Convocatória aos PUEBLOS de NUESTRA AMERICA

jueves, 29 de septiembre de 2011

A COMISSÃO DA VERDADE E A LIÇÃO DE WEIMAR

Os signatários do Manifesto por uma Comissão da Verdade digna do nome prometem lutar "até o fim para que sejam alterados diversos dispositivos deletérios" do projeto de lei respectivo.

Da forma como  está, dizem, "terá como resultado uma Comissão Nacional da Verdade enfraquecida, incapaz de revelar à sociedade os crimes da ditadura militar", uma vez que:
"O texto atual do projeto estreita a margem de atuação da Comissão, dando-lhe poderes legais diminutos, fixando um pequeno número de integrantes, negando-lhe orçamento próprio; desvia o foco de sua atuação ao fixar em 42 anos o período a ser investigado (de 1946 a 1988!), extrapolando assim em duas décadas a já extensa duração da Ditadura Militar; permite que militares e integrantes de órgãos de segurança sejam designados membros da Comissão, o que é inaceitável.

Além disso, o texto atual do PL 7.376/2010 impede que a Comissão investigue as responsabilidades pelas atrocidades cometidas e envie as devidas conclusões às autoridades competentes, para que estas promovam a justiça".
Já o Manifesto de Artistas e Intelectuais em apoio à Comissão da Verdade, anterior, ressaltou que "ainda não podemos celebrar a democracia se não tivermos pleno conhecimento das violações cometidas nesse passado tão recente", dai manifestar "a esperança de que os parlamentares possibilitem à atual e às futuras gerações o conhecimento desses fatos, para sabermos a verdadeira verdade... única forma de garantirmos que isso nunca mais aconteça".

Como não fui consultado pelos articuladores de um e de outro, sinto-me à vontade para propor uma  terceira via.

Não cabe uma adesão incondicional ao texto que está sendo negociado com as bancadas direitistas no Congresso, nem uma rejeição prematura e extremada da Comissão, qualificando-a de "uma farsa e um engodo" caso não sejam mudados vários dispositivos.

O fato é que a correlação de forças NOS TRÊS PODERES nunca foi favorável a que realmente se passasse a ditadura a limpo, REVOGANDO A ANISTIA DE 1979 como primeiro e fundamental passo para que os torturadores fossem levados aos tribunais.

Tarso Genro e Paulo Vannuchi bem que tentaram, mas a maioria do ministério de Lula ficou contra, o Congresso Nacional se omitiu e a mais alta corte do País considerou válido o habeas corpus preventivo que os déspotas e seus esbirros concederam a si próprios.

Isto para não falarmos no chamado  quarto poder, a imprensa, que chegou ao cúmulo de minimizar aquele festival de horrores, qualificando-o de  ditabranda.

Não estivesse a atual presidente da República determinada a fazer com que a palavra final do Estado brasileiro seja menos inconclusiva, sairíamos de mão abanando, sem sequer o pouco que estamos em vias de obter.

A decisão exemplar da Corte Interamericana de Direitos Humanos tem enorme significado moral, mas, quanto aos efeitos práticos, haveria forma de a contornar -- sempre há. Devemos dar a Dilma o que é de Dilma -- o mérito por, coerentemente com sua história de vida, estar jogando todo seu peso presidencial na viabilização da Comissão da Verdade.

Então, não é o caso de torpedearmos um colegiado que foi o resultado mais significativo colhido em quatro anos de árduas batalhas, desde o lançamento do livro Direito à Memória e à Verdade; mas sim de tudo fazermos para que ele não venha a ser "incapaz de revelar à sociedade os crimes da ditadura militar".

Lembrem-se da República de Weimar: atacada pelos nazistas à direita e pelos comunistas à esquerda, a democracia alemã soçobrou. Mas, como a esquerda havia superestimado suas forças e subestimado a dos inimigos, quando os moderados saíram de cena quem venceu o braço de ferro foi Hitler.

Erro terrível dos comunistas alemães
facilitou a chegada de Hitler ao poder
Ou seja, a opção insensata pelo  tudo ou nada  acabou se revelando catastrófica para a Alemanha e para o resto da humanidade, condenada ao pesadelo de uma guerra mundial.

Não devemos repetir tal erro. Temos, sim, de lutar para que o texto definitivo da lei que cria a Comissão seja o melhor possível; e continuarmos lutando por nossos objetivos dentro da Comissão, pois é lá que tudo realmente se decidirá.

Sete membros e catorze assessores podem fazer muito em dois anos, com ou sem o orçamento ideal.

Não há tantos e tão significativos crimes para se investigar no período entre as duas ditaduras, de forma que este capítulo acabará sendo secundário, sem tirar a ênfase do principal.

Se haverá  viúvas  ou discípulos da ditadura na Comissão, a equanimidade manda que também haja antigos resistentes, apesar da tentativa do DEM de os excluir. Quem terá melhores argumentos para convencer os demais? Vamos supor um debate entre Jair Bolsonaro e Eduardo Suplicy, qual deles conquistaria a simpatia dos homens de bem que estivessem assistindo?

Quanto à punição dos torturadores, não é a Comissão da Verdade o real empecilho, mas sim a decisão do STF, que teria de ser revertida. Trata-se de uma luta complementar, não de parte desta luta.

Aqueles que tentam empurrar Dilma para um confronto de Poderes, dando à direita (que ainda não se recuperou do nocaute na última eleição presidencial) uma forte bandeira para se reagrupar e sair da toca, deveriam refletir um pouco sobre Weimar.

miércoles, 28 de septiembre de 2011

Honduras Urgente Notas Cortas sobre nuestra incansable monotonía

Ricardo Arturo Salgado criou um documento.
Notas Cortas sobre nuestra incansable monotonía

Solo quiero cambiar un poco. En lugar de escribir mucho sobre lo mismo comentare algunas cosas que me parecen relevantes, y que deben ser resaltadas por su importancia.

He tenido dificultades escogiendo la primera reflexión que deseo hacer. Definitivamente me inclino por felicitar al Espacio Refundacional por su actividad contra la militarización en el Bajo Aguan. Espero que la misma sea un éxito. En el pasado he escrito unos cuatro ensayos cortos advirtiendo sobre los eventos que se van desarrollando en esa zona, y que ahora con esta acción  adquiere relevancia desde el punto de vista de la solidaridad y la consciencia. Yo no podré asistir debido a compromisos adquiridos previamente, pero realmente espero que nos sumemos a todas las actividades de la resistencia, sin sectarismos ni dogmas, sino como revolucionarios. He sido crítico de muchas posiciones de algunos compañeros, pero no puede dejar pasar por alto este ejemplar trabajo que emprenden el fin de semana. Después de todo el “avispero” dentro de la resistencia hondureña creo que la oligarquía tiene muchas razones para estar preocupada. Sin ponernos de acuerdo somos capaces de movilizar tanto, y generar tantas expectativas y debates. Aquí tenemos un proceso dialectico en pleno desarrollo, del que esperamos salga la poderosa fuerza que reemplace a la actual fuerza hegemónica. En lo personal me inclino por apoyar una fuerza nueva, dentro de la resistencia popular, amplia, inclusiva, deliberante, donde se abra un debate de ideas por mi familia, por mi sociedad, por el futuro, por la razón, por aquellos que somos más, por la justicia, por la igualdad, por la soberanía, por la libertad, por el socialismo, por todo eso voy POR. Enrique Flores Lanza sigue en la línea de fuego de frente a las manipulaciones y las burlas del podrido sistema judicial heredado del golpismo. Los seudo jueves siguen sin entrar al meollo del asunto que debería ser su trabajo, y en lugar de seguir el debido proceso pretenden encarcelar a Enrique para humillarlo y tratar de ponerle condiciones terribles, como castigo a él, a Manuel Zelaya, pero, sobre todo, a la Resistencia Nacional. Poco a poco irán apretando en este caso, sin entender que esta maniobra es una ruleta rusa para ellos. Deberían proceder de inmediato a garantizar un juicio imparcial, y dejar que Enrique Flores demuestre su inocencia  o sea vencido en juicio. La comunidad internacional muestra un interés creciente en el caso Flores Lanza que se ha vuelto un bochorno de dimensión continental. El canciller (no Bismarck), la designada, el dipsómano presidente de la corte, y otra pléyade de funcionarios han dicho que el Acuerdo de Cartagena solo obliga a Lobo Sosa. Si bien es cierto entendemos a este último como el resultado del Golpe de Estado, no podemos aceptar tanta desfachatez, por eso vamos a exigir que el congreso ratifique este tratado, además vamos por la remoción de la corte, el Ministerio Publico y el juicio contra los culpables del Golpe. El régimen está bastante enredado en una situación económica creada por la sumisión al Fondo Monetario Internacional, y la ineptitud de la empresa privada parasitaria. Para terminar de amolar la cosa, la constante violación a los derechos humanos, la impunidad y la persecución política, lo han marginado de préstamos. Ahora les ha tocado admitir que están devaluando la moneda, aunque cuando impusieron la banda cambiaria dijeron que las condiciones financieras internacionales eran favorables, como si se tratara de un cuento de disneylandia. Y los pericos del régimen siguen hablando maravillas de los que están haciendo, y todos los  los días hablan de la democracia en Honduras, o lo que sea que están haciendo para destruir este país. Siendo ecuánimes debemos ver que la intolerancia dentro de la resistencia es multidireccional, y es impulsada por grupos específicos de poder que promueven la división. Es cierto que ha existido exclusión y marginación, de ello surgen varios movimientos. También es cierto que las dirigencias han guiado al pueblo en la dirección de sus intereses. Todos deberíamos preocuparnos por promover la unidad, la amplitud, quienes no entiendan esto serán rebasados por el pueblo, y su deseo de transformar a Honduras. Este es un proceso histórico claro, por lo que al final las agendas ocultas tiene pocas opciones de progresar. Quiero traer para cerrar una frase que escuche a la compañera Patricia Rodas, en una reunión de intelectuales hondureños, “qué bueno que todavía hacemos quienes podemos imaginarnos la Honduras que queremos”. No es tan exacta la cita, pero el contenido es ese; para cambiar a Honduras debemos darnos la opción de soñar la nueva patria, aunque para muchos la utopía sea algo risible. Yo prefiero seguir conservando ese pedacito de niño que llevo dentro, ese que es capaz de imaginar ese mundo que nos merecemos.
Ricardo Salgado
27/septiembre/2011

lunes, 26 de septiembre de 2011

La única alternativa para la Soberanía Alimentaria, la Vía Campesina


 
Gracias a los buenos oficios de la paisana y camarada Tupa RANGEL… desde Indonesia…
 
 
La única alternativa para la Soberanía Alimentaria, la Vía Campesina
 
La Via Campesina en movimiento...
 ¡ Por la soberanía alimentaria !
 
