Convocatória aos PUEBLOS de NUESTRA AMERICA

domingo, 7 de marzo de 2010

Convocatoria para Adesao a Frente de Lutas do POVO da America Latina- Lanzamiento Iniciativa de Union de los Pueblos de America Latina y el Caribe- INVITACION

Olá,
 
Venho apresentar a convocatória para adesão à frente de integração e lutas  dos POVOS da AL e Caribe, acreditando que o momento requer maior organização e integração e citando CHE:
 
"Y si fuéramos capaces de unirnos,... qué hermoso y qué cercano sería el. futuro"
 
Abaixo convocatória em Portugues e em espanhol
 
Saudações
 
Nanda Tardin
 
 
Hasta la vitória, JUNTOS SOMOS FORTES. Somos a base da piramide, 180 milhoes de brasileiro, só falta fazermos uso dessa força e assim evitar que o topo nos manipule.
Bjs
Nanda Tardin
32 91363332

De: Data: Domingo, 7 de Março de 2010, 12:28
Carta abierta a los pueblos de América Latina
Nosotros, los abajo firmantes, todos ciudadanos de la América Latina, motivados por sentimientos fundamentalmente unionistas e integradores, y militantes de las luchas democráticas más caras de nuestros pueblos, nos tomamos hoy la atribución de hacer el presente llamado en nombre de todos aquellos que no tienen acceso a expresar sus pensamientos, sus sentimientos, y sus ideas, a lo largo y ancho de este nuestro continente.

Los cinco siglos precedentes han representado una constante de marginación, exclusión, humillación y sometimiento para nuestros pueblos. Aquellos que se han beneficiado históricamente de todos nuestros males, disfrutan aún los frutos de nuestra miseria, nuestra ignorancia, y nuestra disgregación. Nadie ha aprovechado mejor nuestra desunión que aquellos que nos han despojado de todo lo que es nuestro.

Para los que nacimos en el seno de la lucha de clases, resulta incomprensible la enorme dificultad que nos toca enfrentar para poder comunicarnos con hermanos y hermanas que, aunque comparten el mismo mundo de injusticias con nosotros, parecen más distantes que aquellos que gozan con esta situación.

No podemos entender ni aceptar que continuemos enredados en concepciones que han resultado ser estériles y perjudiciales para el desarrollo de nuestras luchas al lado de nuestros pueblos. Es inconcebible que sigamos expandiendo la cantidad de organizaciones, locales y regionales, cuando las razones que tenemos para formar una sola entidad son infinitamente mayores y evidentes.

Es una obligación histórica, asumir el reto ineludible de integrar a todos nuestros pueblos alrededor de ideales unionistas y libertarios, necesarios para conquistar nuestra verdadera independencia y para defender nuestro patrimonio natural de la voracidad mercantilista que hoy día amenaza la existencia misma de nuestra especie.

Debemos entender, de una vez por todas, que nuestra tendencia a restar y dividir sólo puede traernos más calamidades, y prolongar mucho más el sufrimiento interminable al que han sido sometidos arteramente nuestros pueblos. Este momento histórico nos da la oportunidad de entrar en un proceso nuevo en el que las funciones indiscutibles deben ser sumar y multiplicar.

Es imperativo que entremos en un proceso de entendimiento, en el que antepongamos los intereses de todos y todas, a aquellos partidarios o ideológicos, que ya han probado ser un obstáculo mayor para nuestro avance. Entender que nos debemos a nuestros pueblos, no a intereses mezquinos que nos nublan el buen juicio.

No podemos seguir proclamando nuestra propiedad de la verdad, mientras nuestros actos, muchas veces, terminan haciéndole el juego a la derecha que nos exprime. El verdadero espíritu popular esta en aquellos ideales que nos motivaron originalmente a convertirnos en militantes por la justicia, la equidad y la verdad.

Hoy, deseamos invitarlos a unirse a una gesta unionista sin precedentes en nuestra América Latina; una iniciativa de organización regional de los pueblos, que sea capaz de perdurar mas allá de los cambios súbitos en la mentalidad electorera, y en los gobiernos que nos mal representan; una unión de los pueblos para los pueblos mismos.

