Convocatória aos PUEBLOS de NUESTRA AMERICA

lunes, 29 de marzo de 2010

segunda-feira, 29 de março de 2010

Saúde: Vitória de Obama não é nada perto da conquista de Cuba

Tem gente batendo tambor e achando o máximo a vitória de Obama com a aprovação do seguro-saúde nos EUA. Gente contente com a possibilidade de atendimento de saúde aos chamados desfavorecidos no Big Brother.

Mas muitos desses não podem nem ouvir falar naquela pequena ilha, diante do gigante, onde o acesso à saúde é amplo, geral e irrestrito. Essa surpresa também pegou pelo pé o cineasta americano Michael Moore. Americano típico, Moore mostrou seu desencanto com o sistema de saúde americano e seu entusiasmo com o cubano em seu filme Sicko.

Desde que o filme foi lançado nos EUA, há mais de três anos, eu o comento aqui, postando trechos, às vezes o filme inteiro. A maioria dos links, com o tempo, quebrou-se. Mas os abaixo ainda funcionam. Portanto, quem ainda não viu não perca a chance. Ou então vá a uma locadora. É imperdível.






Clique nos links abaixo para baixar as duas partes. Legendas em espanhol.
Sicko, parte I
Sicko, parte II

Enviado por Rede castor

Fotos


domingo, 28 de marzo de 2010

bases Militares/ Biografia não autorizada de Narcotraficante Uribe

"A LUTA DE UM POVO, UM POVO EM LUTA!"
Agência de Notícias Nova Colômbia (em espanhol)
Este material pode ser reproduzido livremente, desde que citada a fonte. É mais do que necessária a divulgação dos dados contidos aqui por parte de todos os que são comprometidos com a nossa América Latina e com a busca por um mundo mais justo, mais democrático, digno e em paz com justiça social.
"De que vale a vida se quando a temos ela parece morta. A vida é para ser senirmos, para vibrar, para lutar, para combater. Isso justifica nossa passagem pela Terra." (Jaime Pardo Leal)
Biografia não autorizada do narco-presidente Álvaro Uribe - Clique aqui para baixar

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Mais 7 na Colômbia? As 865 bases militares dos EUA

Escrito por Alfredo Jalife-Rahme

No contexto do neopinochetismo hipocritamente tolerado por Washington em Honduras, agora resulta que a projetada instalação de sete bases militares dos Estados Unidos na Colômbia, que provocou massivo repúdio na América Latina, constitui a atualização de um novo acordo de segurança mediante o arrendamento das bases existentes com a finalidade filantrópica de combater a narcoguerrilha fronteiriça, segundo uma engenhosa interpretação de Obama exposta para um grupo de jornalistas hispanos (Reuters, 07/08/09), em vésperas da desarticulada cúpula do ASPAN em Guadalajara, onde o México não tem nada que fazer nem devia ter participado desde sua calamitosa gênese.

Ninguém aprende com a cabeça alheia e EUA repete os mesmos erros da URSS, com uma tríade de conseqüências devastadoras: super-extensão imperial, guerra perpétua e insolvência, que levam a um provável colapso similar ao da anterior União Soviética, na opinião de Chalmers Johnson (Dez medidas para liquidar as bases militares dos EUA; Asia Times, 04/08/09).

Chalmers Johnson, professor emérito da Universidade da Califórnia (San Diego) e profícuo autor de livros notáveis, evidencia o império global potencialmente ruinoso de bases militares, que cadencia a longa dependência no imperialismo e no militarismo dos EUA em suas relações com outros países, além de "seu inchado establishment militar".

Paralelamente, Floyd Norris, analista financeiro e econômico do The New York Times (01/08/09), revela que o embarque de bens duradouros civis dos EUA caiu mais de 20% durante a recessão, o qual teria sido pior se não fosse a crescente produção de armas, que disparou 123% acima da média do ano 2000 (início do militarismo bushiano, que Obama incrementou com sua máscara de cordeiro seqüestrado pelos lobos do Pentágono).

Norris comenta que EUA é primariamente uma economia civil, quando o "item militar representa ao redor de 8% de todos os bens duradouros (no ano 2000 foi 3%)"; porém, em nossa humilde opinião, é a uma economia preponderantemente militar, já que muitos segmentos de sua atividade civil se entrelaçam com seu substancial belicismo, como tem demonstrado o SIPRI, o excelso instituto pacifista sueco.

Segundo o inventário do Pentágono, em 2008, citado por Johnson, o império dos EUA consiste em 865 instalações em mais de 40 países, com um deslocamento de mais de 190 mil soldados em mais de 46 países e territórios.

Johnson expõe o caso singular do Japão e a base de Okinawa (por certo, infestada por escândalos sexuais dos dissolutos militares estadunidenses que levam 64 anos ininterruptos de ocupação).

As sete bases militares adicionais dos EUA na Colômbia elevarão seu total planetário para 872, o qual não tem equivalente com nenhuma potência passada e presente. Literalmente, os Estados Unidos invadiram o mundo!
O mais relevante radica, na opinião de Johnson, em que tal ocupação é desnecessária para a genuína defesa dos EUA, além de provocar fricções com outros países e sua dispendiosa manutenção global (250 bilhões de dólares por ano, segundo Anita Dancs Foreign Policy in Focus): seu único propósito é oferecer aos EUA hegemonia, isto é, controle ou domínio sobre o maior número possível de países no planeta.

Na opinião de Johnson, Obama não percebeu que os EUA não têm mais a capacidade de exercer sua hegemonia global, enquanto exibe seu lastimoso poder econômico mutilado, quando se encontram em uma decadência sem precedentes.

Expressa três razões básicas para liquidar o império estadunidense: 1. Carece dos meios para um expansionismo de pós-guerra; 2. "Vai perder a guerra no Afeganistão, o qual aumentará ainda mais sua quebra"; 3. Acabar o vergonhoso segredo do império de nossas bases militares.

Propõe dez medidas:

1. Por fim ao severo dano ambiental causado pelas bases e pelo cessar do Acordo sobre o Estatuto dos Exércitos (SOFA, por suas siglas em inglês) que de antemão impede aos países anfitriões exercer sua jurisdição sobre os crimes perpetrados pelos soldados estadunidenses, isentos de toda culpabilidade (particularmente, a epidemia de violações sexuais nos paraísos militares).

2. Liquidação do império e aproveitar o custo de oportunidade para investir em campos mais criativos.

3. O anterior, indiretamente, frearia o abuso aos direitos humanos, já que o imperialismo engendra o uso da tortura, tão abundante no Iraque, no Afeganistão e na base de Guantánamo.

4. Recortar a interminável lista de empregados civis e dependentes do Departamento de Defesa, dotado de seu luxuoso prédio (piscina, cursos de golfe, clubes etc.).

5. Desmontar o mito, promovido pelo complexo militar-industrial, de sua valia na criação de empregos e na pesquisa científica, o qual tem sido desacreditado por uma pesquisa econômica séria.

6. Como país democrático que respeita a si mesmo, os EUA devem deixar de ser o maior exportador de armas e munições do mundo e deixar de educar os militares do Terceiro Mundo (v.gr. militares da América Latina na Escola das Américas, em Fort Benning, Geórgia) nas técnicas de tortura, golpes militares e serviço como instrumentos de nosso imperialismo.

7. Devido às limitações crescentes do orçamento federal, devem ser abolidos os programas que promovem o militarismo nas escolas, como o treinamento do Corpo de Oficiais da Reserva.

8. Restabelecer a disciplina e a prestação de contas nas forças armadas dos Estados Unidos, diminuindo radicalmente a dependência dos contratistas civis, das empresas militares privadas e dos agentes que trabalham para o exército fora da cadeia de comando e do Código de Uniforme da Justiça Militar. O livro de Jeremy Scahill Blackwater cita: A ascensão do exército mercenário mais poderoso (sic!) do mundo (Nation Books, 2007). A propósito, o holandês-estadunidense Eric Prince, fundador retirado de Blackwater e neocruzado da extrema direita cristã do Partido Republicano (muito próximo ao bushismo), acaba de ser implicado em um assassinato (The Nation; 04/08/09.)

9. Reduzir o tamanho do exército dos EUA.

10. Cessar a dependência não apropriada na força militar como principal meio para tentar alcançar metas de política exterior.

