes, balas, gastos com os agentes da CIA e OTAN infiltrados, enfim, TUDO...e vc já sacou né: COM OS POÇOS DE PETRÓLEO....Agora que o cobra vai piar.... E com todos os erros de Kadafi, é medieval e absurdo o que fizeram, assassinando um líder político que muito tbém fez pelo seu País e povo. Devia ser julgado civilizadamente, apesar de me conter ao lembrar de Alcy Cheuiche, em seu livro “A GUERRA DOS FARRAPOS” Martins Livreiro – Editor, Porto Alegre, 10ª edição, pág. 15) “Que ousadia querer interpretar os sentimentos, os dramas, os sonhos, as revoltas de um povo tão distante ...”, no caso, de nossa cultura ocidental. Posso estar enganado, mas a Líbia não vai se unir tão facilmente em torno de um estado laico e democrático...vai levar alguns anos dividida e destroçada em disputas tribais e religiosas até se tornar também cultua irreversível o modo democrático de viver...enquanto isso, vampiros transnacionais dos EUA, França e outros vão selecionar novos e confiáveis líderes políticos – outros não confiáveis, a CIA e parceiros matarão, jogando culpa no terrorismo e em kadafistas sobreviventes - para sugar suas riquezas naturais e reconstruir os prédios e infra-estrutura do país com suas empresas de construção civil...e para tanto vai impor um regime de força...fascista como estão tentando impor no Egito pós queda de Hosni Mubarack. Mas sempre acredito na resistência e luta dos trabalhadores(as) – obreiros(as) e empresários(as) -, que a história demonstra nunca deixaram e deixarão de lutar e impor às elites manopolistas e financeiras, caminhos democráticos e socialistas às nações, mesmo que lento e gradual... . Um dia não muito longe, pode ser que os mesmos “homens da guerra” vão tentar uma guerrinha na Venezuela pelo Petróleo, na Bolívia pelo gás natural, e no Brasil pela Água e pelo petróleo do Pré-Sal. E não vão faltar apoiadores aqui dentro, insuflando o povo brasileiro contra os “vermelhos” petistas e comunistas....

www.youtube.com
Libia, un país que se encuentra localizado al norte de Africa. Es uno de los países árabes con los ritmos musicales musulmanes más desconocidos en todo el mu...

viernes, 21 de octubre de 2011

O FIM DE GADDAFI, CONTRADIÇÕES E MANIQUEÍSMOS

Parte da esquerda via Muammar Gaddafi como uma pedra no sapato do imperialismo (embora, passada sua fase carbonária, já tivesse se acertado com as grandes nações e corporações capitalistas) e como o responsável por algumas melhoras nas condições de vida do povo líbio.

Outra, como pouco mais do que um tirano megalomaníaco e sanguinário.

Esta última, na qual me incluo, tem sensibilidade mais aguçada em relação a tudo que se pareça com as ditaduras que enfrentamos por aqui.

Além de não esquecer as lições do pesadelo stalinista: o dano imenso à causa revolucionária produzido por regimes ditos de esquerda que, em nome de Marx, arquivaram a promessa marxista de instauração do "reino da liberdade, para além da necessidade", acreditando que bastasse impor a justiça social a ferro e fogo, de cima para baixo e sobre montanhas de cadáveres.

Marx incumbiu os revolucionários de criarem condições para que o proletariado assumisse seu papel de  sujeito da História.

Era-lhe estranha, para não dizer inaceitável, a noção de que chegassem ao poder de qualquer jeito (inclusive as quarteladas de militares nacionalistas) e então, segurando firmemente suas rédeas, oferecessem alguns benefícios ao povo, reduzido à condição de objeto da História.

Se não são os explorados que conquistam o poder, também não vão ser eles que o acabarão exercendo. E despotismos, mesmo que inicialmente pareçam ser benígnos, acabam degenerando em intimidações bestiais e privilégios grupais ou familiares.

É exatamente o quadro que Hélio Schwartsman nos apresenta em sua inspirada coluna desta 6ª feira, Combinação mortal:
"...Não há dúvida de que Gaddafi foi um tirano particularmente selvagem. A lista de malfeitos inclui assassinato, estupro, terrorismo e roubo.

Estima-se que ele e sua família tenham pilhado bilhões.

Irascível, eliminava opositores até por críticas leves ao regime. Conta-se que, numa ocasião, deixou os corpos de adversários que enforcara apodrecendo na praça central de Trípoli. Para garantir que todos captassem a mensagem, desviou o trânsito, forçando motoristas a passar pelo local.

O mundo, porém, não é um lugar tão simples como gostaríamos. O ditador também exibe algumas realizações civilizatórias. Respaldado pelo petróleo, investiu em saúde e educação e até distribuiu alguma renda. A expectativa de vida saltou de 51 anos em 1969 para mais de 74. A Líbia tem os melhores índices de educação da África. O ditador também fez avançar os direitos das mulheres. O maniqueísmo funciona melhor em nossas mentes que na realidade..."