 
MARAVILLOSO DOCUMENTO DE LA VIA CAMPESINA
 
Vean este documental de 20 minutos de duración y difúndanlo entre sus vecinos, amigos, comunidades, organizaciones locales, en centros culturales, festivales de cine, manifestaciones... Pueden incluso organizar una proyección seguida de un debate al que puedan invitar a campesinos y autoridades locales o a quien esté interesado.
 
 
Miércoles, 21 de Septiembre de 20
Durante el Foro Social Mundial de Dakar, Senegal, en Febrero de 2011, movimientos sociales, organizaciones de pequeños productores y otras organizaciones de la sociedad civil lanzaron un llamamiento colectivo contra el acaparamiento de tierras. Más de 650 organizaciones ya se han adherido. Si su organización desea también apoyar este llamamiento, por favor hágalo antes del 7 de octubre de 2011.
 
El Comité de Seguridad Alimentaria Mundial (CSA) con sede en Roma en la Organización mundial para la Agricultura y la Alimentación (FAO), está actualmente negociando las Directrices sobre la Gobernanza Responsable en la Tenencia de la Tierra, Recursos Pesqueros y Forestales. Estas directrices deberían proteger y reforzar el acceso a la tierra, a los recursos pesqueros y a los bosques para los/as pequeños/as productores/as de alimentos. Desgraciadamente, algunos gobiernos poderosos, apoyados en esto por las Instituciones Financieras Internacionales, no quieren adoptar directrices fuertes. Estos gobiernos prefieren una gobernanza de los recursos naturales que facilite la apropiación de los recursos por parte de grandes inversionistas empresariales y otros actores poderosos.
 
Campesinos afectados por el acaparamiento de tierras entregarán el llamamiento de Dakar, con todos los nombres de las organizaciones que lo hayan avalado, a los gobiernos durante las negociaciones sobre las Directrices en Roma los días 10-14 de Octubre.
 
Esta movilización también deberá contribuir a presionar a los gobiernos para que rechacen definitivamente los Principios para Inversiones Agrícolas Responsables (RAI por sus siglas en inglés) del Banco Mundial.
 
¡Es hora de impedir el acaparamiento de tierras, no de darle una fachada de "responsabilidad"!
 
Por favor, lea y firme el llamamiento aquí: http://www.dakarappeal.org
 
 
 
"Rompa el aislamiento. Vuelva a sentir la satisfacción moral de un acto de libertad... Haga circular esta información"Rodolfo Walsh
 
Enviado por Jacob Blinder

domingo, 25 de septiembre de 2011

EITA SEMANINHA DANADA!

EITA SEMANINHA DANADA!


Laerte Braga


Imagina o sujeito acordando com os trinados de Kate Perry – e em play back ainda por cima – e a cara de Antônio Anastasia pairando sobre Minas Gerais com coroa e cetro de imperador. Putz! Ou é o caso de recusar o bafômetro, deve ter tomado todas e umas horas de sono não foram suficientes para afastar os fantasmas oriundos ou de um bom scoth, melhor ainda, uma deliciosa pinga, ou então de procurar direto, sem intermediários, um hospital psiquiátrico e se auto vestir numa camisa de força.

Só imaginar que Kate Perry canta já é uma tragédia. Pior ainda Antônio Anastasia imperador de Minas Gerais. É público e notório que quando apoiou a reeleição para um terceiro mandato – foi o único a fazê-lo – de Alberto Fujimori no Peru, FHC estava de olho no seu eventual terceiro mandato. Como bem diz Millôr Fernandes e lembrou Emir Sader, “FHC é o único sujeito que acha que é mais inteligente que ele próprio”.

O sonho de transformar São Paulo num império com a denominação FIESP/DASLU e ser coroado com José Arruda Serra na figura grão vizir.

Um desses canais de tevê a cabo/satélite, no afã de emburrecer mais ainda os telespectadores, lançou um concurso antes da chegada de Kate Perry ao Brasil. Um vídeo feito por assinantes nos moldes da tal “cantora”. O melhor deles garantiria o direito de um dia com a dita cuja. Devem ter se esquecido que tortura é crime inafiançável e contra a humanidade.

Já andam vendendo lobisomem no mercado. É o capitalismo.

O comandante interino da 3ª de Cavalaria Mecanizada, coronel Mário Luís de Oliveira, em Bagé, Rio Grande do Sul, soltou uma ordem do dia lida perante a tropa formada no pátio, ou qualquer outro canto do quartel e deitou histórias de horrores sobre o governo João Goulart e a “corajosa” atitude das forças armadas depondo o presidente para salvar o Brasil. Imagino o que terá sido a noite da tropa.

Reforço de grades nas janelas, nas portas, trancas, câmeras o escambau. O medo que no meio da noite pudesse emergir das sombras e penumbras um comunista munido de foice e martelo e disparar foiçadas e marteladas na democracia.

É que essa gente não gosta de prestar contas da covardia real que foi 1964. Das prisões à revelia da lei, das torturas, dos estupros, dos assassinatos, o medo da Comissão da Verdade. Escondem-se atrás da saia da anistia e tentam aterrorizar a turma.

A ordem do dia do distinto é um primor de ferocidade. É preciso atenção para saber se quando sai às ruas usa focinheira, do contrário estará infringindo a lei que protege os cidadãos de ataques de animais ferozes.

Deve ter baixado o espírito de Dan Mitrione, do general Vernon Walthers, comandante das forças armadas golpistas em 1964, de Garrastazu Medice e seu radinho de pilha querendo Dadá Maravilha de titular na seleção de 1970. Sai Tostão, ou sai Jairzinho, ou então Rivelino, entra Dadá.

O espectro do delegado Fleury rondava o ambiente.

O discurso da presidente Dilma Roussef na abertura da Assembléia Geral das Nações Unidas foi um traulitada no esquema das grandes nações, dos poderosos/quebrados, mas donos de arsenais capazes de destruir tudo. O cavalo de Átila – “por onde o cavalo de Átila passa não medra grama” – deve ter se remoído onde quer que se encontre.

Nada diferente do óbvio, a lógica do capitalismo a brasileira inventado no governo Lula e diagnóstico preciso de Ivan Pinheiro, secretário geral do PCB. Mas aquele negócio de no rico dinheirinho brasileiro a turma não vai por as mãos para salvar da falência banqueiros e grandes corporações européias. Ainda mais depois de atrapalhar contratos brasileiros – empresas – na Líbia.

A ONU viveu momentos de brilho na semana que passou. O discurso do presidente palestino Mahamoud Abbas e o envergonhado falatório do líder nazi/sionista Benjamin Netanyahu, principal executivo de ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A.

As armas nucleares do genocida Netanyahu versus os estilingues dos palestinos.

Essa turma deveria perder um pouco de tempo, fazer um esforço além de assistir o JORNAL NACIONAL e ouvir Miriam Leitão defendendo os empregos de trabalhadores norte-americanos às custas de trabalhadores brasileiros (no caso do IPI de carros importados) e ler o discurso do líder da revolução islâmica no Irã, o aiatolá Sayyed Ali Khamanei, no encontro chamado Despertar Islâmico.

Ao falar sobre a revolução no Irã e abordar os dias atuais, o levante dos egípcios, principalmente.


Nessas revoluções, os princípios, valores e metas não aparecem escritos em manifestos pré-fabricados por grupos ou partidos: aparecem escritos na mente, coração e desejos de cada uma e de todas as pessoas que se apresentam à cena onde a história se faz; e são declarados no contexto, por seus slogans e atitudes. Considerados todos esses sinais, podem-se ver e declarar que os princípios das atuais revoluções em curso na região, no Egito e em outros países são, em primeiro lugar e principalmente, os seguintes:

Reviver e renovar a dignidade e o respeito nacionais que foram quebrados e golpeados durante longos anos de governos ditatoriais e corruptos, e pela dominação pelos EUA e pelo ocidente. Manter alta a bandeira do Islã, que é fé profunda no coração do povo, ligação de muitas gerações entre muitos povos, que oferece a muitos paz de espírito, sentido de justiça, desejo de progresso e prosperidade que não se alcançam senão sob a lei islâmica, a Xaria. Resistir contra a influência e a dominação de EUA e Europa, causa da desgraça e dos mais graves danos, e da humilhação dos povos desses países, ao longo de 200 anos. Opor-se ao regime de ficção, de usurpação, dos sionistas, que as potências imperialistas cravaram como adaga, funda, no coração dessa região, para usá-la como ferramenta que lhes permitisse manter a amaldiçoada dominação, depois de terem expulsado um povo inteiro, de sua terra nativa e histórica Não há dúvidas de que as revoluções na região que se apóiam e querem fazer valer esses princípios, não agradam os EUA, a Europa e os sionistas, e que eles usarão todos os meios que encontrarem para negá-las. Mas negar as revoluções no mundo islâmico não apagará a verdade.