Sua conclusão é realista: infelizmente, poucos impérios no passado abandonaram voluntariamente seus domínios para permanecer como entidades políticas independentes e autogovernadas. Os dois importantes e recentes exemplos são os impérios britânico e o soviético. Se não aprendemos com eles, nossa decadência e queda estarão predeterminadas.

Terá cura a fixação dos Estados Unidos ao militarismo por mais um século?

Alfredo Jalife-Rahme é médico, escritor e analista geopolítico mexicano.
Publicado originalmente em La Jornada, México.
Tradução: ADITAL.

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Chávez e a nova economia : O Estado como indutor e o povo como protagonista

NACIONALIZAÇÕES DA INDUSTRIA DE BASE NA VENEZUELA: CONSTRUINDO UMA OUTRA ECONOMIA COM PROTAGONISMO POPULAR


O processo de nacionalizações de empresas estratégicas na Venezuela avança, a produção de cimento tem um papel fundamental nos projetos de habitação popular por isso a nacionalização deste setor tem grande importancia na revolução bolivariana. Para o presidente Chávez o papel do Estado não é o fortalecimento do capitalismo mas o desenvolvimento econômico " “No vamos a conformar un Estado Capitalista sino que el Estado asumirá el papel fundamental en el impulso económico de Venezuela”.


Isto porque todo o processo de estatização das principais industrias do país corresponde a uma política nacional, na qual , o Estado está se armando com diferentes mecanismos para impulsionar a propiedade social destacou Chávez em entrevista ao programa Dando y Dando. Em relação ao caso da nacionalização da industria de cimento Chávez disse que " hora se va a poder incrementar la producción de cemento en función de nuestras necesidades, pues hemos roto el monopolio y ahora los precios del cemento van a bajar”.


Igualmente Chávez afirmou que um dos projetos que anteriormente não pode ser concretizado por falta de recursos da industria do cimento e materiais de construção foi a criação das oficinas de construção popular . A partir de agora se incentivará a realização de “bloqueras populares, pequeñas fábricas de propiedad comunal para que la misma gente organizada acelere la solución del problema de la vivienda, que bajo el modelo capitalista no tiene solución”, garantiu ó Chávez.

Em relação a participação do setor privado no plano de construção de habitações Chávez resaltou que são importantes más que “ya quedó demostrado que no es el sector privado el que va a poder solucionar el problema habitacional, es el Estado y el poder de las comunidades quienes lo lograrán”, afirmou Chávez.


Ou seja, a partir da nacionalização é viabilizado não só a construção de habitações populares , mas sobretudo o incentivo e fomento à construção através da auto-organização da próprias comunidades de forma cooperativa e solidária.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

AUTOGESTÃO E SOCIALISMO EM CUBA



A AUTOGESTÃO NO FUTURO DO SOCIALISMO EM CUBA

O ano de 2009 será muito significativo para Cuba e em especial para o socialismo. Será o ano de comemoração dos 50 anos de Revolução Socialista e também o ano do VI Congresso do Partido Comunista de Cuba. A revolução cubana representou, nos anos 60, a renovação do socialismo, dominado pelo stalinismo pragmático e conservador da URSS. Agora mais uma vez Cuba pode ser a esperança dos socialistas do mundo a partir da renovação para frente da Revolução, ou seja, avançar na concretização de um modelo cada vez mais socialista, o que pressupõe ampliar a democracia, a participação e o controle do povo sobre os meios de produção.
É nesse sentido que nos identificamos com as teses do companheiro Pedro Campos e outros camaradas cubanos que estão pela primeira vez na história do socialismo , colocando o tema da produção autogestionária no centro do debate de um país que constrói o socialismo.
Defendemos que não existe possibilidade de socialismo sem controle da produção, do trabalho e do consumo pelos próprios trabalhadores produtores, ou seja, sem autogestão. Assim como não acreditamos em autogestão sem um projeto socialista, com Estado socialista, e trabalhadores socialistas.
Portanto, a proposta de Pedro Campos constitui o que de mais avançado encontramos em um debate no seio de uma revolução socialista. Inspirada nas experiencias em curso na Venezuela, Bolivía , Equador (que incluiu em sua nova constituição a economia social e solidária) somados as experiÊcias que surgem dos próprios trabalhaores na América Latina através da Economia Solidária, o avanço da revolução cubana no sentido do aprofundamento do socialismo, via autogestão dos trabalhaores, é o que aponta para a construção concreta do socialismo do século XXI, superando o estatismo de herança stalinista e resgatando o socialismo de Marx, da sociedade dos livres produtores associados, ou seja, sociedade baseada na economia socialista.
Abaixo publicamos na íntegra as proposições de Pedro Campos e outros companheiros para o debate no Congresso do Partido Comunista de Cuba. Salientamos que, em nossa compreensão esse é um debate de todos os socialistas do mundo.


Cuba necesita un socialismo participativo y democrático. Propuestas programáticas
Presentación para su discusión pública al pueblo, a los trabajadores y a los revolucionarios cubanos, con miras al VI Congreso del Partido Comunista de Cuba.
Pedro Campos y varios compañeros


"Nada que deje en pie el sistema de explotación capitalista y el asalariado puede impedir la miseria de las masas. Se hace pues, indispensable una transformación completa en el sistema de producir y distribuir".
Carlos Baliño, fundador del PRC y del PCC

Introducción.
Cuba vive una continuada crisis económica, política y social a consecuencia del estancamiento en la socialización, generado por el pleno control burocrático estatal sobre la sociedad, los medios de producción y el plustrabajo y del permanente y criminal asedio imperialista. No obstante, se han realizado grandiosas transformaciones culturales, científicas y técnicas que han creado las condiciones para desarrollar nuevas relaciones socialistas de producción. La disminución de la población, su envejecimiento prematuro, la baja tasa de natalidad, la salida masiva del país de jóvenes por cualquier vía y la insatisfacción generalizada son consecuencias palpables de esa crisis. Mayoritariamente, los cubanos están frustrados, enajenados y desesperanzados y las nuevas generaciones -desmotivadas- no sienten el mismo compromiso que las anteriores con este "socialismo pobre y sin perspectivas" muy alejado de las expectativas, todo lo cual está conformando una rara especie de "situación revolucionaria" que podría desatarse imprevistamente y cuya evolución pudiera capitalizar el enemigo.

Preservar la Revolución demanda progresar de la estatización a la socialización. De lo contrario, se ahondará la creciente contradicción entre los esquemas estatales de propiedad, trabajo asalariado mal pagado y centralización de las decisiones y la distribución del plustrabajo (aspectos de las relaciones de producción) y el nivel científico, cultural y técnico alcanzado por los trabajadores cubanos y los medios de trabajo (elementos fundamentales de las fuerzas productivas); aumentará la lucha por controlar el plustrabajo entre el pueblo trabajador y el estado burocrático todo poseedor y decidor, que se lo apropia para usarlo a su buen entender y limita su control real por los auténticos dueños; y se profundizarán las dificultades económicas, el desinterés y el rechazo a ese "no-socialismo", con peligro de una plena restauración capitalista que para Cuba sería la anexión, la absorción de su cultura y un desastre incalculable para la nación y para el movimiento revolucionario internacional.

Para salvar al pueblo, la Patria y la Revolución urge un nuevo programa socialista, participativo y democrático, capaz de ofrecer soluciones constructivas a esas contradicciones, poner al ser humano –no al estado- al centro de la vida nacional, reanimar el espíritu revolucionario de los trabajadores manuales e intelectuales, reactivar la alianza obrero-campesina, retomar la confianza del pueblo, ganarnos a la juventud, desarrollar la economía, mejorar la vida, destruir los fundamentos internos y externos del bloqueo enemigo y hacer una contribución más efectiva al renacimiento socialista que tiene lugar en América Latina.