...para que o 'guia da revolução' se tornasse o assassino em massa que virou, foi preciso acrescentar o idealismo, isto é, a convicção de servir a um Deus e a uma ideologia infalíveis. Foi uma combinação mortal".
Como vimos do nosso lado do mundo, ditaduras, mesmo quando tenham avanços econômicos para exibir, acabam saturando. Ninguém aguenta viver indefinidamente debaixo das botas.

E é bom que tal aconteça, aliás. Ai de nós se os seres humanos se conformassem com a vida de gado em fazenda-modelo ("povo marcado, povo feliz", no dizer do Zé Ramalho)! Nesta eventualidade, bastaria os donos do mundo serem um pouquinho menos gananciosos, aumentando a quota de migalhas do banquete distribuídas ao povão, que sua dominação seria eterna.

Então, Gaddafi caiu porque a maioria do povo líbio ou estava contra ele, ou indiferente à sua sina. O engajamento das nações ocidentais ao lado dos rebeldes não foi o fiel da balança, pois o apoio das massas reequilibraria as forças, se Gaddafi o tivesse.

Inimigo pior, bem pior, o glorioso povo espanhol encarou em 1936, detendo a marcha triunfal dos generais fascistas para o poder e obrigando-os a travarem uma terrível guerra civil.

Já a ditadura líbia caiu de podre, em curto espaço de tempo e sem nada que caracterizasse uma legítima resistência popular ao avanço dos revoltosos.

Fica para a esquerda a lição de que precisa voltar a levar em conta as contradições, como marxistas devem fazer, deixando de lado o maniqueísmo simplista de não enxergar defeitos em quem tem algumas virtudes que lhe agradam.

Militares nacionalistas, contrários ao colonialismo e ao imperialismo, não equivalem a revolucionários. Ditaduras que ofereçam alguns benefícios ao povo não equivalem ao mundo novo pelo qual socialistas e anarquistas lutamos.

Portanto, não nos cabe, jamais, os apoiarmos incondicionalmente, nem nos identificarmos com eles sem ressalvas.

Caso contrário, o homem comum deduzirá que nosso objetivo final é a implantação de regimes sanguinolentos como o de Gaddafi -- o que, aliás, a propaganda da direita não cansa de trombetear.

jueves, 20 de octubre de 2011

A EXECUÇÃO DE GADAFFI - "NÃO HÁ PARA TODOS"

A EXECUÇÃO DE GADAFFI – “NÃO HÁ PARA TODOS”


Laerte Braga


Um ataque de forças da OTAN resultou na morte do líder líbio Muammar Gadaffi. Assassinato puro e simples. Era o desfecho previsível desde que o complexo ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A infiltrou mercenários e agentes de inteligência na Líbia através do braço europeu, a OTAN.

Um levante armado de fora para dentro derrubou Gadaffi e terminou em sua morte, tal e qual aconteceu com Saddam Hussein no Iraque.

Gadaffi até a decisão nazi/sionista de intervir na Líbia era amigo íntimo do líder italiano Sílvio Berlusconi, tinha negócios com a Grã Bretanha, a França e a Alemanha, além de outras nações da falida Comunidade Européia.

Suas relações com Barack Obama e os EUA, de um modo geral, eram satisfatórias e tranqüilas, desde que aceitou exigências norte-americanas sobre “terroristas”.

Muammaf Gadaffi era um ditador. Como ditador é o presidente do Iêmen e o rei saudita (aliados de ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A). A intervenção na Líbia se deu por conta da necessidade maior de petróleo, das manobras de Gadaffi que desvalorizavam o dólar como moeda de troca internacional e a declaração do comando terrorista da OTAN confirma isso. “A OTAN vai permanecer na Líbia até a normalização democrática”. O que significa, até garantir o petróleo líbio para o conglomerado terrorista.

O filme tem o mesmo roteiro do que aconteceu no Iraque.

Obama, como antes George Bush (e os anteriores também) são como que pistoleiros montados em um poderoso arsenal nuclear capaz de destruir o planeta cem vezes se necessário for e garantir interesses de banqueiros, grandes empresários e em países como o Brasil, de um latifúndio atrasado e servil, escravocrata.

Pistoleiros da era tecnológica.

Execuções sumárias de “inimigos” são feitas hoje de forma escancarada com ordem direta do presidente.

O controle acionário do complexo ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A é de banqueiros e grandes empresários sionistas. Nos EUA e em Israel.

Os povos do mundo inteiro, inclusive norte-americanos e israelenses, são adereços nesse jogo macabro e boçal que o complexo joga para moldar o mundo capitalista a seus interesses.