Esta iniciativa que dignificara nuestras luchas, y alimentara los mas altos rasgos del ser humano; donde no existirán pueblos de primera, segunda o tercera; donde por fin convergemos los latinoamericanos y latinoamericanas movidos por la consciencia colectiva de que solo unidos prevaleceremos como entidades.

Llamamos a los gobiernos populares de esta nuestra América, a maximizar sus esfuerzos, por conseguir, sin mas tardanza, los espacios donde la única opción sea constituir el máximo órgano de los pueblos; pedimos que no cesen en la tarea vital de invocar la unidad como medio de defender sus conquistas.

"Somos uno porque América es una"

Fernanda María Tardin
Humanista Brasileña
Representante de Organización Bolivariana en Brasil

Fernando Yepez
Representante de Organizaciones de Derechos Humanos de Ecuador
Vicepresidente de Asociación de Periodistas del Ecuador
Representante de Organización Bolivariana en Equador
Ricardo A. Salgado
Miembro del Frente Nacional de Resistencia Popular de Honduras

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Convocatória em Português

A UNIDADE LATINO AMERICANA – O GOLPE MILITAR EM HONDURAS
 
 O governo do presidente George Bush não conseguiu seus intentos em relação à América Latina. Um dos muitos documentos do Departamento de Estado dos EUA mostra que a política de Bush para os países latino-americanos fracassou e o maior exemplo disso foi o golpe frustrado contra o presidente Hugo Chávez, da Venezuela, em abril de 2002.
 
Esses fracassos não determinaram, no entanto, mudanças nas políticas norte-americanas em relação aos países da América Latina. E muito menos a eleição de um governo do Partido Democrata e um presidente negro, Barack Obama.
 
Ao contrário, Obama retomou as práticas golpistas que são comuns aos EUA, independente do governante ou do partido no governo. Apertou o cerco em todas as direções e sentidos, ampliando o leque de intervenções comuns e corriqueiras ao longo de nossa história.
 
Bases militares na Colômbia, políticas agressivas contra o governo Chávez e o golpe militar que derrubou o presidente constitucional de Honduras Manuel Zelaya e se “legitimou” através da farsa democrática de uma eleição viciada e de cartas marcadas.
 
Em dias recentes a visita da secretária de Estado Hilary Clinton. Foi saudar o direitista Sebastian Piñera eleito presidente do Chile, tentar intimidar governos como o da Argentina, do Uruguai e do Brasil.
 
As perspectivas são claras e precisas que vivemos um instante agudo do processo e da perspectiva de unidade dos países latino-americanos e isso nos traz, pelos exemplos acima citados, a certeza que os EUA irão apertar o cerco em torno de governos populares ou hostis às políticas de Washington.
 
O golpe militar em Honduras é um exemplo de tudo isso.
 
Não importam as dimensões territoriais de Honduras ou o maior ou menor peso político daquele país no contexto latino-americano, mas perceber que se está atingindo toda a América Latina e não haverá hesitação em práticas semelhantes onde quer que tais se mostrem necessárias aos interesses imperialistas dos EUA.
 
Está visível também que o objetivo de vencer as eleições no Brasil, por sua importância e peso político e econômico nessa parte do mundo, se traduz na tentativa de levar de volta ao governo os neoliberais na coligação dos partidos de direita representada pela candidatura do governador de São Paulo, José Serra.
 
Os avanços e conquistas obtidos em países como a Venezuela, a Bolívia, a permanência da revolução cubana, o governo de Daniel Ortega na Nicarágua e governos distantes ou em conflitos com Washington, Brasil e Argentina, todos esses fatos e todas essas realidades, somadas aos avanços em El Salvador, no Uruguai, no Paraguai, sinalizam na importância da luta popular para que sejam mantidos os avanços e conquistas e novos passos possam ser dados para consolidar a unidade latino-americana.
 