El desastre en Europa de ese "socialismo de estado" neocapitalista estancado, sustentado en la centralización de la propiedad, de la acumulación, de las decisiones y en el trabajo asalariado; su evolución en China hacia el capitalismo y la incapacidad del mismo para hacer avanzar la sociedad cubana, han llevado a muchos revolucionarios a trabajar en la reformulación del socialismo nunca alcanzado, siempre partiendo de las ideas centrales de los clásicos y de la universalidad y la ética martianas. Ya cuando el IV Congreso del PCC en 1991, las bases presentaron ideas para un nuevo Programa Socialista; pero cuando más difícil fue la situación internacional por la caída de la URSS y el Campo Socialista y más necesario se hacía avanzar hacia un socialismo más participativo y democrático, la dirección decidió postergar aquellas demandas, fortaleció su tradicional centralismo y sólo después de la profunda crisis del 94 decidió emprender algunas reformas -sin cambios sustanciales- básicamente en el plano económico.
El discurso de Fidel el 17.11.05 reconociendo la posible reversión de la revolución y especialmente el de Raúl el 26.07.07 estimularon otro debate donde, de nuevo, las bases se pronunciaron por un socialismo más participativo y democrático. A tres años del primero y a uno del segundo no se ha hecho público el resultado de las discusiones y la dirección no ha presentado al pueblo ningún plan concreto integral para sacar el país la crisis; ignora olímpicamente muchos análisis y propuestas de académicos, politólogos y cientistas sociales socialistas cubanos y extranjeros; sigue negando el acceso del pensamiento revolucionario no oficial a la prensa, continúa usando el cerco imperialista como justificación para contener el avance de la socialización (que no es más desarrollo en la tecnología, sino en la forma de su explotación) y sigue recargándose todo el peso y la responsabilidad por la crisis en los trabajadores y el pueblo.
La gravedad se acrecienta cuando se advierte un peligroso cambio de política de EE.UU. hacia Cuba para el que no estamos preparados económica ni políticamente. Algunos que todo lo complican y entorpecen, parecen interesados en que esto se hunda.

El gobierno del compañero Raúl abrió un capítulo de esperanzas que no podemos perder, pero la resistencia natural del tejido burocrático sólo le ha permitido presentar medidas aisladas, algunas contraproducentes, para perfeccionar el estatismo asalariado, unidas al tradicional discurso de más trabajo, sacrificio y disciplina, bordeando pero sin confrontar los problemas de fondo. Se ha anunciado la convocatoria del VI Congreso del PCC para fines del 2009.

Ante esta situación, varios comunistas y revolucionarios cubanos –desde dentro- hemos venido estudiando, planteando e intercambiando un grupo de ideas centrales concentradas en este documento, el cual se pone a la consideración de los trabajadores, del pueblo y de todos los revolucionarios cubanos y del mundo, para que, valorado y enriquecido por todos, sea tenido en cuenta por todos y sea considerado como parte de las soluciones a la crisis.

No es un programa acabado, ni se intenta un nuevo esquema u otra camisa de fuerza, se busca el consenso que necesitan la República Martiana y la armonía en el funcionamiento de la sociedad. Se sugiere avanzar del estatismo a la socialización, cambiar la forma asalariada de pago por la repartición de parte de las utilidades; pasar el control de los medios, los recursos y las decisiones, de la burocracia a los colectivos sociales y laborales y a las personas, intercambiar sobre asuntos cuyas soluciones no pueden postergarse más y avanzar hacia más participación y más democracia.

El enemigo aprovecha y trabaja sobre nuestros errores y tiene planes para destruir la Revolución y apoderarse de Cuba. Martí decía "Plan contra Plan". A falta de otro conocido, estas bases programáticas son nuestra contribución.

1-Transitar del "socialismo de estado" al Socialismo Participativo y Democrático. Dejar atrás el fracasado sistema centrista, autoritario, estatista-asalariado y estructurado verticalmente de arriba hacia abajo, heredado del estalinismo y avanzar a la concepción cooperativista integral moderna del Socialismo en el Siglo XXI, a un sistema comunal-democrático descentralizado, apoyado en relaciones socialistas de producción que horizontalmente integre y armonice, de abajo hacia arriba las funciones productivas, de gobierno, justicia y otras.

Para serlo, el socialismo debe ser Participativo porque en la formulación y toma de decisiones participan directa y comprometidamente las masas, los trabajadores y toda la población afectada. Democrático porque las decisiones importantes que afectan a todos los ciudadanos del país o de un conglomerado social, productivo o comunitario deben contar con la aprobación mayoritaria de los interesados. Libertario porque se crearán por primera vez condiciones reales para la libertad plena del ser humano y para el ejercicio, por todos, de todos los derechos políticos, civiles y económicos por los que ha luchado la humanidad. Humanista porque pone al ser humano y a sus valores éticos y espirituales en el centro de la vida social. Autogestionario, porque el trabajo organizado en forma cooperativa-autogestionaria caracterizará al nuevo sistema de organización de la producción y al funcionamiento de toda la sociedad. Inclusivo porque no permitirá ningún tipo de sectarismo, discriminación ni exclusión arbitraria por razón alguna, en la participación y en la democracia, de manera que todos se sientan interesados y comprometidos en el proyecto común. Integracionista porque sólo con la integración económica, política y social de varios países podrá lograrse el triunfo del nuevo sistema, por lo cual necesitamos que otros pueblos avancen por este camino y apoyamos un ALBA efectivo, por abajo, pueblo a pueblo, que avance a economías similares y a pasaporte y moneda únicos.

2-Resolver el conflicto fundamental que origina el actual estancamiento del socialismo en Cuba, existente entre el potencial alcanzado por las fuerzas productivas y las relaciones asalariadas estatales de producción. Esto implica armonizar el desarrollo de la técnica y las capacidades humanas, con las formas de producción correspondientes y en consecuencia, avanzar gradualmente -como corresponde a la fase social de la Revolución- de las relaciones estatales neocapitalistas asalariadas de producción, distribución y consumo, a las nuevas relaciones socialistas de producción cooperativistas-autogestionarias, hasta hacerlas mayoritarias y traspasen sus principios colectivistas, democráticos, solidarios, libertarios y humanistas inherentes a sus formas de propiedad, gestión y distribución, al funcionamiento de la nueva sociedad, a todas las instituciones de la superestructura y den lugar a una nueva conciencia social. La Autogestión debe ser empresarial y social, organizada en cada entidad productiva y en toda la sociedad.

Las nuevas relaciones cooperativas-autogestionarias de producción se caracterizan por: 1) los propios trabajadores asociados, dueños o usufructuarios colectivos, de sus medios de producción, auto "explotan" su fuerza de trabajo; 2) administran democráticamente su gestión productiva (control de gastos, planificación y elección de dirección) y 3) controlan y distribuyen el plustrabajo o excedente, antes plusvalía, una parte para la reproducción de la entidad, otra para la contribución a la seguridad social, las actividades presupuestadas y los planes de desarrollo general y el resto sería repartido equitativamente para el consumo directo de los trabajadores. La cooperativa es una forma de propiedad y asociación, el cooperativismo la forma en que se organizan la gestión y la distribución en la cooperativa. En el Manifiesto Comunista se expresa que "el trabajo asalariado es la forma de la existencia del capitalismo", de manera que el socialismo pasa por la superación del trabajo asalariado.

3-Adecuar la propiedad al desarrollo de las fuerzas productivas: Para que el poder de los trabajadores y del pueblo sea real y pueda hacerse efectivo el desarrollo y la expansión de las nuevas relaciones socialistas de producción, es necesario que los medios de producción, los recursos y las finanzas, ahora en manos de la burocracia, sean controlados escalonada y progresivamente por los distintos niveles del poder popular, la nación, la región, la comunidad, los colectivos laborales y las personas. Como la propiedad lleva por nombre la forma en que se explota, la propiedad estatal asalariada debe ser sustituida gradualmente por la propiedad socialista de los colectivos de trabajadores y sociales, sobre bases estatales, grupales o individuales, según su desarrollo, en la siguiente forma general:

Cooperativa, incluiría además de a pequeños campesinos unidos voluntariamente, pequeñas empresas industriales o de servicios (construcción, gastronomía, talleres de reparaciones) más bien de tipo artesanales, donde los medios de producción aportados son de propiedad original de los trabajadores. Autogestionada para empresas medias a pequeñas por su nivel de desarrollo (pequeñas fábricas, talleres, restaurantes, instalaciones hoteleras menores) donde la propiedad sobre los medios de producción se otorgaría directamente a los trabajadores en forma plena, por medio de venta, al contado o a crédito, o la cesión por parte del Estado. Los trabajadores determinarían autogestionadamente todo en la empresa, a través de sus órganos democráticamente elegidos. Cogestionada (entre el estado y los trabajadores) Para las empresas de interés nacional o estratégico, con alto nivel tecnológico, que demandan una enorme cantidad de recursos y personal altamente especializado que solo puede ser aportado por el presupuesto estatal o el capital extranjero. Pueden existir varios tipos de empresas cogestionadas entre el estado y el Colectivo de Trabajadores, donde toda la propiedad y la administración podrían ser o no compartidas por el nivel estatal correspondiente entregada parcial o totalmente en usufructo o arriendo a los trabajadores, y funcionando sobre los principios de la gestión colectiva democrática y la repartición equitativa de una parte de las utilidades. Los detalles específicos tendrían que valorarse casuísticamente entre el colectivo de trabajadores y la parte estatal responsable. El carácter compartido de la administración y la propiedad entre el estado y los trabajadores, garantizarían que no haya subestimación de los intereses de la nación o el surgimiento de tendencias localistas o regionales perjudiciales.