Não tenho bem certeza, mas acho que foi Spielberg, que fez um exercício sobre o caráter doentio da sociedade norte-americana, aquela que mata os pais e dá uma festa. Ou executa com injeção letal inocentes ou presumidos culpados. Um submarino japonês chega por engano às imediações de Los Angeles e os japas ficam fascinados com aquele letreiro imenso – HOLLYWOOD. E tocam a tirar retrato, mania de japoneses até hoje. O “patriotismo” dos cidadãos aflora por todos os cantos e a tarefa de levar o submarino a fazer água enche de brios os peitos dos tais cidadãos. Enquanto isso o general comandante chora ao assistir Pocahontas.

Vai daí que o terror vira uma esculhambação geral. É uma forma de enxergar a estupidez, diferente da de Kulbrick e seu capitão Mandrake, transgressor da ordem capitalista em flagrante desrespeito à propriedade privada ao quebrar a máquina de Coca Cola e catar a moeda que lhe permitiu avisar ao Pentágono que o general enlouqueceu.

Hoje é diferente. George Bush se veste de Barack Obama e toma o cinismo como instrumento de governo. O desempenho do canastrão tipo Silvéster Stallone, o Rambo, é substituído pelo ator competente. E ainda por cima se deixa engraxar para parecer negro.

Quando a coisa aperta corre até a geladeira e serve uma cerveja num dos cantos ao ar livre da Casa Branca. Com direito a avental e tudo.

Mas a sede é tanta que o original pode voltar noutro nome e noutra forma.

Poucos deram atenção a um fato significativo acontecido há uns dois ou três meses. O Superman renunciou à cidadania norte-americana, preocupado com tantas barbáries perpetradas pelos EUA. Estavam respingando sobre o dito.

Lois Lane continua a ver navios. E a tomar suco de laranja brasileiro taxado para não afetar o mercado norte-americano, os produtores do país, coisa que a veneranda senhora Miriam Leitão não diz nem amarrada, pois é paga para dizer o contrário, para ignorar a verdade. Sei lá, tenho a sensação que a vetusta comentarista, adequadamente chamada de “urubóloga” pelo jornalista Paulo Henrique Amorim, qualquer dia sai voando que nem aqueles teco tecos que carregam anúncios em longas faixas. A dela é previsível – vem aí a crise –. Compra não que é fria.

A ela falta a verve para encarnar o personagem do “Homem que falava javanês”, mesmo porque Machado de Assis virou branco num comercial da Caixa Econômica Federal.

Ah! Ia me esquecendo. Compraram uma cadeira de “imortal” para Merval Pereira, jornalista do O GLOBO. Fez um discurso chamando de “vagabundos” os beneficiários do programa bolsa família. “Imortal” tem ajuda de custos com verba pública. Chá bolinhos, etc.

Presente o ex-governador de São Paulo José Arruda Serra. O tal que a filha ganhou uma bolsa em Harvard, paga pela AMBEV – antes de oficializada a fusão Brahma/Antártica). A moça estudou por lá, a AMBEV pagou, na volta foi trabalhar na empresa e a fusão legalizada. Tutti buona gente. Sem falar nas contribuições para a candidatura do vampiro paulista.

A Academia Brasileira de Letras vive uma fase descendente, deve ser por isso que branquearam Machado de Assis, desde a eleição de José Sarney, autor do destempero BREJAL DOS GUAJÁS, demolido letra por letra pelo jornalista Millor Fernandes.

Daqui a cem anos quando alguém falar do imortal Merval o outro vai dizer – quem? – Ora, você não sabe? jornalista do O GLOBO. – Ah! sei. – Sem saber nada.

Quem não se lembra de Marinho, lateral esquerdo do Botafogo e depois do Fluminense, pernambucano loiro e de olhos azuis, a descendência holandesa?

Em novembro de 1555 o vice-almirante Nicolas Durant de Villegagnon chegou à baía de Guanabara. O propósito era criar a França Antártica. Nada a ver com a cerveja. Mas com comércio e uma parte do Brasil colônia para a França.

Villegagnon comeu o pão que o diabo amassou no tempo que ficou por aqui. Católico, obrigava os franceses que trocavam presentes por índias ao sacramento do matrimônio. Gerou revolta entre os seus, mas controlou o esquema. Acabou envolvido no cisma da Igreja Católica e os primeiros pastores protestantes chegaram por aqui àquela época (nada a ver também com Edir Macedo, esse é outro tipo de pilantragem).

O projeto faliu a curto e médio prazo, mas hoje, com certeza, lá está Antônio Anastasia, monarquista empedernido, assentado no trono do governo de Minas a perseguir professores com um séquito de deputados estaduais, desembargadores e a mídia comprada e guardada na carteira das contas públicas, lógico, o dinheiro sai do bolso do cidadão.

Deformação genética da França Antártica. Deve achar que merece Versailles.

Eita semaninha danada!

JORNAL DA DITABRANDA DESQUALIFICA A COMISSÃO DA VERDADE

A Folha de S. Paulo se tornou cautelosa com seus editoriais reacionários, depois que alguns deles tiveram o efeito de devastadores bumerangues -- o da  ditabranda, p. ex., foi um dos mais piores tiros pela culatra que um jornal já deu.

Então, para ajudar seus antigos parceiros a se livrarem do merecido opróbrio, como já se livraram da merecida prisão, o Grupo Folha agora recorre a uma enrolação um tantinho mais sofisticada para desqualificar a Comissão da Verdade:
"...Não cabe a um organismo indicado pelo Executivo (...) estabelecer 'a Verdade', com 'V' maiúsculo, neste ou em qualquer assunto que seja.

...É irrealista supor que, no exíguo prazo de dois anos, uma comissão de 7 membros e 14 auxiliares, como estabelece o projeto, venha a levantar todos os casos de violação aos direitos humanos.

Em que medida (...) estariam contemplados representantes e defensores do próprio regime militar? Sua presença, não é exagerado supor, traria dificuldades e entraves ao trabalho da comissão. Sua ausência, por outro lado, abriria o flanco a acusações de parcialidade nas investigações.

A Comissão da Verdade cumpriria melhor seu papel, a rigor, se estabelecesse as condições mais amplas possíveis para o acesso dos cidadãos a documentos do período.

Investigações independentes, feitas por organizações, pesquisadores e jornalistas sem vínculos com o Estado, constituem no melhor mecanismo para se chegar mais próximo de um ideal nunca definitivo, a verdade histórica. Esta não é monopólio de nenhum colegiado oficial, por mais imparcial que seja".
RACIONÁLIA INFAME

Esta racionália infame parte do pressuposto de que haveria duas versões em pé de igualdade, a serem levadas  imparcialmente  em conta: a dos torturados e a dos torturadores. É a tese do DEM, partido que remonta à antiga Arena, avalista de atrocidades e genocídios.

No entanto, a civilização adota critérios bem diferentes. Começando pela ONU, que recomenda aos países saídos de ditaduras a apuração rigorosa dos crimes cometidos pelos déspotas e seus esbirros, a punição exemplar dos responsáveis, a indenização das vítimas e a criação de mecanismos institucionais que dificultem a recaída nas trevas.

O Brasil, a rigor, não fez nem metade da lição de casa.

Concedeu reparações aos torturados, lesionados fisica e psicologicamente, estuprados, prejudicados em sua carreira e em todas as esferas de sua vida. Mesmo assim, sob uma enxurrada de ataques falaciosos das  viúvas da ditadura, de seus discípulos e dos seus bobos úteis.

A apuração dos crimes só se deu em termos de reconhecimento e quantificação de direitos gerados para as vítimas ou seus herdeiros, por meio das comissões de Anistia e de Mortos e Desaparecidos Políticos.

Punido, nem o pior dos carrascos foi. Zero. Com a omissão do Executivo e do Legislativo.

E com a cumplicidade da mais alta corte do País, que produziu em abril/2010 uma das decisões mais escabrosas de sua História, fazendo lembrar os juristas franceses da República de Vichy, que colaboravam com os nazistas (vide o ótimo filme de Costa Gravas, Seção Especial de Justiça).

Os antídotos ao golpismo também foram descurados. Tanto que a caserna continua sendo até hoje uma espécie de quarto poder e apita mais do que os outros três em determinados assuntos -- como o de passarmos ou não a limpo o festival de horrores dos  anos de chumbo.

Seu veto à revogação da anistia que os verdugos concederam previamente a si próprios em 1979 garantiu a impunidade eterna das bestas-feras do arbítrio. E sua resistência ao resgate e exposição da verdade é que está levando aos contorcionismos ridículos e concessões absurdas que marcam a gestação da Comissão respectiva.

A saída da ditadura pela porta dos fundos em 1985, mediante conluio da oposição com situacionistas que abandonaram a canoa furada para se manterem no poder (Sarney à frente), impediu que houvesse uma verdadeira redemocratização do País e nos legou a situação anômala que nos faz motivo de pilhérias no mundo civilizado. Estamos sendo os últimos e os mais tímidos no acerto das contas do passado infame.

ÚLTIMA CHANCE

A Comissão da Verdade, que em suas linhas mestras fui dos primeiros a defender, é o última chance de deixarmos estabelecido, como veredito oficial do Estado brasileiro, o repúdio ao golpismo, à ditadura, ao estupro dos direitos humanos.

Caso contrário, os totalitários continuarão podendo alegar impunemente que em 1964 foi dado um contragolpe preventivo e que ambos os lados cometeram excessos equivalentes durante os anos de chumbo.

E nada vai impedir que se batizem ruas e praças com os nomes de sérgio paranhos fleury, emílio garrastazu médici e outros que tais (as minúsculas são intencionais).