Essa luta não se esgota no processo eleitoral. Esse é apenas um instrumento.  Passa pela unidade dos movimentos populares, sindicais, comunitários, toda forma de reação, em estratégias e táticas que formem uma agenda comum, capaz de permitir e viabilizar forças para uma luta que até então tem sido desigual.
 
Temos o desafio da unidade para enfrentar o poder imperialista. Tanto quando se manifesta na mídia e na alienação permanente provocada pelo modelo, ou nas intervenções descabidas, caso da Colômbia, ou nos golpes diretos, caso de Honduras.
 
Nas políticas de aperto do garrote vil do imperialismo norte-americano sobre toda a América Latina.
 
Conhecemos de sobejo as maneiras de atuar do capitalismo. Quando acusam Chávez de vinculação com o tráfico de drogas, mas o traficante é o aliado deles Álvaro Uribe. Quando montam farsas como as negociações para por fim ao golpe em Honduras e o filme termina com final feliz para as elites políticas e econômicas de nossos países, subordinadas a Washington e Wall Street.
 
Num determinado ponto esse luta se insere em todo o contexto mundial. Irã, Palestina, Iraque, Afeganistão, mesmo porque o capitalismo vive uma crise aguda gerada em suas contradições e por isso mesmo sua face imperialista se mostra agressiva, feroz, brutal, o último argumento de todo império econômico e militar. Quando desaba o econômico as armas falam.
 
O que entendemos é que ou encontramos uma agenda comum de luta em torno da latinidade em todos os seus sentidos na América Latina, ou seremos engolidos e permaneceremos submetidos a tacões capitalistas que não diferem em nada dos tacões nazistas e assim se tornarão, claramente, se necessário for, como agora em Honduras.
 
A “democracia” de Pepe Lobo é a da violência e da repressão. A luta em Honduras simboliza todo o processo que vivemos e deixa expostas as garras do imperialismo.
 
É um momento de reflexão. É um momento de busca de uma unidade comum a todos nós da esquerda. E é um momento de luta intensa, perspectiva real de avanços.
 
Uma nova organização que integre países latino-americanos sem os EUA e o Canadá. Passos para formação de bloco político e econômico com o objetivo de fortalecer governos e lutas populares. De buscar conquistas efetivas como a reforma agrária, a preservação do ambiente, das soberanias nacionais, da integridade dos territórios de cada país latino-americano e da dignidade de todos nós e cada um de nós de per si, como cidadãos da América Latina.
 
A unidade é o primeiro passo. E para isso é necessária a discussão, o debate, sem perder de vista que as legiões do capitalismo chegam através de bases militares, em ações golpistas, da mídia, toda a sorte de porretes disponíveis a um império acuado e falido.
 
Sem unidade não iremos a lugar algum. Nem alcançaremos avanços capazes de consolidar posições já conquistadas. Levando em conta, inclusive, que dentro de cada país latino-americano existem forças cooptadas e aliadas ao capitalismo, seja a mídia, sejam as forças armadas, ou as elites econômicas representadas por banqueiros, latifundiários e empresários.
 
Esse é um chamamento a essa unidade. À busca de uma agenda comum de estratégias e táticas para não sermos esmagados.
 
À percepção das dificuldades e por essa razão, mais que nunca, da luta comum traduzida em ações concretas e efetivas.
 
Não importa que um e noutro ponto signifiquem concessões eventuais dentro do campo da esquerda, sem comprometer princípios e fins, mas importa que seja a unidade da luta popular numa hora ímpar da história dos países latino-americanos.
 
Ou entendemos o processo histórico em seu momento atual, ou mais uma vez iremos sucumbir às luzes e letreiros do capitalismo e do imperialismo norte-americano e seus aliados. E à barbárie que é característica desse modelo.
 
PELA UNIDADE DOS POVOS E MOVIMENTOS POPULARES DA AMÉRICA LATINA. 
 