Todas estas formas de propiedad deben verse en desarrollo y tenderían a integrarse en forma territorial, sectorial o ramal, en uniones de cooperativas y demás asociaciones, para formar agrupaciones mayores, más potentes o integrales, según convenga y sea decidido democráticamente por sus trabajadores y el nivel estatal correspondiente en las empresas cogestionadas, hasta convertir todo en una gran unión de asociaciones autogestionadas, debiendo quedar estatuido que son indivisibles e invendibles, y su fusión o unión con otras empresas quedar sujeta a leyes.

4-Admitir otras formas de propiedad y producción en el socialismo. Por tratarse de una sociedad de tránsito y existir fuerzas productivas de bajo nivel de desarrollo, tendrán que coexistir otras formas pre-socialistas de relaciones de producción, como la mercantil simple, de bienes o servicios, incluidos los profesionales (médicos, dentistas, abogados, arquitectos, publicistas, consultantes económicos, artistas, etc.) en forma individual o familiar y otras que la propia necesidad de la producción demande, así como la inversión extrajera controlada, preferiblemente indirecta y en forma mixta. El período de tránsito necesita todo eso. El trabajo por cuenta propia existe por necesidad natural y siendo privado no explota trabajo ajeno ni permite la reproducción ampliada, se trata de una forma individual-privada pero a la vez socializada y autogestionaria de la producción y la apropiación. Su tendencia natural mayoritaria en el socialismo deberá ser al cooperativismo. Donde no hay explotación de trabajo asalariado no hay capitalismo.

Todas las entidades y personas productoras individuales de bienes o servicios pagarían impuestos progresivos sobre sus utilidades, las que serían de más fácil control mientras mayor sea el desarrollo de la actividad bancaria y la generalización del dinero virtual. Las instituciones públicas de salud, educación (autonomía universitaria), cultura, recreación etc., que se nutrirían tanto de los presupuestos nacionales o municipales, como de los ingresos menores que puedan generarse, funcionarían de forma autónoma en interés de la nación y de todo el pueblo. La práctica irá precisando los ajustes. La célula fundamental de la sociedad socialista sería el centro laboral, alrededor del cual giraría la vida de las comunidades: escuelas, círculos infantiles y sociales y centros culturales, deportivos y de recreación y otros.

5-Crear en todos los centros laborales los Consejos Obreros, para ejercer el control directo de todas las decisiones: elección y/o ratificación de dirigentes empresariales, planificación, gestión y control democráticos de los planes de producción, costos, gastos e inversiones y cambiar la forma de pago de salario por la repartición equitativa de parte de las utilidades.

Este proceso debería ser encabezado por el Partido y los sindicatos; pero la clase trabajadora no puede esperar a que, por su propia iniciativa, el aparato burocrático, hasta hoy mayoritariamente indeciso a discutir siquiera cualquier avance en esta dirección, le profundice su Revolución. La emancipación de los trabajadores es obra de ellos mismos. Los trabajadores, los desposeídos y la pobrecía integrados en el Partido, las organizaciones de masas y el gobierno, son los llamados a encabezar la socialización con sus propias acciones y propuestas en cada centro, en cada lugar, a educar a estas instituciones y a radicalizarlas. De los trabajadores hay que aprender, no pretender "educarlos".

6-Aplicar nuevas concepciones de Planificación, mercado y circulación monetaria. Para lograr la nueva formación económico-social serán determinantes la unificación de la moneda, la planificación democrática y transformar paulatinamente las relaciones monetario-mercantiles y el mercado lucrativo por un intercambio de valores equivalentes. Entre los graves errores del "socialismo de estado" que buscó –equívocamente- su realización en la esfera de la distribución, estuvieron la excesiva centralización de la planificación y el control absoluto del mercado interno.
La planificación democrática es un proceso complejo y se concretará combinando los intereses generales de la nación con los de las regiones, las empresas, los individuos y la naturaleza, organizándola por niveles, de acuerdo con los respectivos presupuestos participativos aprobados en la nación, el municipio o la entidad económica, a partir de los propios ingresos, impuestos, asignaciones y créditos. Producción contra contrato.

El mercado -que no es lo que caracteriza al capitalismo, sino sus relaciones de producción- es heredado por el socialismo y será necesario por un tiempo indeterminado, pero con normas anti-monopolio que eviten la especulación. Los controles estatales monopólicos al mercado interno que existen en la actualidad, deberán desaparecer y dar paso a la actividad mercantil, como una más de servicios, pero sujeta a las formas de organización cooperativas-autogestionarias socialistas. Mantener centralmente el control de las licencias de exportación.

El dinero real, y cada vez más virtual, seguirá sirviendo como medida del valor y medio de pago mientras sea necesario, deberá avanzarse rápidamente a la moneda única para lograr una verdadera integración y armonía de la economía nacional y establecerse una equivalencia, lo más real posible, en relación con las monedas internacionales. Deben mantenerse los subsidios únicamente a personas necesitadas.

7-Reconocer que el gobierno no dirige la economía, sino que garantiza y ayuda a que funcione mejor. Error grave del socialismo estatal ha sido su pretensión de administrar y dirigir la economía y sus leyes que existen al margen de los deseos humanos. No se trata de "disminuir" el papel del estado en la transición socialista, sino de hacerlo de una manera distinta, más efectiva: en vez de ocuparse directamente de administrar, su papel es viabilizar el desarrollo de las relaciones de producción en concordancia con el avance alcanzado por las fuerzas productivas, coadyuvar al mejor funcionamiento de los mecanismos económicos correspondientes como la planificación democrática, el desarrollo armónico y proporcional de las ramas y las regiones, la ejecución de los presupuestos participativos aprobados en cada nivel estatal, prever y posibilitar el desarrollo de sistemas inversionista de infraestructura, transporte de todo tipo y comunicaciones, garantizar la internacionalización e integración socialista con otros países de economía similar y velar por el cumplimiento de las leyes nacionales y los convenios por los inversionistas extranjeros.

El estado viabilizaría y apoyaría el desarrollo del sistema cooperativo-autogestionario socialista en toda la economía, participaría en la formulación de la legislación que regule su funcionamiento y velaría por su cumplimiento. El gobierno se auxilia de su política crediticia y de la actividad del Banco Central, a su cargo, para ayudar al mejor funcionamiento de la economía.
El gobierno a cada nivel controla la recaudación de impuestos para sus presupuestos participativos aprobados democráticamente, de los cuales dependerán las actividades necesariamente presupuestadas como la salud, la educación, las Fuerzas Armadas, infraestructura y otras. El estado en cada nivel dispondrá de grupos (ministerios) de control metodológico, planificación y desarrollo para viabilizar el desarrollo y los intercambios internos y externos.

8-Enfocar la agricultura y la seguridad alimentaria como asuntos de supervivencia de la República y de la cultura cubana misma. El problema radica no solo en repartir la tierra ociosa, sino en liberar a la producción agropecuaria de los candados estatales sobre siembra, acopio, precios, transporte y mercado. Sin apoyo estatal, crediticio, en recursos, sin dar prioridad a los productos nacionales y a la creación de uniones de cooperativas de comercialización, nunca avanzaremos en la socialización. Debe priorizarse la forma cooperativa y autogestionaria en la agricultura. La tierra a repartir no puede ser fuente de capitalismo y trabajo asalariado, sería retroceder en la socialización. Todas las actuales inversiones en productos agrícolas externos deben ser encaminadas a estimular la producción interna, salvo lo que no pueda ser producido en el país y tenga mercado garantizado.