É discutível que se consiga avançar muito, com mais de um quarto de século de atraso e depois da diligente destruição de arquivos por parte de quem tinha esqueletos no armário, no esclarecimento de episódios ainda obscuros.

Mas, apenas reunir o que já se apurou numa espécie de balanço final do período já dará aos democratas um trunfo poderoso nos embates políticos do presente e do futuro.

Pois, a esta altura, só nos resta tentarmos criar anticorpos, para que nunca mais o Brasil mergulhe nas trevas tirania e da barbárie.

Nem isto o jornal da  ditabranda  admite.

viernes, 23 de septiembre de 2011

O ORNITORRINCO DE MINAS - O MUNDO "GLOBALITARIZADO" (SOBRE SERVENTES DE PEDREIRO)

O ORNITORRINCO DE MINAS – O MUNDO “GLOBALITARIZADO”
(SOBRE SERVENTES DE PEDREIRO)


Laerte Braga


Se lenda ou verdade não sei. O senador Amaral Peixoto, genro de Getúlio Vargas e almirante nas horas vagas, além de presidente do lendário PSD (não o de Kassab), costumava contar uma história no mínimo interessante.

Dizia ele que quando da inauguração de um dos fornos da Cia Siderúrgica Nacional, em Volta Redonda, nada de um dos fornos pegar no tranco. Chamaram engenheiros altamente qualificados, especialistas no negócio, nacionais e gringos e o forno nada. Lá pelas tantas um dos trabalhadores alertou o engenheiro chefe que havia um desnível no terreno e por esse motivo o forno não daria partida nunca.

Segundo o senador Amaral Peixoto foi uma questão de “calços para nivelar o terreno”.

Os professores da rede pública de Minas Gerais estão em greve por melhores condições de trabalho e salariais em torno de pouco mais de dois meses. O governador do estado é um ornitorrinco inventado pelos tucanos desde a pré-história tucana, ainda no Congresso Nacional Constituinte e com passagem pelo governo de FHC, onde criou o tétrico “fator previdenciário”.

Burocrata de quinta categoria, ávido por poder, disposto a qualquer negócio para chegar ao topo, produto incompleto da evolução da espécie, despeja através da mídia mineira comprada e silenciada (o jornal ESTADO DE MINAS é departamento do Palácio de Governo) um monte de mentiras em torno das reivindicações dos professores e dos “feitos” do seu governo e deu pai em Minas, o tresloucado Aécio Bafômetro Neves.

Conta ainda com apoio do Tribunal de Justiça – declarou a greve ilegal em flagrante desrespeito ao direito de greve e cumplicidade com o Executivo – e o desplante de besteiras de alguns deputados, ditas no último volume.

Professores deveriam ser serventes de pedreiro, pois ganhariam mais. Duplo desrespeito. Aos professores e aos serventes de pedreiro. Foi uma sugestão ouvida na Assembléia mineira.

Tucanos não gostam de professores e médicos que atuam nos serviços públicos na área de saúde. Servidores públicos de um modo geral.

São adeptos das privatizações, terceirizações, etc, permitem maior mobilidade, mais rapidez e segurança nas propinas e nos “negócios” de um modo geral.

Nesta semana que termina, por exemplo, saiu aí a notícia que um diretor da VALE, à época da privatização criminosa da empresa, manobrou uma jogada com ações da antiga CIA VALE DO RIO DOCE, tudo em proveito próprio e dos interesses tucanos/DEM, etc.

Em ato na Assembléia Legislativa de Minas Gerais uma professora foi desrespeitada por um deputado (dizem que são representantes do povo, um décimo se tanto). Deputados estaduais em Minas e em qualquer estado brasileiro desrespeitam cidadãos a todo dia, toda hora. Não há a menor transparência na ação de deputados estaduais, ressalto um crédito para um décimo dessas figuras execráveis.

Antônio Anastasia não quer saber de investimentos na saúde, na educação, em nada que não implique em contratos com as empresas que controlam o governo do estado desde os tempos de Aécio (o que morava no Rio e governava Minas).

As escolas públicas estaduais estão à deriva, caindo aos pedaços, sem qualquer tipo de investimento (muito em propaganda isso sim) e os professores largados à própria sorte diante de um quadro caótico.

Isso implica em dizer que os cidadãos mineiros que freqüentam escolas públicas recebem um ensino onde apenas o professor funciona, na consciência política que lhe é inerente. Esse direito básico, educação, o governo costuma tratar com Polícia Militar distribuindo bordoadas para todos os lados.

Já a ANDRADE GUTIERREZ pode fazer e desfazer, entra pela porta da frente do Palácio, da Assembléia, do Tribunal, etc, a empresa e suas e seus aliados, pois como costumam dizer alguns advogados em Belo Horizonte (capital do estado), o negócio é o nível do “cartão”. Cartão de ouro, trânsito em qualquer esfera do governo, solução garantida (por governo entenda-se o todo. Executivo, Judiciário e Legislativo). Cartão de prata exige um pouco mais de sacrifício, mas também funciona e cartão de bronze... Bom aí depende do tamanho da mala.

A mídia nacional silencia sobre a greve dos professores de Minas Gerais, como silencia sobre todos os fatos que contrariam interesses daqueles que compram. Foi o caso do governador de São Paulo, que, distribuindo nove milhões de reais (dinheiro público), sem licitação, em assinaturas de VEJA, ÉPOCA (GLOBO), ISTO É, FOLHA DE SÃO PAULO, ESTADO DE SÃO PAULO, comprou o silêncio da turma da “liberdade de expressão”.

Em Minas o governo demite jornalistas de empresas privadas que ousam criticar sua majestade imperial Antônio Anastasia, ornitorrinco político que veio dar com os costados aqui por obra e graça de Aécio Neves da Cunha, ex-governador, senador e aspirante a presidência da República.

Ele e Sérgio Cabral são a nova dupla da política brasileira no afã de criar a república do Pirlimpimpim (nada a ver com Monteiro Lobato, ou o Machado de Assis “branco” da Caixa Econômica Federal).

No caso do Machado de Assis foi viagem e preconceito mesmo.

O geógrafo brasileiro Milton Santos, reconhecido em todo o mundo, cunhou a expressão “globalitarização” para definir o modelo político e econômico vigente entre nós e nos chamados países democráticos governados pelo terror neoliberal. A globalização imposta pela militarização.

Mais de 50 mil crianças palestinas morreram assassinadas pelos terroristas nazi/sionistas de Israel nos conflitos ao longo dos últimos anos. Centenas de milhões de pessoas morreram ao longo das guerras de “ajuda humanitária” dos norte-americanos e seus aliados.

No Brasil, até hoje tutelado pelo fantasma da ditadura militar (é só olhar a luta para revelar a barbárie que imperou durante o regime), onde governantes pisam em ovos para não contrariar interesses das elites e a covardia dos militares escondidos na saia da anistia, as questões são tratadas de uma forma diversa. Temos um governo que fala uma coisa para fora e outra para dentro.

No caso de Minas Gerais acontece a redenção desse modelo. Aécio inventou um ornitorrinco político, ou seja, próximo da perfeição.

É um insulto a Minas e aos mineiros uma figura como Antônio Anastasia e seu séquito.

E aos professores e aos serventes de pedreiro, especificamente.

Anastasia não é nem uma questão de “calços” como dizia Amaral Peixoto, mas de sem vergonhice absoluta e plena mesmo. De ação deliberada contra a saúde, a educação, os direitos básicos do cidadão, pois governa em nome dos interesses básicos de elites podres e venais que controlam os palácios de sua majestade o ornitorrinco.

Deve ser isso, uma espécie diferenciada a serviço da pilantragem dos grandes, o grande golpe de Aécio (donatário do estado), a viagem a Marte do ex-governador, que pode ser tudo, menos bobo.

Professores e serventes de pedreiro é hora de ir às ruas e resgatar o que está sendo tomado de cada cidadão mineiro.

O respeito que nos é devido por governantes, mesmo que sejam anomalias como Antônio Anastasia (até rima).

“O genoma do ornitorrinco (Ornithorhyncus anatinus), assim como o próprio animal, apresenta um amálgama de características que pertencem a um réptil ancestral e são derivadas de mamíferos”. Definição do cientista Wesley Warren, na revista NATURA, edição de 2008.

Mais ou menos mistura de Nero/Calígula com Bush, pitadas de FHC e o fim do multiculturalismo decretado por outra figura da espécie, David Cameron, primeiro-ministro da Micro-Bretanha. Tem a forma das bombas da OTAN, das hordas nazi/sionistas de EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A, assume também características de deputados estaduais de Minas (a maior parte deles), bordunas da Polícia Militar e hábitos noturnos, ou seja, na lua cheia é um perigo sem tamanho. Pior, é uma espécie sobre a qual não paira nenhuma ameaça de extinção.

O que vale dizer, que no caso dos que tomam forma dita humana, caso de Anastasia, dentre outros, o povo pode varrer, extinguir. O ornitorrinco em si, o bicho, mistura de mamífero com ovíparo, não tem nada a ver com isso, exceto ser incompleto, ou uma completa fraude – Anastasia.

Estão em todo o mundo. No Texas, por exemplo, o senador estadual John Whitimare, presidente do Comitê de Justiça do Senado, decidiu proibir a condenados a morte o direito à última refeição. É que Lawrence Russel Brewer, de 44 anos, executado na quarta-feira, dia 21, pediu uma farta última refeição e sequer tocou no prato. Segundo o senador isso é um desrespeito e custa dinheiro público. Tudo bem que o cozinheiro da penitenciária disse que o senador está mentindo, tirando proveito político da situação (senador mentir é uma espécie de pleonasmo, com raras exceções, Sarney então).