 
Convocatória em Espanhol -
 
LA UNIDAD LATINOAMERICANA- EL GOLPE MILITAR EN HONDURAS El gobierno del presidente George Bush no consiguió sus objetivos en relación a América Latina. Uno de los muchos documentos del Departamento de Estado de los Estados Unidos demuestra que la política de Bush para los países latinoamericanos fracasó y uno de los mayores ejemplos de eso fue el golpe frustrado contra el presidente Hugo Chávez, de Venezuela, en abril del 2002.
Ésos fracasos no determinaron, hasta ahora, cambios en las políticas norteamericanas hacia los países de la América Latina, y mucho menos aún con la elección de un gobierno del Partido Demócrata y un presidente negro, Barack Obama.
Por el contrario, Obama retomó las prácticas golpistas comunes a los Estados Unidos, independientemente del gobernante o del partido en el poder. Abrió el cerco en todas direcciones y sentidos, ampliando el abanico de intervenciones comunes y trilladas a lo largo de nuestra historia.
Las bases militares en Colombia, las políticas agresivas contra el gobierno de Chávez y el golpe militar que derrocó al presidente constitucional de Honduras, Manuel Zelaya, y se "legitimó" a través de la farsa democrática de una elección viciada y datos inflados.
En días recientes, la secretaria de Estado, Hilary Clinton, a saludar al derechista Sebastián Piñera, electo presidente de Chile, en un intento por intimidar a gobiernos como el de la Argentina, el Uruguay o el Brasil.
Las perspectivas son claras y precisas, e indican que vivimos un instante crítico del proceso, y la necesidad de la unidad de los países latinoamericanos que esto conlleva; por los ejemplos arriba citados, existe la certeza de que los Estados Unidos intentaran cerrar el cerco en torno a los gobiernos populares o a aquellos hostiles hacia las políticas de Washington.

EL GOLPE MILITAR EN HONDURAS ES UN EJEMPLO DE TODO ESTO
No importan las dimensiones territoriales de Honduras, ni su mayor o menor peso político en el contexto latinoamericano, sino, mas bien, percibir que se está atacando a toda la América Latina y no habrá duda alguna en aplicar practicas semejantes percibir que se está atacando a toda la América Latina donde quiera que estas se muestren necesarias para los intereses imperialistas de los Estados Unidos.
También es visible el objetivo de vencer en las elecciones de Brasil, que por su importancia y peso político y económico en esa parte del mundo, lleva al imperio a tratar de reinstaurar los gobiernos neoliberales por medio de la alianza de los partidos de derecha, representada por la candidatura del gobernador de San Pablo, , José Serra.
Los avances y conquistas obtenidos en países como Venezuela y Bolivia, la permanencia dela revolución cubana, el gobierno de Daniel Ortega en Nicaragua y gobiernos distantes de los conflictos de Washington, Brasil y Argentina, sumados a los avances en El Salvador, Uruguay, Paraguay, indican la importancia de la lucha popular, para que se mantengan los avances y conquistas, y que se den nuevos pasos para consolidar la unidad latinoamericana.

Esta lucha no se agota con el proceso electoral, este es apenas un instrumento. Pasa por la unidad de los movimientos populares, sindicales, comunitarios, y toda forma de relación en que las estrategias y tácticas formen una agenda común, capaz de permitir y viabilizar las fuerzas para una lucha que hasta momento es desigual.
Tenemos el desafío de alcanzar la unidad para enfrentar al poder imperialista. Tanto cuando se manifiesta en los medios y en la alienación permanente provocada por el modelo, como en las intervenciones descaradas como en el caso de Colombia, o con golpes directos como en el caso de Honduras.

Las políticas abiertas del garrote vil del imperialismo norteamericano sobre toda América latina.