Resolver este problema implica consolidar la alianza obrero-campesina, recampesinar el campo cubano con todas sus consecuencias y prestigiar el trabajo agrícola individual y familiar. El guajiro es una de las bases principales de la nación cubana. La tierra que se reparta debe ser de la nación y deberá entregarse en usufructo de por vida con retiro del mismo sólo en casos extraordinarios de violaciones flagrantes de las leyes, por abandono, mantenerla improductiva o por imperiosa necesidad de la tierra para objeto social aprobado por Asamblea Nacional del Popular y con derecho a indemnización. Hay que estudiar otras medidas para estimular la permanencia en el campo y la producción campesina. Por la necesidad urgente de desarrollar la agricultura y dado el bajo nivel de mecanización, puede permitirse el empleo del trabajo asalariado a campesinos y cooperativas para momentos picos de siembra y cosecha.

9-Realizar algunos cambios en la estructura del Estado: La República democrática revolucionaria directa de los trabajadores, es el tipo de estado transitorio que más parece corresponder a los anhelos actuales del pueblo cubano y que puede viabilizar la realización del Socialismo Participativo y Democrático. Por el apoyo popular y la solidez democrática de sus estructuras sería el estado más fuerte posible. Su esqueleto sería el del Poder Popular, pero pleno de contenido participativo y democrático.

Todo el poder decisorio y legislativo fundamental –constituyente- recaería totalmente en el pueblo para los aspectos nacionales y municipales más importantes que afecten a todos, los que deberán ser sometidos a referendo.

Hacer real el poder del Poder Popular, a cada nivel, dando pleno control de toda la actividad en los municipios a las autoridades que deberán ser elegidas en forma democrática y directa por el pueblo, con el control sobre parte de los impuestos que se recauden para la organización y realización de presupuestos autónomos ajustados a las necesidades reales y concretas de cada Municipio y Comunidad.

El aparato central estatal irá adecuándose cada vez más a sus verdaderas funciones en el socialismo participativo, quedando fundamentalmente para cuestiones de gobierno, de derechos humanos, así como metodológicas, de planeamiento social general y de control en las actividades imprescindibles, como defensa, seguridad, relaciones internacionales, comercio, orden interior nacional, finanzas, sistema jurídico, medio ambiente y otras necesarias a la práctica. El papel del Banco Central deberá crecer, diversificarse, expandirse y modernizarse para poder dar respuesta eficiente a las nuevas demandas y crédito y fiscalizar su ejecución.
10-Perfeccionar el sistema democrático de elecciones: Estudiar y aplicar formulas más participativas, democráticas y directas en los procesos electorales, en la estructura y en el funcionamiento del gobierno.

11-Actualizar el código penal de acuerdo con los recientes pactos de derechos humanos (Civiles y Políticos, y Económicos, Sociales y Culturales) firmados por el gobierno de Cuba. Deberán revisarse cuanto antes las condenas excesivas a detenidos por asuntos vinculados a cuestiones políticas. La "ayuda" de gobiernos extranjeros dirigida a subvertir el orden establecido en la Constitución, debería ser declarada ilegal. Sería ilícita la propaganda que defienda la explotación del ser humano en cualquiera de sus formas y penada la que instigue cualquier tipo de violencia, como estarían prohibidas y serían sancionadas las prácticas racistas, fascistas y otras contrarias a la vida. A partir de estos condicionamientos existiría libertad de asociación y expresión. "Solo la opresión debe temer el ejercicio pleno de las libertades" dijo el apóstol. Especialmente se promoverá la defensa de la naturaleza, la tierra y el medio ambiente y la integración de los humanos al sistema ecológico y no su dominio. La ciencia y la técnica no deben ser usadas para destruir la naturaleza, sino para preservarla. La libertad, la igualdad y la justicia social plenas son imposibles mientras el ser humano no pase a ser un sujeto económico con plenos derechos. Estas y las demás modificaciones necesarias a ley fundamental y la electoral deben hacerse para acentuar el espíritu socialista y martiano de la Constitución vigente y someterse a referendo.
12-Perfeccionar el funcionamiento del Partido, los Sindicatos y las organizaciones políticas y de masas. Para representar los intereses de toda la clase trabajadora y el pueblo, el Partido Comunista debe ser el más democrático y admitir la existencia de opiniones y tendencias diversas mientras todas defiendan el poder de los trabajadores y el socialismo. De lo contrario se imponen la falsa unanimidad, la división y la escisión. El PC debe dirigir a través de sus miembros y no institucionalmente, organizar sus finanzas y su funcionamiento de forma también autogestionaria y se estructuraría en un sistema donde la democracia siempre prime sobre el centralismo, las asambleas decidan y los elegidos ejecuten. No impone ni promueve candidatos. Los sindicatos se organizarán para participar en la dirección de los centros laborales para defender los intereses de los trabajadores donde sea necesario. Las organizaciones políticas y de masas funcionarán sobre el presupuesto que logren de sus recaudaciones.

13-Prestar atención a las siguientes cuestiones generales urgentes de la economía y de la nación cubana.

a- Esta plataforma se aplicaría gradual pero firme y sistemáticamente.

b-Vincular estrechamente los centros de estudios medios y superiores y de investigaciones científicas a los centros de producción, validar social y económicamente el trabajo del maestro, y hacer más realistas las reglas y normativas del funcionamiento de los centros docentes.

c-Las concesiones a empresas extranjeras en recursos de importancia estratégica, deben ser, únicamente, después de comprobar su necesidad y la incapacidad del país para asumirla y serían aprobadas por la ANPP

d-Respetar la propiedad privada personal y la decisión sobre la misma y consecuentemente liberar la venta de objetos particulares incluidos autos y viviendas y el alquiler de los mismos entre nacionales, así como facilitarse el trabajo libre para jubilados y discapacitados y liberar todo el trabajo por cuenta propia.

e-Facilitar la creación de cooperativas de constructores que acometan la construcción para empresas o particulares, y cooperativizar la gastronomía, los servicios comunales y buena parte del transporte.

f-Urge una nueva ley migratoria que elimine las absurdas medidas como el permiso de salida y la carta de invitación, los problemas creados por las salidas prolongadas, garantice el derechos a regresar, así como la discriminación existente a profesionales de la medicina, el deporte y otros. Eliminar el asedio a jóvenes, negros, personas del interior y demás cubanos, sin motivos justificados, así como el decreto 217 que limita el movimiento y el asentamiento de los cubanos en el territorio nacional.

g-Para el socialismo moderno es vital el desarrollo de las nuevas tecnologías de la informatización. Habrá que priorizar las comunicaciones, la computación, así como intranet e Internet con plano acceso, pues son imprescindibles para la planificación democrática, el intercambio de equivalentes y la realización de la verdadera democracia participativa.
h-Antes de emprender una nueva ley de seguridad social que extienda la edad de jubilación; para resolver el problema poblacional, es preciso estimular económicamente primero a los jóvenes a que trabajen, se queden en el país y procreen; resolver los problemas actuales de estimulación a la productividad, el desempleo y subempleo reales, los desequilibrados ingresos y la doble circulación monetaria. Hay que enfrentar esto en la raíz, no en los efectos.

i-Cualquier proyecto socialista debe contemplar el reconocimiento a las generaciones que iniciaron, desarrollaron y han traído hasta aquí a la Revolución. La Asociación de Combatientes de la Revolución Cubana debe contribuir decisivamente a este propósito.

Si eventuales mejoras futuras en nuestro sistema de vida, tuviéramos que asociarlas primordialmente al levantamiento del bloqueo y no a las transformaciones socialistas que realicemos nosotros mismos, se estaría entregando Cuba en bandeja a su enemigo histórico, por un miserable plato de lentejas.

La dirección del país debe entender que somos un pueblo culto gracias a la Revolución y que su misión no es imponerle paradigmas, sino asumir sus intereses y convertirlos en políticas y en leyes: Mandar obedeciendo. Solo así es posible cambiar lo que deba ser cambiado y garantizar el avance socialista. La continuidad está en el cambio.

La Habana, 16 agosto de 2008, 83 Aniversario de la Fundación del Partido Comunista de Cuba y 57 de la muerte de Eduardo Chibás, líder del Partido Ortodoxo.

Se aceptan opiniones, críticas y sugerencias. Enviarlas a perucho1949@yahoo.es o a Pedro Campos Santos. Calle Zapata 1401 apto C-13 e/ C y Céspedes. Vedado. Ciudad Habana. Los aportes serán socializadas entre los interesados y publicados periódicamente en las páginas de la revista digital kaosenlared.net. Con todo lo enviado se hará un resumen. Se permite la reproducción total o parcial en cualquier soporte.

Material para o site 1

"Os yankees estão desesperados porque já não têm petróleo e não puderam capturar o petróleo do Iraque. Nós estamos outra vez na mira porque querem a Faixa Petrolífera de Orinoco", acusou Chávez.