Anastasia quer que os professores mineiros não comam. Que nem o cavalo do inglês segundo Silva Mello. O dito estava onze dias em jejum e foi morrer no décimo segundo, quando já estava acostumando.

miércoles, 21 de septiembre de 2011

Mesmo promovendo aBOÇALIDADE diaria, ditadores hondurenhos vão a ONU. Levantemos agora em protrsto

Compañeras y compañeros de Nuestra América:

Cínicamente -con boato y dispendio indignos- y acompañado por una cohorte de malhechores y mujeres sin púdico oficio Profirio Lobo viaja a la ONU para intentar justificar el espantoso genocidio que viene ejecutando contra el pueblo de Honduras.

Viaja en plan de disfrute, de vacaciones cinco estrellas. En tanto -cotidianamente- prosigue la barbarie en el país: persecución y tortura de indefensos campesinos -niños y adultos- y la destrucción de sus viviendas y campos de cultivo. ¿Hasta cuándo Honduras ha de ser campo de ejercicio para que un ejército manchado con la sangre de sus hermanos refocile su tropa; hasta cuándo será el muro donde ser orinen los gendarmes; hasta cuándo el campo de exterminio de los desprotegidos?.

¡No dejemos que enmudezca nuestra voz, gritemos al unísono, elevemos nuestro espíritu solidario, difundamos al mundo los crímenes del régimen espurio de Lobo Sosa. ¡Ni olvido, ni perdón!. ¡Viva el Frente Nacional de Resistencia!

Igor Calvo,
Miembro de base FNRP. Honduras.

-------Exemplo da BOÇALIDADE ditatorial de ontem , contra o POVO em Honduras----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------  

> Date: Tue, 20 Sep 2011 13:33:35 -0700
 From:  Subject: FIAN Honduras: PLAN COLOMBIA CONTRA CAMPESINOS DEL BAJO AGUÀN 20 SEP 2011
 To: fian-honduras@googlegroups.com

 C
ontrastes de la realidad
 MILITARES DEL “HUMANISMO CRISTIANO” TORTURAN NIÑO EN EL BAJO AGUÀN

Tegucigalpa. Militares y Policías sometieron a torturas y simulacros de ejecución a dos niños pertenecientes al asentamiento campesino de “Rigores”, en el Bajo Aguán, departamento de Colón.
El asentamiento fue parcialmente destruido la tarde y noche de ayer por unos 200 uniformados que llegaron en dos helicópteros, que realizaron vuelos rasantes; y en dos camiones que derribaron al menos 10 humildes viviendas, rociando, además, una sustancia amarilla mal oliente en alimentos y sometieron a tratos crueles e inhumanos a gran cantidad de hombres y mujeres miembros de esa comunidad.
Todavía se desconoce el paradero del menor Leonel Cartagena (15 años), quien fue capturado y sometido a torturas junto a Cruz.
Esta mañana, según Rodolfo Cruz, padre de Bernabé, el asentamiento fue nuevamente allanado por policías y militares que procedieron a destruir más humildes viviendas.
> Otro rostro de esta realidad despreciable, es el mal gasto de los pocos recursos con que cuenta este paìs, donde la figura del tráfico de influencias, a pesar de estar tipificada en el Código Procesal Penal, es poco o nada aplicado por los órganos de justicia.
> Sucede que en el viaje del Presidente Porfirio Lobo Sosa a la sede de la ONU, donde discursará sobre el tema de derechos humanos, acompaña a la delegación una secretaria del área administrativa que, en este caso en especial, se le asignaron 5,500 dólares de viáticos, equivalentes a 105 mil lempiras, al cambio actual de la moneda, sin funciones que cumplir porque no lleva consigo computadora, cámara fotográfica o videocámara.
Este es un caso “insignificante” si consideramos la amplia delegación que acompaña al mandatario y el rango burocrático que ostentan, amparados bajo la sombrilla de desmanes que permite un sistema de gobierno presidencialista, autoritario y poco transparente como el hondureño.
Qué no hacen la clase política y la oligarquía con el dinero y el Presupuesto de este paìs. Ayer la junta directiva de la Empresa Nacional de Energía Eléctrica (ENEE), conformada por el gobierno y el Consejo Hondureño de la Empresa Privada (COHEP), anunciaron la compra directa de 50 megavatios de potencia eléctrica, inversiones en la red eléctrica e instalación de subestaciones, a un costo de 450 millones de dólares.
Mientras tanto, la Policía y el Ejército con gran alarde y despliegue de fuerzas, secuestran, torturan a niños campesinos del asentamiento Rigores, en el Bajo Aguán, a los que rocían combustible, introducen el cañón de los fusiles en la boca y colocan la capucha para asfixiarlos.
Ese es el relato de la víctima, Bernabé Cruz, de 16 años, que fue torturado por los militares cuando se encontraba en un sector de la carretera a Tocoa, Colón.

Carlos Zelaya Herrera
Periodista en Resistencia
Miembro de Profesionales Latinoamericanos Contra el Abuso de Poder
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martes, 20 de septiembre de 2011

A LUTA PARA ESCANCARARMOS A VERDADE ESTÁ SÓ COMEÇANDO

Mais uma vez Vladimir Safatle lança um artigo tão oportuno e necessário que só me resta endossar -- com uma única ressalva, que detalharei adiante.

Até hoje, eu havia reconhecido apenas três autores como mestres do meu ofício: Paulo Francis e Roberto Campos, pela profundidade, didatismo e veemência com que expunham seus temas (embora eu discordasse de muitas posições do primeiro e de quase todas do segundo); e Alberto Dines, que foi o principal baluarte da resistência jornalística à ditadura militar.

Quando eu não esperava encontrar mais textos tão poderosos nas páginas domesticadas da grande mídia, fui obrigado a tirar o boné para Safatle: ele tem sido uma honrosa exceção em meio à terra arrasada na qual a imprensa brasileira se transformou.

Não por acaso, trata-se de um filósofo. Ai dos jornalistas, que se tornam cada vez mais impotentes ou complacentes! 

Segue a íntegra do artigo desta 3ª feira (20) de Vladimir Safatle, Suportar a verdade, ao qual eu só acrescentaria que, apesar de todas as insuficiências e distorções, a Comissão da Verdade prestes a ser criada ainda é melhor do que nada, cabendo-nos pressionar ao máximo para que ela cumpra seus objetivos.

Estão sendo feitas, sem dúvida, as mais descabidas concessões aos protagonistas, cúmplices, herdeiros e discípulos do despotismo. Mas, nenhuma luta deve ser dada por perdida antes de a travarmos. 

A vitória no Caso Battisti, que a desigualdade de forças tornava quase impossível (e, por isto mesmo, foi acachapante ao extremo!) deve nos servir de exemplo e inspiração, ao defrontarmo-nos de novo com os obscurantistas, nosso inimigo de sempre.
"Nos próximos dias, o governo deve conseguir aprovar, no Congresso, seu projeto para a constituição de uma Comissão da Verdade. O que deveria ser motivo de comemoração para aqueles realmente preocupados com o legado da ditadura militar e com os crimes contra a humanidade cometidos neste período será, no entanto, razão para profundo sentimento de vergonha.

Pressionado pela Corte Interamericana de Justiça, que denunciou a situação aberrante do Brasil quanto à elucidação e punição dos crimes de tortura, sequestro, assassinato, estupro e ocultação de cadáveres perpetrados pelo Estado ilegal que vigorou durante a ditadura militar, o governo brasileiro precisava mostrar que fizera algo.

No caso, 'algo' significa uma Comissão da Verdade aprovada a toque de caixa, sem autonomia orçamentária, sem poder de julgar, com apenas sete membros que devem trabalhar por dois anos, sendo que comissões similares chegam a ter 200 pessoas.
Tal comissão terá representantes dos militares, ou seja, daqueles que serão investigados. Como se isso não bastasse, a fim de tirar o foco e não melindrar os que se locupletaram com a ditadura e que ainda dão o ar de sua graça na política nacional, ela investigará também crimes que porventura teriam ocorrido no período 1946-64. Algo mais próximo de uma piada de mau gosto.
Um país que, na contramão do resto do mundo, tende a compreender exigências amplas de justiça como 'revanchismo' não tem o direito de se indignar com a impunidade que se dissemina em vários setores da vida nacional.
Aqueles que preferem nada saber sobre os crimes do passado ainda estão intelectualmente associados ao espírito do que procuram esquecer.

O povo brasileiro tem o direito de saber, por exemplo, que os aparelhos de tortura e assassinato foram pagos com dinheiro de empresas privadas, empreiteiras e multinacionais que hoje gastam fortunas em publicidade para falar de ética. Ele tem o direito de saber quem pagou e quanto.

Esta é, sem dúvida, a parte mais obscura da ditadura militar. Ou seja, espera-se de uma Comissão da Verdade que ela exponha, além dos crimes citados, o vínculo incestuoso entre militares e empresariado.

Vínculo este que ajuda a explicar o fato da ditadura militar ter sido um dos momentos de alta corrupção na história brasileira (basta lembrar casos como Capemi, Coroa Brastel, Lutfalla, Baumgarten, Tucuruí, Banco Econômico, Transamazônica, ponte Rio-Niterói, relatório Saraiva acusando de corrupção Delfim Netto, entre tantos outros).

Está na hora de perguntar, como faz um seminário hoje no Departamento de Filosofia da USP: Quanta verdade o Brasil suporta?"

lunes, 19 de septiembre de 2011

Nos hermanos de Nuestra America apoiamos o ESTADO DA PALESTINA




E corroboramos pedindo assinarem.


Via AVAZ
Impressionante! Mais de 1 milhão de pessoas assinaram a petição -- nossa grande entrega na ONU será na terça-feira. Vamos chegar em 1.200.000 assinaturas. Assine abaixo e encaminhe para todos!