Conocemos de sobra las maneras de actuar del capitalismo. Cuando acusan a Chávez de tener vínculos con el tráfico de drogas, aunque el traficante verdadero es su aliado Álvaro Uribe; cuando montan farsas como las negociaciones para revertir el golpe en Honduras y la película termina con un final feliz para las élites políticas y económicas de nuestros países, subordinadas a Washington y Wall Street.
En un punto determinado esa lucha se inserta, en todo el contexto mundial, causando irritación en Palestina, Irak, Afganistán, todo porque el capitalismo vive una crisis aguda generada en sus propias contradicciones por lo que su fase imperialista se muestra agresiva, feroz y brutal, utilizando como argumento último todo su poderío económico y militar. Cuando la economía colapsa, las armas hablan.
Lo que entendemos es que o encontramos una agenda común de lucha en torno a la identidad, en todos los sentidos, latinoamericana, o seremos engullidos y permaneceremos sometidos al yugo capitalista que no difiere en nada de los yugos nazis, los que se tornaran en realidad, si fuera necesario, como ahora en Honduras.
La "democracia" de Pepe Lobo es de violencia y represión. La lucha en Honduras simboliza todo el proceso que vivimos y deja expuestas las garras del imperialismo.

Es un momento de reflexión. Es un momento de búsqueda de una unidad común a todos nosotros en la izquierda. Es un momento de lucha intensa, de perspectiva de avance.
Una nueva organización que integre a los países latinoamericanos sin los Estados Unidos ni Canadá. Los pasos para la formación de un bloque político y económico, con el objetivo de fortalecer los gobiernos y las luchas populares; para buscar conquistas efectivas como la reforma agraria, la preservación del medio ambiente, de las soberanías nacionales, de la integridad de los territorios de cada país latinoamericano y la dignidad de todos nosotros como ciudadanos de América Latina.
La unidad es el primer paso. Para eso es necesaria la discusión, el debate, sin de vista que las legiones del capitalismo llegan a través de bases militares, en acciones golpistas, de los medios, y toda suerte de sortilegios disponibles a un imperio confundido y arruinado.
Sin la unidad no iremos a ningún lado. No alcanzaremos avances capaces de consolidar las posiciones ya conquistadas. Teniendo en cuenta, inclusive, que en cada país latinoamericano existen fuerzas o dadas y aliadas del capitalismo, ya sean los medios, las fuerzas armadas, o las élites económicas representadas por banqueros, latifundistas y empresarios.

Este es un llamado a esa unidad. Para la búsqueda de una agenda común de estrategias y tácticas para que no seamos destrozados.
Es la percepción de las dificultades la razón para que hoy, más que nunca, la lucha común sea traducida en acciones concretas y efectivas.
No importa que uno u otro punto signifiquen concesiones eventuales dentro del campo de la izquierda, sin comprometer principios y fines, Sino que importa la unidad de la lucha popular en una hora aciaga de la historia de los países latinoamericanos.
O entendemos el jefe histórico en su momento, o una vez mas sucumbiremos ante las luces y letreros del capitalismo y el imperialismo norteamericanos y de sus aliados.
POR LA UNIDAD DE LOS PUEBLOS Y MOVIMIENTOS POPULARES DE AMERICA LATINA

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1 comentario:

  1. La 3ra Marcha Oscar – Mandela en PR 2016
    Saludos,
    Queremos invitarle cordialmente a nuestra 3ra Marcha Oscar – Mandela en Puerto Rico en el Día de la Abolición de la Esclavitud. ¡Que contradicción celebrar en Puerto Rico la abolición de la esclavitud cuando el mismo pueblo de Puerto Rico es esclavo del gobierno de Estados Unidos (EEUU) por más de un siglo! Para más información, por favor oprima aquí: http://todosunidosdescolonizarpr.blogspot.com/2016/03/la-3ra-marcha-oscar-mandela-en-puerto_4.html
    La marcha saldrá del mismo lugar del año pasado, el capitolio colonial. Marcharemos a las 6 PM hasta el tribunal del gobierno de Estados Unidos en Puerto Rico en el Viejo San Juan. Tendremos unos discursos y música por Pepe Sánchez.
    Esta marcha es permanente, porque Puerto Rico ha sido colonia permanentemente de Estados Unidos por los últimos 118 años.
    Un abrazo,
    Comité
    Timón del Pueblo
    José Manuel López Sierra
    787-429-1981
    www.TodosUnidosDescolonizarPR.blogspot.com
    www.InformacionAlDesnudo.com

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