A Venezuela, um dos principais fornecedores de energia para os EUA, afirma que a Faixa de Orinoco possui os maiores campos de hidrocarbonetos do mundo.

http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI3911320-EI8140,00-Chavez+quer+responder+plano+ColombiaEUA+comprando+armas.html


Links relacionados

Para Chávez, EUA quer guerra entre Venezuela e Colômbia
Aliança Colômbia-EUA pode acelerar gasto militar na região
Chávez recebe ex-presidente da Colômbia para falar sobre crise
Chávez anuncia novas medidas comerciais contra Colômbia

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Atualizado em 4/8/2009












Integração da NUESTRA AMERICA e refundação de Honduras. Juntos somos fortes


Hermanos, é chegado o momento que precisamos envolver e defender os interesses de toda a Nuestra America. Tomando por base e exemplo Honduras, urge lutar integrando


Uma Frente Popular , a partir da integração de movimentos diversos da sociedade Hondurenha, para refundação de Honduras está formada.


Governos bolivarianos de NUESTRA AMERICA SOFREM RETALIAÇÕES cada dia mais severas.


A Base americana na Colômbia é fato e nos faz vulneráveis e alertas.


Nas palavras de Salvador Tió, os movimentos já integrados e citados abaixo:(aguardamos seu mail cadastrrando seu movimento e apoio


Juntos Somos Fortes


Agencia Bolivariana de Prensa


Alicia Ester ( Agencia ALC)


Asociación Mundial de Radios Comunitarias –América Latina y Caribe- (AMARC ALC


Beto Mafra


CCB ( Cordinadora Continental Bolivariana PUERTO RICO


CEBRAPAZ - Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz


CENTRO DE INVESTIGACION Y PROMOCION DE LOS DERECHOS HUMANOS –CIPRODEH

CENTRO DE INVESTIGACION Y PROMOCION DE LOS DERECHOS HUMANOS –CIPRODEH

COLECTIVO CENTRO AMÉRICA POR EL DIÁLOGO - CAD


Dr Geraldo Vasconcellos


Emilio José Lemos de Lima


Ernesto Lamas- Coordinador Regional AMARC-ALC


Federación Mundial de Juventudes Democráticas


FerNanda Tardin


Fernando Soares


FERNANDO YÉPEZ RIVAS - Quito-EQUADOR


Frente Frente Revolucionaria de cantores lloviznando Cantos


Grupo Tortura Nunca Mais


Guto Moreira- Cebrapaz e PCdoB


Jacob Blinder


José Milbs - O Rebate


José Ruy Correa


Juan Carlos Rivera


Juliana


Laerte Braga


los participantes en el Seminario Internacional “NOSOTROS DERROTAREMOS AL IMPERIALISMO”, convocado por la FMJD y la Unión de Jóvenes Comunistas de Cuba


Mabel


Marcos Arruda


Marcos Rebello


Marlene Senna


Meryhellen Belle¹³


Movimento Mexicano Por La Paz


Movimiento Cubano por la Paz y la Soberanía de los Pueblos


Neusah (Nina) Cerveira


Organización de Solidaridad de los Pueblos de África, Asia y América Latina


Raul Longo


Refundación Comunista Porto Rico - Jeronimo Carrera


Salvador Elias


TELESUR


Vanderley Caixe


Wendy Cruz ( Membro Via Campesina)


William Wollinger Brenuvida,

Comunicam conclamando a todos fortalecerem e lutarem a mesma luta , fazendo parte de um grupo coeso:

http://hondurasurgente.blogspot.com/2009/08/ao-povo-de-nuestra-americaatt-ao.html


Durante los últimos 33 días se ha desatado un proceso revolucionario en Honduras que ya no tiene marcha atrás. Recordaremos estos candentes días del verano del 2009 como la Revolución de Honduras. El pueblo hondureño demostrado que los golpes de estado ya no serán nunca más la opción fácil con que los EUA, en claro contubernio co n las oligarquías locales era capaz de dirigir un golpa desde la CIA sin mayores repercusiones para la estructura de explotación de las corporaciones bananeras, maquilas, farmacéuticas y sosteniendo el narcotráfico y el pillaje institucionalizado como pilares para el sotenimiento de una cleptocracia en Las Américas.

Ha sido sorprendente e inspiradora la capacidad de organizar paros, manifestaciones, huelgas, control de las vías de transportación, divulgación alterna y confrontación ante un ejército que ha traicionado su obligación de defender la soberanía popular dedicándose a atacarla apuntando sus armas y desatando su furia violenta contra el pueblo soberano que es su deber defender. En vez de defenderlos descargan sus armas y emplean sus tanques y armamentos para matarlo, amedrentarlo, someterlo. A pesar de la intervención de las fuerzas más siniestras del hemisferio han fracasado. Lo que han logrado es acelerar el proceso revolucionario que habrá de permitirle al noble y valeroso pueblo hondureño refundar una nueva sociedad que sea ejemplo del uso del poder en beneficio de todos en vez de privilegio de pocos.

...Segue integra nio link acima

Divulguemos las historias de su heroismo. Denunciemos la conjura criminal de los golpistas y sus patrocinadores en los medios de desinformación y desde la matriz que engendra la tortura, las masacres y el despojo de derechos fundamentales de todos.

Unámonos los esfuerzos y buenas voluntades de nuestras organizaciones en cada país en apoyo a este verdadero y genuino compromiso con la refundación de Honduras y de cada uno de nuestros países desde la solidaridad y la verdadera democracia.

Comencemos la inevitable misión de crear un movimiento continental capaz de defender a todos los pueblos de América de los males de la militarización colonizadora y genocida y el saqueo de el patrimonio de todos y todas los hombres y las mujeres que trabajan por un mundo sin amos y siervos y concluir el proyecto de integración y verdadera independencia aún pendiente de realizarse en su potencial.

Unámonos por encima de diferencias superimpuestas por la estructuras de explotación y dominio hasta que vivir en paz sea señal de justicia y vida y no sea la paz de los sepulcros y las esperanzas rotas para que no se malogre esta conmovdora historia de valor y comunión de los buenos y los solidarios hasta que seamos uno en la voluntad y la armonía.

Salvador Tió
CCB-Puerto Rico

Frente para la Refundación de Honduras en Yoro COMUNICADO

http://hondurasurgente.blogspot.com/2009/07/frente-para-refundacao-de-honduras.html


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"Guerra contra el Narco"? CIA y finanzas..

Forwarded message ----------
From: Azalea Robles

¿Cual "Guerra contra el Narco"? CIA y finanzas... La imagen de Lacoste invita a la reflexión
La CIA usa los dineros del narco para financiar sus operaciones encubiertas contra los pueblos que busquen liberarse: golpes de estado (Honduras), desestabilización y financiación de paramilitarismo contra el proceso de emancipación de Venezuela, paramilitarismo en Honduras, Perú y México, inyección de Maras y estructuras destinadas a la desintegración social en Centro-América, etc…
Imagen Lacoste, breve contexto Azalea Robles
Comentario imagen: La CIA usa los dineros del Narco para financiar sus operaciones encubiertas contra los pueblos que busquen liberarse: golpes de estado, paramilitarismo, etc…
La CIA mantiene al criminal Estado colombiano (mediante planes sistemáticos de exterminio de la oposición, como el plan “LASO” o el plan “Baile Rojo”); la oligarquía colombiana y las multinacionales tienen a ese Estado como su instrumento para viabilizar el saqueo, acallando resistencias y reivindicaciones sociales; y el dinero del narcotráfico es co-gestionado por la oligarquía paramilitar de Colombia y la CIA…con ese ingreso financian las masacres contra la población colombiana (porque además del dinero público de los impuestos del pueblo, hacen falta sumas rápidas en ciertas operaciones del Terrorismo de Estado, y la gestión del narco da esos réditos). La CIA a su vez, usa los dineros del narco para financiar sus operaciones encubiertas contra los demás pueblos que busquen liberarse: golpes de estado (el caso más reciente siendo Honduras), desestabilización y financiación de paramilitarismo contra el proceso de emancipación de Venezuela, paramilitarismo contra la resistencia en Honduras, reactivación de terror paramilitar en Perú (particularmente en las zonas de alto interés para las empresas mineras), paramilitarismo y terror en México(otro país clave), inyección de Maras y estructuras destinadas a la desintegración social en Centro-América, coordinadas en Guatemala por las sanguinarias PAC de Ríos Montt, etc.  
Este tema del funcionamiento del narcotráfico, de su gestión por parte de la CIA, y de la gran mentira con la que nos invaden, debe preocuparnos a todos, ya que del Narco co-depende la financiación paramilitar para el asesinato de nuestros sueños… La cuestión es regional, regional.
 