Queridos amigos,



O povo palestino está pedindo ao mundo que reconheça a Palestina como um Estado. Mais de 120 países já abraçaram essa iniciativa, mas os EUA e Israel estão tentando impedir. Os líderes europeus estão em cima do muro. Em 24h, a proposta vai ser apresentada na Assembleia Geral da ONU. Se conseguirmos persuadir a Europa a apoiar esse apelo legítimo e não violento agora, isso pode incentivar uma mudança dramática rumo à paz. Clique para assinar a petição urgente:



Em menos de 24 horas, a Assembleia Geral da ONU vai se reunir e o mundo terá a oportunidade de abraçar uma nova proposta que poderá mudar a maré de décadas de fracassadas negociações entre Israel e Palestina: o reconhecimento do estado da Palestina pela ONU.

Mais de 120 nações do Oriente Médio, África, Ásia e América Latina já abraçaram essa iniciativa, mas a ala direita do governo de Israel e os EUA estão tentando bloquear esse processo. A Europa ainda está indecisa. Somente um massivo empurrão público poderia incentivar esse bloco a votar com o resto do mundo nessa oportunidade única de acabar com 40 anos de ocupação militar.

Iniciativas americanas fracassaram por décadas, enquanto Israel confinou os Palestinos a pequenas áreas, confiscou suas terras e bloqueou sua independência. Essa nova corajosa iniciativa poderá ser a melhor oportunidade para se iniciar a resolução desse conflito. Nós temos apenas 24 horas para convencer a Europa para abraçar a proposta de independência e deixar claro que os cidadãos ao redor do mundo apoiam esse apelo legítimo, não violento e diplomático. Assine a petição e envie para todos -- vamos alcançar 1.200.000 assinaturas:

http://www.avaaz.org/po/independence_for_palestine_en/?vl

Apesar das raízes dos conflitos entre Israel e Palestina serem complexas, a maioria das pessoas de todos os lados concordam que o melhor caminho para paz é a criação de dois estados. Entretanto, repetidos processos de paz têm sido enfraquecidos por violência em ambos os lados, a construção extensiva de assentamentos feita por Israel na Cisjordânia, além do bloqueio humanitário na Faixa de Gaza. A ocupação de Israel diminuiu e fragmentou o território palestino e tornou a vida dos palestinos uma prova diária. A ONU, o Banco Mundial e o FMI anunciaram recentemente que os palestinos estão prontos para governar um estado independente, mas disseram que o grande empecilho para o sucesso é a ocupação de Israel. Até mesmo o presidente dos EUA pediu para que os assentamentos tivessem um fim e retornassem às fronteiras de 1967 com a troca acordada de terras, mas o primeiro-ministro israelense Netanyahu se recusou furiosamente a cooperar.

É chegada a hora de mudar dramaticamente de processos de paz fúteis para um novo caminho para o progresso. Enquanto os governos de Israel e EUA estão chamando a iniciativa de “unilateral” e perigosa, na verdade, as nações mundiais definitivamente apoiam esse movimento diplomático não-violento. Um reconhecimento global da Palestina poderia acabar com o discurso de extremistas que dizem que a violência é a única solução, além de promover um movimento de crescimento sem violência palestino-israelense em sintonia com a dinâmica democrática de toda a região. Mais importante, o reconhecimento resgataria um caminho para uma solução negociada, e permitiria o acesso dos palestinos à uma variedade de instituições internacionais que podem ajudar a avançar a liberdade palestina, e enviar um sinal claro para o governo pró-assentamento de Israel que o mundo deixará de aceitar sua impunidade e intransigência.

Por muito tempo, Israel enfraqueceu a esperança por um estado palestino. Por muito tempo, os EUA os apaziguou, e por muito tempo a Europa se escondeu atrás dos EUA. Agora, a Europa está em cima do muro em relação à legitimidade do estado palestino. Temos apenas 24 horas para alcançar 1.200.000 assinaturas. Vamos apelar aos líderes europeus, para que eles fiquem do lado correto da história e apoiem a declaração palestina de liberdade e independência, com apoio esmagador, e ajuda financeira. Assine a petição urgente para a Europa apoiar esse passo para uma paz duradoura entre Israel e Palestina:

http://www.avaaz.org/po/independence_for_palestine_en/?vl

A legitimidade do estado palestino não vai trazer uma solução para esse conflito rebelde do dia pra noite, mas o reconhecimento vai mudar a dinâmica e começará a destravar as portas para a liberdade e paz. Por toda a Palestina, as pessoas estão se preparando com esperança e expectativa para recuperar uma liberdade que eles jamais conheceram. Vamos nos unir a eles e pressionar nossos líderes para fazerem o mesmo, assim como apoiaram o povo do Egito, Síria e Líbia.

Com esperança e determinação,

Alice, Ricken, Stephanie, Morgan, Pascal, Rewan e toda a equipe da Avaaz

MAIS INFORMAÇÕES

Quase 130 nações já reconhecem independência palestina (Estado de S. Paulo)
http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,quase-130-nacoes-ja-reconhecem-independencia-palestina,757443,0.htm

Entrevista com Julian Conrado - LIBERDADE a JULIAN!

Entrevista com  Julian Conrado - LIBERDADE a JULIAN!

He aquí la segunda parte de la entrevista concedida por en cantor Julián Conrado. Una entrevista realizada por radio Guiniguada llamando al teléfono de una cárcel, con todas las limitaciones que esto implica. El Cantor expresa en sus canciones, y asimismo en la entrevista, las razones de su compromiso social y político, narra la miseria y represión a las que se ve sometido el pueblo colombiano mientras un puñado de oligarcas y multinacionales saquean las riquezas del país. Expresa la intolerancia del estado colombiano contra la reivindicación de justicia social, contra el pensamiento crítico, contra el arte social, y contra toda forma de oposición política: intolerancia que lo llevó a tener que ingresar en la clandestinidad. Narra su vida: la vida de una voz y talento artístico perseguidos por expresarse acompañados de sentimiento de empatía por el pueblo más empobrecido y sojuzgado. Julián Conrado narra también la tristeza que le causa estar hoy encarcelado por parte de un gobierno venezolano en el que han sido depositadas muchas esperanzas. Se espera que le otorguen el asilo, por el DIH, por razones humanitarias, éticas, políticas, y por coherencia bolivariana.

Se apela al respeto por el DIH y por la ética que debe ser fundamento imprescindible del proceso bolivariano en Venezuela. Por respeto por la Convención de Ginebra corresponde que Venezuela le otorgue asilo a Julián Conrado o lo remita a un 3er país neutral. Por respeto por la Convención Contra la Tortura no puede ser entregado a un estado torturador como lo es el régimen colombiano.

El cantor Julián Conrado se encuentra hoy en una cárcel venezolana en riesgo de ser entregado al régimen colombiano: lleva 112 días encarcelado de manera arbitraria y con un expediente amañado. Desde Colombia ni siquiera han hecho la solicitud de extradición en legalidad, tal vez por saber que por la vía LEGAL el DIH protege al cantor enfermo de ser entregado a un régimen denunciado como uno de los regímenes más torturadores del mundo. Ya ha caducado el plazo de 60 días para tramitar un pedido de extradición legalmente, y el gobierno colombiano ni lo ha tramitado legalmente, ni mucho menos presentado los debidos recaudos. Sus abogados han denunciado la ilegalidad operada desde Colombia, y también las ilegalidades en Venezuela del expediente amañando.

Julián Conrado fue detenido en una operación combinada entre las fuerzas represivas de Colombia y policía venezolana el 31 de mayo 2011. Lleva casi 4 meses detenido de manera arbitraria: pasó 67 días detenido con total ilegalidad, 9 días vendado y atado de manos y pies. A día 112 de su detención, se espera que las autoridades venezolanas se inclinen por el respeto al DIH, y por el respeto a la ética del humanismo y la hermandad con los pueblos, que es lo contrario que la colaboración con un régimen represivo como el que sojuzga al pueblo colombiano.

El cantor Julián Conrado, ya entrado en edad tras una vida de sacrificio, está enfermo, ha sobrevivido a varios bombardeos, a leishmaniasis, a paludismos varios, y está gravemente afectado de salud: por evidentes razones éticas y humanitarias corresponde el ASILO político y también el asilo humanitario. Además el derecho internacional ampara este asilo: se espera que Venezuela respete el DIH y los fundamentos éticos y humanitarios.

La Convención Contra la Tortura impide entregar a un perseguido a Colombia, un país en el que ya han fallecido 7 presos políticos en 2011 por tortura y denegación de asistencia médica. El estado colombiano es denunciado por la Organización Mundial Contra la Tortura (OMCT) y por la Coalición Contra la Tortura (CCCT) como un estado torturador: el informe de agosto 2011 de la CCCT es aterrador.

Corresponde también que el gobierno venezolano respete la Convención de Ginebra que impide entregar a un combatiente, o perseguido político, además enfermo, y más cuando este ha solicitado asilo; corresponde que Venezuela le otorgue el asilo, y si no quiere hacerlo, que lo remita a un tercer país que sea efectivamente neutral.

Hay otras convenciones del DIH, y varios artículos de la propia constitución venezolana que impiden esta entrega, claramente si Julián Conrado es entregado, será otra ilegalidad más, aunque hayan tejido, mediáticamente, una apariencia de legalidad para cubrirse en este caso un poco más que lo que hicieron con el periodista Joaquín Pérez Becerra, que fue entregado en total ilegalidad, sin acceso alguno a abogados ni a defensa. Se espera que en el caso del cantor Julián Conrado el derecho a defensa sea más que una apariencia vacía, y que pronto las autoridades venezolanas se apeguen a la legalidad, respetando el DIH que impide entregar al cantor al gobierno colombiano. Que no sea entregado el cantor Julián Conrado a una tortura segura. Que no sea sepultado el cantor en Colombia, o en EEUU: EEUU ofrecen a los caza recompensas 2,5 millones de dólares para callar la voz de Conrado. Pedimos a todos los medios alternativos, a todo ser humano consciente, que ayuden a informar del tema.