Milionário gregos no auge da crise, em menos de dois dias, enviaram a bancos suíços seu rico dinheirinho. Para preservá-lo da crise que devasta o país. Isso representa uma evasão de divisas, segundo o jornal alemão BILD, de 200 bilhões de euros. A Grécia vai receber a segunda parcela da ajuda da Comunidade Européia. É de oito bilhões de euros. Isso para continuar minimamente de pé, os bancos e corporações que controlam o país e danem-se os gregos.

Milionários não têm pátria, são amorais.

Uma intensa luta através de greves, manifestações populares tem sido feita diariamente diante de um governo dito socialista, insensível ao clamor popular e pouco se lixando para ele. O que entra por baixo dos panos nesse mundo capitalista devora consciências e compromissos, transforma governantes em meros lacaios do imperialismo boçal que, sem escrúpulos, estende suas garras letais por todo o mundo.

Milhões de norte-americanos – desempregados, sem saúde, sem teto, latinos, etc – saem às ruas de várias cidades do país para protestar contra as políticas de seu governo em favor de bancos e grandes corporações. O Estados Unidos, como nação, hoje é mero arremedo disso. Faliu.

Como em qualquer ditadura a polícia norte-americana prende, arrebenta, tortura e mata.

É claro que a GLOBO e nem as outras vão noticiar isso no Brasil, ou similares no resto do mundo. Fazem parte desse terrorismo, são braços dessa estupidez. Vão vender a mentira e a ilusão de Hollywood e transformar seres em objetos.

Trabalhadores em escravos. Uma forma diferenciada de escravidão, na essência a mesma. Talvez o fato de escravos usarem tênis ADIDAS, ou de outra grande marca, parte dele fabricado por trabalho escravo escancarado na China.

O assassinato de Muammar Gadaffi mostra que desapareceram os escrúpulos, a necessidade de maquiar a barbárie. É o contrário. Estão a mostrá-la para deixar claro do que são capazes, contra quem quer que se lhes oponha.

São terroristas sem entranhas. Há até uma diferença entre bin Laden e Obama. O saudita deixou os “negócios” e empregou sua fortuna pessoal em seu ideal. Sem julgamento de mérito, mas até se poderia discutir isso. Obama, como foi Bush, correram atrás dos “negócios” para fornir seus patrimônios e servir de forma desumana a apetites incomensuráveis de patrões banqueiros, grandes empresários e todo o entorno desse terrorismo capitalista.

São gerentes do crime em escala de Estado. Os crimes que cometem são contra a humanidade.

As principais forças de direita – nazi/sionistas – na Europa fazem campanha com vistas às eleições – não importa a data – afirmando que “não há para todos”. Querem excluir nações falidas como Grécia, Itália, Portugal, Espanha, Irlanda, e outras que se seguirão, além de defender interesses dos banqueiros e grandes empresários.

Sugaram o suor dos trabalhadores gregos, italianos, espanhóis, portugueses, irlandeses e se fartaram no banquete capitalista da ganância desmesurada. Querem agora deixar os feridos para trás e salvar as próprias peles.

Há dois aspectos importantes nesse forma de enxergar dos nazi/sionistas. O primeiro deles é a aceitação que a Comunidade Européia é um clube de banqueiros e grandes empresários com um braço terrorista para garantir os negócios, a OTAN. O segundo deles um recado explícito que mandam a franceses, alemães e britânicos principalmente. Para que aceitem alguns sacrifícios, do contrário serão imolados no altar do capitalismo, tal e qual gregos, norte-americanos, iraquianos, líbios, italianos, espanhóis, irlandeses, uma África dizimada por lutas e pela presença de mercenários e um olhar complacente do resto do mundo.

Aquela velha história de que quando acordar já vai ser tarde.

A execução de Gadaffi é um ato de barbárie, terrorismo. A crise econômica da Comunidade Européia é um ajuste promovido pelo terrorismo de Estado, pelo capitalismo, na tentativa de evitar o seu fim.

“Não há lugar para todos” é um recado também para o mundo.

Para o ser humano, o trabalhador. Sujeite-se ou dane-se.

É hora de seguir o exemplo grego e ir para as ruas. O exemplo dos estudantes chilenos. E ir para as ruas.

Não pensem que passaremos incólumes por essa devastação promovida pelo terrorismo de ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A.

Nem os belos olhos de Dilma e seu ministério de cambetas.

Quem tiver dúvidas do que teremos que pagar para essa gente não quebrar, dê uma olhada em

http://usdebt.kleptocracy.us

ou

http://www.usdebtclock.org/

No primeiro endereço vai ter uma idéia clara da essência e dos motivos do terrorismo de Estado. São endereços do próprio governo do assassino Barack Obama.

A França parou para ver via televisão o nascimento da filha de Nicolas Sarlozy e Carla Bruni, o mesmo espetáculo chanchada que tivemos aqui via GLOBO quando do nascimento da filha de Xuxa. Dizem que a moça tem preocupação com os pobres e estava louca para a criança nascer para poder voltar a fumar e a beber.