Por ahora esta corta reflexión y la imagen del excelente caricaturista cubano Lacoste; muy pronto ahondaremos más en el tema; pero es importante, sin dilaciones, que esta corta reflexión desate nudos acerca de este tema fundamental para todos y todas… Es un tema intencionalmente muy falsimediatizado…
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Página acerca del narcotráfico a nivel mundial: documentos, análisis, memorándums desclasificados, etc. http://www.narconews.com/



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E mail enviado pela rede castorphoto

Patria Livre ou Morte: "Si lográramos unirnos, qué hermoso y cercano sería el futuro",

Los Estados Unidos sostienen que su política se basa en el principio de "no negociar con terroristas" . Además, hacen alarde de su posición como "defensor" de los derechos humanos en todos aquellos países del mundo donde éstos son violados. Si fuéramos extraterrestres y llegáramos a este contaminado planeta, llegaríamos, en primera instancia, de que existe un Estado poderoso, que tiene el papel de guardián del planeta, y que los habitantes del mismo tienen asegurada la paz gracias a la efectiva acción de este guardia.
Pronto nos encontraríamos con una realidad completamente distinta, descubriendo que ese fanático de los derechos humanos, es más bien el causante de todas las calamidades que sufre la humanidad como consecuencia de la ambición desmedida, y la inescrupulosa práctica política de este guardián; también descubriríamos que existen millares de lacayos del guardián que se dedican intensivamente,  sin descanso, a cumplir los designios de este.
La verdad que la relación entre la violación de los derechos humanos y la capacidad de respuesta en la defensa de los mismos es bastante desigual. Mientras se emplean volúmenes inimaginables de recursos para la represión (en todas sus manifestaciones) , la iniciativa ciudadana de defensa de los miembros de la sociedad, cuenta apenas con la denuncia como su herramienta más efectiva. En este esquema, la vulnerabilidad ante la brutalidad es imposible de medir, pues el Estado imperial sólo conoce conceptos como "daño colateral" y "gente de la que se puede disponer".
Este proceder, nos lleva, en la práctica, a entender que las manifestaciones pro derechos humanos llevadas a cabo desde el Estado burgués neoliberal, es un acto hipócrita, que esconde de manera abierta (aunque esto suene bastante contradictorio) la naturaleza represiva del Estado burgués, y su profundo desprecio hacia la existencia misma de la clase trabajadora (entendiendo ésta como aquel grupo de la sociedad sin acceso a medios de producción, de bienes o servicios; empleados o desempleados; y otros grupos, que creyendo ser microempresarios, venden su trabajo al capital), que es la generadora de la riqueza que sostiene el sistema.
Este mismo Estado burgués terrorista, que desprecia la ciencia, y privilegia la capacitación frente a la educación; que privatiza los servicios de salud que atienden la vida, y los funerarios que se encargan de la muerte; el mismo Estado que es capaz de cuantificar el hambre, pero que es incapaz de solventar los problemas esenciales que evitan al pueblo tener una vida digna. Este Estado que nos dice que la pobreza es un estado "natural" que los hombres y mujeres adquirimos por una voluntad más allá de nuestra comprensión.
Comprender la naturaleza moral de este Estado terrorista es sumamente complejo, y sólo puede ser superado en complejidad por la comprensión de los límites a los que puede llegar con tal de mantener intactos sus privilegios. En cualquier caso, deberíamos entender que esta es una actitud de clase, en la que los grupos que ostentan el poder (entendiendo al mismo más allá de la estructura formal del derecho burgués), que está determinada por los intereses, nacionales e internacionales, de un grupo dominante agresivo, feroz e inescrupuloso.
Nos encontramos en este punto con problemas graves generados por la falta de conciencia política de las víctimas potenciales; un grupo de la sociedad que crece constantemente, en proporción directa a la profundizació n de la inequidad que por naturaleza produce el sistema capitalista. En la medida en que crecen las manifestaciones de descontento, las reivindicaciones gremiales, las disputas por la tierra y toda una selección de conflictos generados por la explotación de una clase por otra, crece la represión desmedida que se instrumentaliza a través del Estado burgués terrorista.
Desafortunadamente, para muchos de nosotros, o más bien para todos, el trabajo de enajenación que lleva adelante la clase dominante, tiene un impacto real innegable sobre amplios sectores de la sociedad. De esta manera, siguiendo conceptos positivos, muchos creen ser burgueses y se ponen decididamente al servicio de los grupos de dominación para llevar adelante la estructura que mantiene vigentes los esquemas de explotación que nos someten.
En un repaso rápido de las contradicciones que desunen a los grupos sociales, nos daremos cuenta que la mayoría están fundamentadas más en la inconciencia y la falta de formación que en un entendimiento concreto y correcto de la realidad. Las agresivas y permanentes campañas mediáticas ejercen un control desmedido sobre la conciencia de la sociedad sin tener prácticamente ninguna fuerza contrapuesta que busque el balance entre la alienación y la objetividad.
Aún en estados en procesos revolucionarios concretos, los medios de comunicación masiva, en su mayoría en poder de los grupos dominantes, constituyen verdaderas armas ideológicas en una guerra muy desigual. Esta desigualdad tiende a ampliarse en la medida que somos incapaces de generar estrategias y tácticas viables, accesibles y realistas para llevar a cabo procesos de formación rápidos y efectivos.
En concreto, la violación a los derechos humanos y los crímenes de lesa humanidad ejecutados por el Estado burgués terrorista, cuentan con la complicidad de la pasividad de nuestro accionar. Es increíble, que después de cinco siglos de brutalidad, todavía hoy sigamos viendo a un vecino delatando al otro aunque ambos tienen que enfrentar la dureza de la misma realidad; y es más increíble aún que esto suceda cuando escuchamos tantas voces que dicen estar en favor de las causas populares (por favor no confundir "popular" con "suciedad, haraposo, rústico, hediondo” y muchas otras analogías que las clases dominantes utilizan para denigrar aquello que proviene del pueblo).
Somos pues, corresponsables, por omisión, de la barbarie que llevan adelante aquellos que creen ser los legítimos herederos de la voluntad de Dios. En este punto deberíamos asumir una posición de humildad y reconocer nuestras carencias, e incluso negligencia, para producir las condiciones materiales necesarias de defensa ante la agresión del Estado burgués terrorista. Quizá sea el momento de acercarnos unos con otros y encontrar el camino de la unidad a través de la defensa de nuestra propia existencia.
Esto no quiere decir de manera alguna que estemos en posición de compartir la responsabilidad intelectual y material del baño de sangre que se sostiene en toda América latina desde hace varios siglos. Los asesinos siguen siendo los asesinos, los patrones siguen siendo los patrones, y los culpables siguen siendo los culpables, para ellos ni olvido ni perdón.
Sin embargo, estamos obligados a adoptar una posición constructiva, y a asumir la responsabilidad histórica de generar conciencia permanentemente, en todos los foros, en todas las circunstancias, casa por casa, familia por familia, individuo por individuo. No olvidemos que el conocimiento que no se transmite, que no se comparte, no sirve para la lucha y si es muy útil para nuestros adversarios.
Tampoco deberíamos seguir propagando versiones distintas de los mismos conceptos emulando las actitudes dogmáticas de sectas religiosas que sólo empobrecen la conciencia colectiva del pueblo. El mensaje debe ser claro, los objetivos deben ser claros, las actitudes deben ser claras, y, el espíritu unitario y revolucionario deben prevalecer. Si la razón nos asiste, si los argumentos que esgrimimos en contra de la injusticia, de la vejación, de la exclusión son correctos y genuinos, entonces vamos a todos los rincones de nuestro país a darle a todos nuestros hermanos y hermanas lo que Hollywood, las telenovelas, Chespirito, Chabelo y muchos más les niegan: la verdad.
No deseamos adoptar posiciones de profetas. Simplemente, la formación, la concientizació n, la transmisión de la verdad son las armas más poderosas que poseemos para enfrentar al Estado burgués terrorista y su brutal agresión contra el pueblo.
Aquí vamos a retomar la postura del imperio, y replicamos con valor y dignidad: "nosotros tampoco negociamos con terroristas" .
"Si lográramos unirnos, qué hermoso y cercano sería el futuro", Che

Ricardo Salgado

Patria Livre ou Morte. Que a Onu puna agora os ditadores e assassinos.