VIDEO:

http://www.youtube.com/watch?v=I5-ZJunC2ps

Expresa Julián Conrado:

"Estoy sufriendo porque perdí mi libertad precisamente en la cuna de la libertad, pero pienso que es una equivocación y pienso que eso se va a resolver de la mejor manera porque las autoridades se han comprometido públicamente a actuar sin apartarse de las leyes, acuerdo y tratados internacionales y nacionales, que no permiten que yo sea extraditado a Colombia o a Estados Unidos, lo que significaría tortura y muerte para mí"

"Que me otorguen el asilo político o me remitan a un tercer país dónde yo pueda resolver mis problemas de salud"

Expresa Julián Conrado acerca de la triste posibilidad de su entrega, contestando a la periodista:

"Yo pienso que sería un error gravísimo de parte de la revolución bolivariana si se llegara a eso; sería una mancha muy triste, imborrable en la historia de las luchas que se están dando aquí en América Latina... no creo que se llegue a eso; pero todo depende es de la solidaridad, de la fuerza de la solidaridad que se de a nivel latinoamericano, a nivel mundial: yo creo que la fuerza de la solidaridad puede definir las cosas"
www.youtube.com
Entrevistado el 14 de septiembre de 2011 por Radio Guiniguada, Islas Canarias, vía telefónica. "Perdí mi libertad precisamente en la cuna de la libertad, per...

"ANIMAIS ESTÚPIDOS"

“ANIMAIS ESTÚPIDOS”
Laerte Braga

Lauren Moret* é uma geocientista que trabalhou por todo o mundo em questões de radiação. Fez palestras a grupos de cidadãos, a jornalistas, membros de parlamentos e outros.
Num artigo intitulado “UMA SENTENÇA DE MORTE AQUI E LÁ FORA”, a cientista cita o ex-secretário de Estado do governo Nixon, Henry Kissinger, sobre declaração do mesmo em “KISS THE BOYS GOODBYE: HOW THE UNITED STATES BETRAYED IST OWN POW’s IN VIETNAN”.
“Os militares são apenas animais estúpidos a serem utilizados como peões na política externa”
Laureen Moret denunciou faz tempo o uso de armas químicas e biológicas pelos EUA e os riscos que isso traz para a humanidade. Hoje, a prática é disseminada e como previu a cientista, atinge os próprios norte-americanos, na insânia de uma sociedade doentia.
O original pode ser lido em
http://www.globalresearch.ca/articles/MOR408A.html
e foi publicado em 2004.
Diz a autora que o Vietnã foi uma guerra química “contaminando de modo permanente grandes regiões e países a jusante com o AGENTE LARANJA (é usado em agrotóxicos por nossos latifundiários no tal agronegócio) e ambientalmente é a mais devastadora guerra da História mundial”.
E prossegue – “mas, desde 1991 os EUA dirigiram quatro guerras nucleares utilizando armamentos com urânio empobrecido (depleted uranium DU) o qual, tal como o AGENTE LARANJA, cumpre a definição do governo americano de Armas de Destruição Maciça. Vastas regiões no Médio Oriente e na Ásia Central foram contaminadas permanentemente com radiação.”
“E o que se passa com nossos soldados? Terry Jamison do DEPARTAMENT OF VETERANS AFFAIRS relatou esta semana à AMERICAN FREE PRESS que os veteranos da era do Golfo com incapacidades médicas desde 1991 chegam a 518 739, com apenas 7 035 feridos no Iraque no mesmo período de 14 anos”.
“A AMERICAN FREE PRESS lançou uma bomba suja sobre o Pentágono ao revelar que oito em cada 20 homens que serivram numa unidade ofensiva militar americana de 2003 agora tem tumores (malignancies). Isto significa que 40 por cento dos soldados naquela unidade desenvolveram tumores num período de apenas 16 meses.”
“Cientistas que estudaram o urânio revelam que ele afeta o DNA”.
Faltou Henry Kissinger dizer que “militares são apenas animais estúpidos, a serem utilizados como peões na política externa” e seres humanos cobaias do terrorismo nazi/sionista do complexo ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A.
O primeiro-ministro David Cameron, o tal que decretou o fim do multiculturalismo, em visita à Turquia disse que “Gaza é um campo de concentração aberto e isso precisa mudar”. Cameron é parte do nazi/sionismo que aterroriza e amedronta o mundo com armas nucleares capazes de destruir o planeta cem vezes se necessário for. Por aí se imagina a situação de Gaza.
Lauren Moret em seu artigo afirma também que “os efeitos a longo prazo revelam que o DU é uma sentença de morte e algo asqueroso”.
Estudos realizados por outros cientistas, Marion Fulk, físico químico nuclear aposentado do LIVERMORE NUCLEAR WEAPONS LAB e que esteve envolvido no projeto MANHATTAN PROJECT “interpreta os novos e rápidos tumores nos soldados da guerra de 2003 como espetaculares... e uma matéria de preocupação”.
“Esta evidência mostra que dos três efeitos que o DU – urânio empobrecido – tem sobre os sistemas biológicos – radiação, químico e em forma de partículas – o efeito das nano-partículas é o mais dominante imediatamente após a exposição e atinge o CÓDIGO MESTRE DO DNA. Isto é uma má notícia, mas explica porque o DU provoca uma miríade de doenças que são difíceis de definir”.
“EM PALAVRAS SIMPLES, O DU APODRECE O CORPO” E ao ser perguntado se o principal propósito do seu uso é destruir coisas e matar pessoas, Fulk foi mais específico – “eu diria que isto é a arma perfeita para assassinar montes de pessoas”.
A alegação dos executivos (Obama, por exemplo) de ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A é que o urânio empobrecido tem baixa radiação. Os estudos feitos por cientistas em quase todos os cantos do mundo mostram que o material usado pelos EUA e Israel contém um teor de plutônio, altamente radioativo e capaz de provocar doenças fatais em larga escala.
São os libertadores, os democratas, os cristãos, segundo Obama após o assassinato de Osama bin Laden – “que Deus proteja a América e os americanos”.
Hitler também achava que tinha mandato divino.
Uma outra descoberta feita por cientistas está revelado no artigo de Lauren Moret. Ao retornar dos campos de batalha contaminaram suas mulheres com seu sêmen. Mulheres de 20 a 30 anos que foram parceiras sexuais de soldados norte-americanos desenvolveram endometriose e foram forçadas a sofrer histerectomias devido a problemas de saúde.
“Num conjunto de 251 soldados de um grupo de estudo no Mississipi que haviam tido bebês normais antes da guerra do Golfo, 67 por cento dos bebês do pós guerra nasceram com defeitos severos. Vieram à luz sem pernas, braços, órgãos ou olhos ou tiveram doenças do sistema imunitário e do sangue. O DEPARTAMENT OF VETERANS AFFAIRS, do governo, diz que não mantém registros sobre bebês defeituosos. Como eles fizeram para esconder isso?”
Em estudos e providências sobre o uso do DU contra “inimigos” os terroristas nazi/sionistas de ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A recomendaram o uso de DU “como contaminante permanente de terrenos, o qual poderia ser utilizado para destruir populações atráves da contaminação de abastecimentos e terras agrícolas com pó radioativo”.
O cineasta brasileiro Sílvio Tendler, em O VENENO ESTÁ NA NOSSA MESA mostra a extensão dos males causados por agrotóxicos no negócio do transgênico´. Lá está o AGENTE LARANJA. Breve, imensos desertos em áreas férteis do Brasil e a culpa vai ser do MST. Pelo menos é o que mostra a mídia podre e esta semana ISTO É – “A PROSTITUTA DAS REVISTAS BRASILEIRAS”, definição do presidente da editora da dita cuja – investitu em mentiras para os brasileiros.
Farte-se de soja, feijão, milho e derivados, de todos os transgênicos e sinta-se um líbio da vida. Os soldados da OTAN despejam toneladas de bombas com urânio empobrecido para “libertar” a Líbia e os rebeldes armados pelo terrorismo nazi/sionista recebem balas de DU.
Vinte e nove países no mundo compraram armas do sistema Phalank, que utiliza DU, fabricadas e testadas nos estaleiros navais Hunter Point, em 1977.
O exército americano usou munições de urânio empobrecido durante da GUERRA DO GOLFO (1991), atualmente na ocupação do Iraque. A OTAN utilizou-as na GUERRA DA BÓSNIA, as forças de defesa do Estado terrorista de Israel utilizaram e utilizam contra os cidadãos de Gaza. A Agência Internacional de Energia Atômica acolheu denúncia de governos árabes sobre o uso de munição de urânio empobrecido contra povos no Oriente Médio.
Norte-americanos afirmam que as armas com urânio empobrecido não causam danos nem ao ambiente e nem as pessoas. É o contrário. Ao explodir formam nuvens de de partículas ligeramente radioativas capazes de contaminar extensas áreas, ou seja, a verdade é diferente. Em 2001 as Nações Unidas descobriram que a munição de urânio empobrecido dos EUA e de Israel provém de usinas de reprocessamento, não de enriquecimento, portanto, contêm plutônio, com uma radioatividade mais alta do que se imagina, ou cinicamente se declara na política nazi/sionista de destruição de povos no mundo inteiro.
Os líbios são as vitimas neste momento.
É a democracia cristã, ocidental misturada ao nazi/sionismo de Israel, a fúria dos insanos. Abençoados por Bento XVI e Silas Malafaia no seu spray “mata capeta”.
Nada disso vai sair na GLOBO, nem nas páginas de VEJA, ou FOLHA DE SÃO PAULO. São podres e departamentos do complexo ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A.
Palestina já! A estrela de David virou suástica.