Recado a ONU: Em NUESTRA AMERICA desde agora é assim: PATRIA LIVRE ou MUERTE. Exigimos o fim da ditadura e a matança de nuestra gente.Juntos somos fortes. VENCEREMOS
 
 
 
Impossivel deixar seguirem com essa arbitraria imputação ditatorial. Cada um  dos hermanos que tomba , tombam a todos nós. O sangue derramado de nuestros hermanos, são os nossos sangues.
LIBERDADE para NUESTRA AMERICA. Punição aos ditadores e aos financiadores de ditaduras ou guerra.
 
Que a ONU responda agora e que nós, POVO, cobremos , exijamos dessa organização de defesa da PAZ, que se faça respeitar ou que se acabe. AGORA!
 
Viva Honduras! Viva Nuestra America, Viva Nuestra Gente!
¡Patrias Livres, o Muerte!, ¡Venceremos!
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Compañeras y compañeros del FNRP:

La nota antecedente -emitida por el CODEH- contiene abundancia de detalles, de modo que me eximo de repetirlos. Este nuevo intento de homicidio de parte de los escuadrones de la muerte es mucho más vil y canalla (pero no sorprendente porque la acción proviene del coprófago que los comanda y del vómito de perro que los integra); quisieron eliminar también a 8 niños, hijos de la víctima de la cobarde agresión, Alexander Antonio Herrera. Parecería increíble, pues esas bestias también tienen hijos, mortales como los nuestros.

Al respecto me permito un comentario que preveo habrá de incomodar a más de uno, pero -como expresó en su momento  Manuel Gonzalez Prada- "no esperen de mis labios reticencias, medias palabras, contemporizaciones, ni tiros solapados y cobardes: expreso clara y toscamente las ideas". Al FNR se le plantea un dilema: o se deja matar (¿permitirá que sigan cayendo de uno en uno, los más de 4 millones de Resistentes?) o se convierte en un verdadero partido de combate.

Conviene opinar leal y francamente, para evitar equivocaciones y trazar nuestra línea. Habemos quienes creemos que entre el Frente Nacional de Resistencia Popular y las agrupaciones mercantiles o personalistas no caben alianzas ni transacciones: cuando nos aproximemos a los bandos que se nos oponen, no será para marchar con ellos, si no contra ellos; no para estrechar jamás la mano del espurio ni la de los dueños de la empresa "Farsa S.A."

Se parte en guerra contra enemigos poderosos que miran el país como su legítimo patrimonio, y defenderán la presa con el oro y la astucia, con la fuerza y el crímen. Ellos tienen en el ejército un brazo que tiraniza con el hierro, en el periódico una lengua que mata con la calumnia, en la televisión imágenes engañosas, en la radio testimonios falsos; cuentan con pretorianos a buen sueldo, con vociferadores a buena propina, con escuadrones de asesinos patológicos.

No bastará desplegar la bandera y lanzar el grito para que los adherentes acudan en tropel. Se trata de un pueblo cien veces engañado, que desconfiará mientras los actos no prueben la contundencia del poder del FNRP y la sinceridad de su praxis. Mucho haremos con la letra y la palabra, con el folleto y la conferencia, con la carta familiar, con la conversación íntima, con las comunicaciones vía internet hacia Nuestra América y el mundo; pero mucho más realizaremos mostrando, en primer término, una coherencia absoluta entre lo que se propugna y lo que se hace: Si queremos defender la vida de los Resistentes, hagámoslo.

No le carguemos el trabajo a la CODEH -que físicamente nada puede hacer contra los escuadrones de Porfirio Lobo Sosa-; el FNRP habría de procurar los medios para evitar que nos maten, para proteger a los niños, mujeres y compañeros "con medida cautelar" y promesa de cuidados de CIDH. Ayer mataron a dos periodistas más y sus colegas, pagados por el  oficialismo han ocultado la noticia.

¿Vamos a seguir confiando en jueces y juezas parcializadas -como Norma Dina Ortiz- que se burlan no sólo de la justicia si no también de las leyes? Lamentablemente no todos los jueces son honestos como Guillermo López Lone, Tirza Flores Lanza, Luis Alonso Chevez, Elvia Ondina Varela, Mauricio Mateo García, Ramón Enrique Barrios, Ricardo Pineda, Osmán Antonio Fajardo y Fabiola Carcamo, por citar a algunos de los pocos que son incorruptibles.

Cabe, repito, una acción de legítima autodefensa, que no tiene por qué interpretarse como un cambio de ruta en la decisión de ser un Frente pacífico. Pacífico sí, pero no estulto, no débil, no incapaz, no alelado, no tanático, no manco, ni cojo. 

¡Viva Honduras! ¡Patria, o Muerte!, ¡Venceremos!
Igor Calvo. 
    








Date: Wed, 24 Mar 2010 21:10:16 -0600
Subject: ATENTAN CRIMINAL CONTRO OTRO MIEMBRO DE LA RESISTENCIA
From:

INTENTAN ASESINAR MIEMBRO DE LA RESISTENCIA CONTRA EL GOLPE DE ESTADO

Tegucigalpa 23 de marzo, Municipio del distrito Central. El técnico en
electricidad,  ALEXANDER ANTONIO HERREA de 35 años de edad casado y padre
de 8 hijos, todos menores de edad (4, 6, 7, 10, 11, 13, 14 y 15); siendo las
siete de la noche se asomó al porche de su casa para proteger visualmente
a su esposa que salio a comparar las tortillas para la cena en la populoso
residencial Honduras de Tegucigalpa.

Salió en dos oportunidades al porche de su casa, ante la incertidumbre que
ha generado la inseguridad para todos aquellos y aquellas que han logrado
la suerte de aparecer en un periódico o en un video en actos de heroísmo
resistiendo el golpe de estado, este acto de publicidad es una de las
características que tienen los casos de muertes sumarias o extralegales
contra miembros de la resistencia.

Alexander es uno de ellos, el se quedo en la embajada de Brasil junto al
Presidente Zelaya el día 22 de Septiembre día del cruel desalojo ejecutado
por militares y policías contra un pobre pueblo desarmado, vejado y
vilipendiado con los instrumentos de muerte financiados con fondos
públicos pagados con sus impuestos o con la deuda externa; Alexander igual
integro las caravanas que desde radio globo salieron con víveres para las
personas atrapadas en los retenes militares en el departamento de Danly,
durante los ilegales e ilegítimos toques de queda.

Su hijo menor de seis años esta recibiendo hostigamiento en la Escuela
Jhon F. Kennedy de la colonia Kennedy de Tegucigalpa, al menor lo acusa
una de las maestras, de ser hijo de uno de la Resistencia, habiendo llegado a
maltratar físicamente al niño. 

Cuando, Alexander salió, por segunda ves, al porche de su casa, personas
desconocidas que estaban frente a su vivienda empezaron a dispararle, uno
de los disparos le causó una herida en la pierna derecha,
los impactos de
bala quedaron incrustados en los muebles en paredes, incluso en una
refrigeradora que se encuentra en la sala, él salvó su vida al intuir la
intención de los agresores y tirándose al suelo en el acto, quedándole
acción para apagar las luces, los criminales no ingresaron, no se sabe por
que, pero se trasladaron a una loma desde la que se puede ver su casa y
desde ahí dispararon sin piedad, sin importar  la  vida de sus menores
hijos
que salieron ilesos de la agresión.

En el momento de la agresión llamó a un amigo de la policía quien le
gestionó que una patrulla policial llegara frente a su casa y los agentes
de la DNI lo trasladaron hasta las oficinas policiales, le tomaron datos,
fotografías de su herida y no le llevaron a un hospital a buscar atención
médica, lo que tuvo que hacer por su propia cuenta, trasladándose en esas
condiciones hasta una clínica donde se le atendió.

Pediremos medidas cautelares a la Comisión Interamericana, mientras que
podemos hacer con una víctima más de la represión, tiene 8 hijos, una
esposa, una modesta casa que le ha costado parte de su vida como él
cuenta.


          COMITÉ PARA DEFENSA DE LOS DERECHOS HUMANOS EN HONDURAS
                                      CODEH