* a tradução do artigo de Lauren Moret e vários outros artigos e dados sobre as armas químicas e biológicas usadas pelo complexo ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A podem ser encontradas em http://resistir.info/

domingo, 18 de septiembre de 2011

Convocatoria - MOVIMIENTO AMPLIO POR LA DIGNIDAD Y LA JUSTICIA (MADJ)

MOVIMIENTO AMPLIO POR LA DIGNIDAD Y LA JUSTICIA (MADJ)
Ante las amenazas y violencia que personas, grupos interesados y funcionarios del Estado ejercen en contra de compañeros y compañeras que cumplen su responsabilidad ciudadana de defender los recursos naturales en el departamento de Atlántida, en el MADJ:
1.     Denunciamos nuevamente las amenazas, hostigamiento y violencia ejercida contra compañeros y compañeras del MADJ/Atlántida, por parte de funcionarios de distintas municipalidades de la zona, de la policía y de particulares al servicio de los empresarios promotores de la explotación y destrucción de la riqueza natural del departamento.
 
2.     Lamentamos y Condenamos  la muerte de nuestro compañero Juan de Jesús Figueroa, asesinado 15 de septiembre en la comunidad de Matarras, municipio de Arizona, Atlántida.
 
3.      El compañero Juan era presidente del patronato de la comunidad de Matarras, fiel vigilante y auditor de la conducta administrativa de distintas autoridades de la zona y  defensor enérgico de los recursos naturales  del departamento.
 
4.     Exigimos justicia para el compañero Juan de Jesús Figueroa y castigo para los responsables de este cobarde asesinato
 
     5.- Nos solidarizamos con la familia del Compañero Juan Figueroa, de igual manera nos comprometemos a dar seguimiento a la demanda de justicia para que  su muerte no quede impune.
 
Atlántida, Septiembre de 2011.
 
Por la Dignidad, contra la Impunidad

 

"A AJUDA HUMANITÁRIA, CRISTÃ, DEMOCRÁTICA E OCIDENTAL"

“A AJUDA HUMANITÁRIA CRISTÃ, DEMOCRÁTICA E OCIDENTAL”


Laerte Braga


Em 26 de dezembro de 2004 um tsunami de grandes proporções varreu o litoral e boa parte do interior da Somália. Milhares de pessoas morreram, perderam suas casas, plantações foram devastadas, a fome, que já era uma realidade brutal no país, assumiu caráter tétrico.

Uma das conseqüências do tsunami não estava prevista. Ao revolver o fundo do oceano milhares de tambores de lixo atômico, hospitar e tóxico de várias naturezas vieram a tona. Foram depositados ali por britânicos, norte-americanos, franceses, entre outros.

A democracia cristã e ocidental havia escolhido o litoral próximo à Somália para despejar seus dejetos industriais, nucleares, etc.

Nasceram no tsunami os chamados piratas somalis. Passaram a ser constantes os seqüestros de petroleiros, iates de luxo, cargueiros, em troca de resgate.

O jornal norte-americano THE NEW YORK TIMES, na semana passada, em matéria do repórter Jeffrey Gettleman, faz um breve histórico das condições atuais da Somália e afirma que nos próximos meses podem morrer 750 mil pessoas de fome. Mesmo a chegada da estação das chuvas e possibilidade de plantar não vai permitir a essas pessoas sobreviver. Não há tempo.

As forças da OTAN – ORGANIZAÇÃO DO TRATADO ATLÂNTICO NORTE – braço do complexo terrorista ISRAEL/EUA/TERRORISMO S/A, destruíram um aqueduto de três quilômetros e meio e cinco metros de diâmetro, que levava água a toda a população líbia. Foi construído pelo governo do coronel Muamar Gadaffi. A falta d’água atinge Trípoli, capital do país devastado por bombardeios aéreos no afã de conquistar o petróleo líbio. A UNICEF está advertindo o mundo por conta dessa catástrofe e tentando comprar água para suprir a deficiência – não existia antes da “ajuda humanitária” – evitando doenças, mortes, todas essas conseqüências das “libertações” promovidas por norte-americanos, suas colônias européias sob a batuta sionista que controla o complexo.

Não há a menor disposição de ajuda humanitária – sem aspas – à Somália.

O país vive um caos político, econômico e social e não tem a qualquer perspectiva de sair da crise a curto e médio prazos.

O ex-presidente George Bush (o pai), assim que terminou a primeira guerra do Iraque anunciou que o Kwait precisava criar estruturas democráticas para evitar situações como a que viveu com a invasão iraquiana, apoiada por boa parte de sua população. Bush do alto de sua criminosa política de destruição reclamou da falta de democracia nos países árabes e “exigiu” que medidas fossem tomadas nessa direção. Hipocrisia pura.

À época o general Hosny Mubarack era o presidente/ditador do Egito e aliado norte-americano. O rei da Jordânia governava e governa o país com mãos de ferro e é aliado dos norte-americanos e submisso a Israel. Como Mubarack também. A Arábia Saudita é a principal base do complexo terrorista no Oriente Médio e é governada com mão de ferro por uma família real que se sustenta no luxo e no esplendor proporcionados pelo petróleo entregue a companhias estrangeiras.

Os egípcios derrubaram a ditadura de Mubarak, mas permanecem os militares no governo sem nenhuma direção democrática. Continuam batendo continência para Washington e Tel Aviv e temem que uma eleição livre possa levar ao poder um governo que vá romper os acordos com Israel (que humilham o país) e resistir ao avanço nazi/sionista.

As ditaduras leais aos EUA e submissas a Israel permanecem intocadas. A Líbia foi arrasada pela OTAN. Líderes tribais foram armados para simular uma reação e forças estrangeiras transformaram a infra estrutura do país em pó. O petróleo é o alvo e os caminhos de Gadaffi não interessavam ao Ocidente cristão e democrático, sob o tacão nazi/sionista.

Há uma característica na ação do complexo ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A. Como controlam boa parte – a imensa maioria – da mídia privada em todo o mundo, revestem a boçalidade e a crueldade que é parte de sua genética imperialista do cinismo e da hipocrisia de “mundo livre”.

Você pode comprar um tênis ADIDAS a preço de banana. É produzido por trabalhadores escravos na China.

Os 750 mil somalis que vão morrer de fome nos próximos meses não têm idéia disso. São assolados por milícias, por grupos mercenários (alguns ligados a BLACK WATER, empresa terceirizada da força armada dos EUA) e por políticos corruptos.

Os palestinos de Gaza, mantidos sob um cerco estúpido por Israel e submetidos a crime de genocídio pelo “povo eleito”, não podem também receber ajuda humanitária. Os sionistas seqüestram, saqueiam, colocam no setor de secos e molhados e transformam em lucro.

Cólera, febre tifóide e sarampo são algumas das doenças que vão matar milhares de somalis. Repete, como mostra a reportagem do THE NEW YORK TIMES a tragédia acontecida nos anos 90.

O mundo cristão, ocidental e democrático, sob a tutela do complexo ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A está, literalmente, se lixando para os somalis. Os norte-americanos alegam que tentaram ajudar e não conseguiram. Claro. Um exército de mercenários foi formado à época para saquear o país, estuprar mulheres somalis e tentar implantar um governo fiel a Washington. Como não era compensador do ponto de vista econômico largaram para lá.

É a face democrática, cristã e sionista (uma estranha mistura, mas negócios são negócios) do capitalismo.

Pensando bem, o que são 750 mil somalis comparados com os barris de petróleo da Líbia? Para o complexo terrorista que dispõe de armas capazes de destruir o planeta cem vezes, não representam nada. Ou por outra, custos.

É a lógica perversa do capitalismo.

Jeffrey Gettleman, o jornalista que revelou a situação atual da Somália afirma em seu trabalho a não preocupação do mundo livre, cristão, ocidental e democrático com o problema. As tentativas da ONU esbarram tanto nas dificuldades dentro da própria Somália, como no desinteresse dos países ocidentais. Afirma categoricamente que “a situação não deve mudar”.

A visão do complexo terrorista é que somalis são piratas e a Somália é uma espécie – como outros países – de depósito do lixo do terror capitalista.

Na terça-feira a presidente do Brasil Dilma Roussef vai abrir mais uma Assembléia Geral das Nações Unidas. Será a primeira mulher a fazê-lo, já que cabe ao Brasil o primeiro pronunciamento de chefe de Governo e Estado. Em seguida fala o terrorista Barack Obama – às voltas com demagogia eleitoral –.

Será a grande oportunidade da presidente do Brasil afirmar seu repúdio a “ações humanitárias”, defender sem meias palavras o Estado Palestino e mostrar que o Brasil não está disposto a ser, no futuro (há todo um processo em curso para isso desde a entrega de parte do País no governo FHC), outro depósito do lixo capitalista.

Romper as amarras com esse mundo hipócrita e perverso e dizer um sonoro não à Comunidade Européia no que diz respeito a empréstimos.

Não se cogita de emprestar dinheiro para salvar empregos, para dar aos europeus melhores condições de saúde (gregos, portugueses, espanhóis, etc). Mas apenas de salvar bancos.

E bancos devem ser enterrados e não salvos.

Metade do dinheiro gasto pela OTAN para destruir a Líbia resolveria o problema da fome dos somalis. E dizem que Obama é negro. Sarah Palin, uma de suas prováveis adversárias, ex-governadora do Alasca, acredita inclusive que o presidente seja um muçulmano disfarçado com a tarefa de destruir a sociedade norte-americana.

Nos EUA, esse negócio de matar os pais e ir ao cinema, ou dar uma festa, é corriqueiro. Faz parte da cultura terrorista implantada pelo medo em cada cidadão do país.

Tem todo dia. Como todo dia tem a declaração oficial da Casa Branca. “Foi um ato covarde e que nos faz pensar sobre se nossa sociedade não está doente”.

É questão de tempo de verbo. É doente. E ainda mais agora sob controle nazi/sionista.